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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho, 2009

Boletim Semanal: Bresser-Pereira, Dantas, Kichner

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.46, ano 2 – 15/07/2009 a 21/07/2009    

Economia

A volta da velha cantilena neoliberal

Juros, miséria e democracia

Regulamentação a favor dos bancos

Política

Entrevista com Bresser-Pereira: Arauto do Estado republicano

O “accountibility” de conveniência

Crise e trabalho no Brasil

Quem é a Norma que ia travar a investigação sobre Dantas? O que faz a CVM? 

Internacional

The Joy of Sach

El patrimonio de los Kirchner creció un 158 % en solamente un año

Giovanni Arrighi

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A volta da velha cantilena neoliberal

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: JB

Por J. Carlos de Assis

No auge do machismo dos anos 50, o humorista italiano Pitigrilli dizia de louras pouco inteligentes que eram incapazes de dizer três coisas bonitinhas sem acrescentar logo uma bobagem. O relatório recente da OCDE sobre o Brasil não consegue evitar a conclusão de que o país tem enfrentado a crise com relativa competência, mas não resiste em acrescentar que, para o futuro, precisa cortar gastos públicos a fim de não comprometer o crescimento a longo prazo.

Nenhuma política pública específica em nenhum país acerta 100%. A política fiscal do governo Lula para enfrentar os efeitos da crise acertou em 90%. A política monetária ficou a meio caminho, talvez 50%: não reduziu suficientemente os juros. Mas sabemos que ela nunca funciona mesmo com crise de demanda, em especial quando combinada com crises financeiras. Leia o resto do artigo »

Postado em Destaques da Semana, José Carlos Assis, Política Econômica | 1 Comentário »

Regiões ricas pagam tarifa menor de energia

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo

Com a 2ª pior renda per capita do país, Maranhão tem o maior custo; em Brasília, que lidera em rendimentos, conta é mais barata

Aneel, que regula as tarifas, afirma que diferença não é “tolerável” e afeta até o poder de atração de novos investimentos nos Estados

Por PEDRO SOARES e HUMBERTO MEDINA


Um paradoxo rege o modelo brasileiro de tarifas de energia elétrica: enquanto as mais baixas taxas são cobradas em áreas mais ricas, as regiões mais pobres convivem com os maiores preços do serviço.
O Maranhão, por exemplo, tem a segunda menor renda per capita do Brasil, mas sua população paga a maior tarifa de energia dentre as 64 distribuidoras instaladas no país.
A tarifa da Cemar, distribuidora local, é 72% maior do que a da CEB em Brasília, que tem o maior PIB per capita do país e onde a energia é a mais barata (o preço só é menor no Amapá por razões atípicas, pois a Aneel não autoriza reajustes da distribuidora porque ela está inadimplente com geradoras).
Na comparação com os consumidores residenciais da Eletropaulo, maior distribuidora do país, a tarifa no Maranhão é 43% mais cara. Todas essas concessionárias figuram entre as com menores tarifas do país.
Os cálculos foram feitos com base em dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e consideram a tarifa básica, ou seja, apenas o custo da energia. Não estão embutidos encargos (como a taxa de iluminação pública de alguns Estados) e o ICMS, diferenciado em cada Estado -que pode variar de 12% a 30%, dependendo do Estado e da faixa de consumo de energia. Em alguns Estados, a baixa renda é isenta do tributo. Leia o resto do artigo »

Postado em Energia, Política Econômica | Sem Comentários »

Conferencia sobre Realismo Crítico na UFF

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Programa*

23 de julho (quinta-feira)
 
09:00
Inscrições e distribuição de material
 
10:00
Abertura
Alan Norrie (IACR)
João Leonardo Medeiros (UFF)

 
10:30 – 12:30
Conferência I (Realismo e Emancipação Humana)
Roy Bhaskar
(Universidade de Londres, Instituto de Educação)
Mario Duayer
(UFF, Departamento de Economia)
Moishe Postone (Universidade de Chicago, Departamento de História)
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas I
 
16:15 – 17:30
Mesas Paralelas II
 
18:15 – 20:15
Conferência II (Realismo, Educação e Emancipação Humana)
Mediadora: Patricia Laura Torriglia (UFSC, Faculdade de Educação)
Newton Duarte (UNESP, Departamento de Psicologia da Educação)
Marcos Barbosa de Oliveira (USP, Departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Educação)
Tone Skinningsrud (Universidade de Tromsø, Departamento de Educação)
 
 
24 de julho (sexta-feira)
 
9:00 – 11:00
Conferência III (Realismo, Teoria Social e Emancipação Humana)
Mediador: Hugh Lacey (Swarthmore College, EUA)
Ricardo Antunes (UNICAMP, Departamento de Sociologia)
Margaret Archer (Universidade de Warwick, Departamento de Sociologia)
Maria Orlanda Pinassi (UNESP, Departamento de Sociologia)
 
11:00 – 12:00
Reunião Anual de Trabalho da IACR
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas III
 
16:15 – 17:30
Mesas Paralelas IV
 
18:15 – 20:15
Conferência IV (Realismo, Economia e Emancipação Humana)
Mediador: Marcelo Carcanholo (UFF, Departamento de Economia)
Andrew Brown (Universidade de Leeds, Business School)
Tony Lawson (Universidade de Cambridge, Departamento de Economia)
Leda Paulani (USP, Departamento de Economia)
 
 
25 de julho (sábado)

 
10:00 – 12:00
Conferência V (Realismo, História e Emancipação Humana)
Mediador: Marcelo Badaró (UFF, Departamento de História)
Alex Callinicos
(Universidade de Londres, King’s College)
Virgínia Fontes
(UFF, Pós-graduação em História; Fiocruz, EPSJV)
Alan Norrie (Universidade de Londres, King’s College e Presidente da IACR)
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas V
 
16:15 – 18:15
Conferência de Encerramento (Realismo, Ontologia e Emancipação Humana)
Mediadora: Ester Vaisman (UFMG, Departamento de Filosofia)
Roy Bhaskar (Universidade de Londres, Instituto de Educação)
Nicolas Tertulian (EHESS – Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais)
Miguel Vedda (Universidade de Buenos Aires, Faculdade de Filosofia e Letras) 

* O programa pode sofrer alterações

Clique aqui para ver a programação na íntegra

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BANCO DE RESERVA PARA BOLSISTAS

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

As pessoas que quiserem receber bolsas para desenvolver projetos de pesquisa em áreas relacionadas ao desenvolvimento nacional poderão procurar o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – *Ipea*. O Instituto fará um banco de reserva para a seleção de pesquisadores que serão contemplados com a Bolsa Pesquisa em estudos e projetos.

A Bolsa Pesquisa foi criada com o objetivo de contribuir com o aperfeiçoamento dos profissionais e também para promover o intercâmbio entre os técnicos do *Ipea* e de outras instituições, inclusive das universidades. As bolsas são concedidas em diversas modalidades, de auxiliar de pesquisas, para candidatos matriculados em nível superior; a doutores, por meio do Programa de Pesquisa para o Desenvolvimento Nacional (PNPD).

 Podem se candidatar às bolsas pessoas que estejam cursando ou tenham concluído algum curso de graduação ou pós-graduação ou pós-graduação; profissionais de outras instituições de pesquisa ou de órgãos públicos e universidades; servidores inativos do *Ipea* ou de outras instituições, com reconhecida competência e experiência. A concessão de bolsa ocorrerá mediante análise curricular e de outros requisitos determinados pela coordenação do projeto.”

Postado em Propostas | Sem Comentários »

Entrevista com Bresser-Pereira: Arauto do Estado republicano

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

À frente do Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado, durante o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, o economista e cientista social Luiz Carlos Bresser-Pereira ajudou não só a inscrever a palavra “eficiência” como principio fundamental em nossa Carta, como definiu as diretrizes de uma das mais bem sucedidas reformas gerenciais já realizadas no mundo – cujo modelo é apresentado em minúcias no livro Construindo o Estado Republicano: Democracia e Reforma da Gestão Pública, recém-publicado pela Editora FGV. Dono de uma fecunda produção acadêmica, professor Bresser e também um comentarista arguto de nossa realidade, como fica evidente nesta entrevista exclusiva. Com argumentos cristalinos, ele aponta a emergência dos “direitos republicanos” como um novo capitulo da luta cidadã; critica com veemência a ideologia neoliberal e afirma que o SUS e um dos grandes êxitos da democracia brasileira.

Clique aqui para ler a entrevista

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O “accountibility” de conveniência

Postado em 19 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Da Folha

Por Clóvis Rossi

(…) De quebra, Sarney refugia-se na velhíssima e fajutíssima tese de perseguição da mídia. Não, senador, é perseguição dos fatos, e enquanto eles não forem total e definitivamente explicados, continuarão a persegui-lo, no Maranhão, em Brasília, onde for.

É essa fuga à “accountability” que explica os parlamentares que se lixam para a opinião pública. Ela paga os salários de todo esse “band of brothers”, mas eles não se sentem compelidos a dizer ao púbico o que fazem, o que só aumenta a suspeita de que o que fazem só cabe mesmo em BOs.

O caso de Sarney é mais grave porque tem um espaço semanal, aqui ao lado, em que poderia dar todas as explicações sem ser interrompido por perguntas. Prefere mudar de assunto. Sempre.

Comentário de Luís Nassif

Por que o “accountibility” demorou vinte anos para ser praticado em relação à Sarney e só se manifestou agora? E por que a Folha deu vinte anos de espaço a Sarney sem jamais tê-lo cobrado por seus atos? E por que a cobrança é apenas sobre Sarney, se todos os senadores participaram de uma lambança que tem no mínimo 14 anos?<-->

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Crise e trabalho no Brasil

Postado em 19 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Marcio Pochmann

Fonte: Revista Fórum, Edição 76, julho de 2009.

A contaminação do Brasil pela crise internacional a partir do mês de outubro de 2008 fez com que o Produto Interno Bruto (PIB) acumulasse queda de mais de 4% entre o último trimestre do ano passado e o primeiro semestre de 2009. O setor industrial, com redução de 11,6% neste mesmo período, foi o principal responsável pela inflexão na evolução do PIB, uma vez que o setor agropecuário registrou leve expansão de 0,6% e o setor terciário cresceu 4,2%.

Apesar dos importantes sinais da recessão industrial instalada na economia brasileira, há situações distintas entre os setores de atividade, com dimensões diferenciadas no total da produção e da ocupação nacional. Enquanto a queda da produção atingiu fundamentalmente o setor industrial, que representa quase 31% da produção e 22% da ocupação do país, o setor de serviços, que responde por mais de 2/3 da produção e quase 60% da ocupação nacional, apresenta importante expansão. Leia o resto do artigo »

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