Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Dica de Leitura:
Fica disponível na página da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), em versão em inglês, o texto Bancos Centrais, Instituições Financeiras e Criação de Crédito nos Países em Desenvolvimento (Janeiro de 2009), de Sebastian Dullien. O autor argumenta que os países em desenvolvimento não precisam de capital para as importações, nem ter menor consumo de seus cidadãos para ter recursos disponíveis para atingir um elevado investimento em relação ao PIB. Para ele, se algumas condições forem satisfeitas, um país em desenvolvimento pode utilizar o seu sistema financeiro e o seu Banco Central para usar crédito e aumentar o investimento Dullien diz que, dado determinadas condições prévias, o Banco Central pode permitir uma expansão de crédito que financia novo investimento e cria a poupança necessária para equilibrar as contas nacionais. “O mais importante parece ser evitar qualquer tipo de dolarização”, conclui. O paper possui gráficos comparatidos do PIB real per capita da Alemanha e China em relação aos EUA. Pode ser acessado em: http://www.unctad.org/en/docs/osgdp20091_en.pdf.
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Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Uma retração global requer uma resposta global. Mas, até agora nossas respostas – para estimular e regular a economia global – têm sido largamente estruturadas no âmbito nacional e, com frequência, tratando insuficientemente o efeito sobre os outros. O resultado é que há menos coordenação do que deveria haver. Um estímulo pobremente desenhado e insuficiente significa que a retração durará mais, que a recuperação será mais lenta e que haverá mais vítimas inocentes no mundo. A análise é de Joseph Stiglitz.
Esta não é apenas a pior retração econômica global da era pós-Segunda Guerra; é a primeira séria retração global da era moderna de globalização. Os mercados financeiros estadunidesnes fracassaram em fazer o que deveriam ter feito – administrar risco e alocar bem o capital – e esses fracassos têm tido um impacto maior ao redor do mundo. A globalização, também, não realizou aquilo que deveria. Isso ajudou a espalhar as consequências dos fracassos dos mercados financeiros no mundo. O 11 de Setembro de 2001 nos ensinou que com a globalização não apenas coisas boas viajam mais facilmente através das fronteiras; coisas ruins também. E 15 de setembro de 2008 reforçou essa lição.
Uma retração global requer uma resposta global. Mas, até agora nossas respostas – para estimular e regular a economia global – têm sido largamente estruturadas no âmbito nacional e, com frequência, tratando insuficientemente o efeito sobre os outros. O resultado é que há menos coordenação do que deveria haver, assim como um menor e menos bem desenhado estímulo em relação ao adequado. Um estímulo pobremente desenhado e insuficiente significa que a retração durará mais, que a recuperação será mais lenta e que haverá mais vítimas inocentes. Dentre essas vítimas há muitos países em desenvolvimento – inclusive aqueles que têm tido políticas regulatórias e macroeconômicas muito melhores que as dos Estados Unidos e de alguns países europeus. Nos Estados Unidos uma crise financeira transformou-se numa crise econômica; em muitos países em desenvolvimento a retração econômica está criando uma crise financeira.
O mundo tem duas escolhas: ou nos movemos para um sistema regulatório global melhor, ou perdemos alguns dos importantes benefícios que resultaram da globalização. Mas continuar a administração status quo da globalização não é mais sustentável; muitos países estão pagando um preço alto demais. A resposta do G20 à crise econômica global, costurada nos encontros de novembro em Washington e de abril em Londres foi um começo – mas só um começo. Não fez o suficiente para encaminhar soluções para problemas de curto prazo nem enfrentou o tema da reestruturação necessária, no longo prazo, para prevenir uma outra crise. Leia mais na Carta Maior…
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Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Paulo Henrique Amorim (blog)
. A denúncia do Procurador Rodrigo De Grandis atingirá, inevitavelmente, a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, instituição governamental encarregada de vigiar as roubalheira no mercado financeiro.
. E no caso de Dantas, virou o rosto para o outro lado.
. Acompanhe, amigo navegante, o que diz a nota do Ministério Público sobre os crimes de Dantas e sua suposta quadrilha: Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fui alvo dos dois ataques de Diogo Mainardi pela Veja – edição que saiu com 12 páginas de publicidade de empresas de Dantas – quando comecei a apontar as ligações dele com o valerioduto.
Respondi ao ataque, recebi 50 e-mails de apoio, nenhum publicado no Painel do Leitor, nenhuma manifestação de solidariedade. E a recomendação de Otávio Frias Filho para que não prosseguisse mais com a polêmica.
O tema desapareceu do jornal nos meses seguintes. Só havia espaço para os factóides criados pelo Opportunity. Leia mais no blog do Luís Nassif…
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Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Em maio, pelo quinto mês consecutivo, a produção industrial brasileira registrou crescimento em relação ao mês anterior. Desta vez, o aumento foi de 1,3%, já descontadas as influências sazonais. Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que pesquisa mensalmente a produção física da indústria brasileira, esse resultado “reforça os sinais de recuperação da atividade fabril”.
De fato, depois de atingir seu nível mais baixo na passagem de 2008 para 2009, a produção industrial vem crescendo de maneira contínua e, nos cinco primeiros meses do ano, acumulou uma expansão de 7,8%. Mas a queda no fim do ano passado foi tão forte que, apesar dessa notável expansão ao longo de 2009, estamos onde estávamos há três anos. A indústria ainda registra um nível de produção parecido com o de junho de 2006. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Marc Dourojeanni
No rápido processo de ocupação da Amazônia peruana, caracterizado durante as últimas décadas por infra-estrutura viária, exploração petrolífera e aurífera, ademais da rápida expansão das atividades agropecuárias e florestais, tem surgido outro elemento determinante.?Trata-se da exploração de seu potencial hidrelétrico. Os presidentes Alan García, do Peru, e Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, lançaram formalmente, em 28 de abril de 2009, a proposta que deve culminar com a operação de um número indeterminado de grandes represas nos rios da Amazônia alta peruana que, segundo informado, deve principalmente abastecer a demanda energética do Brasil.
O memorando de intenções assinado pelos presidentes permite que o Brasil estude, financie, construa e opere até seis grandes hidrelétricas em território peruano para abastecer suas necessidades de energia, comprando do Peru grande parte da energia produzida.?As hidrelétricas escolhidas pelo Brasil são Inambari (2.000 MW), Sumabeni (1.074 MW), Paquitzapango (2.000 MW), Uru-bamba (940 MW), Vizcatan (750 MW) e Chuquipampa (800 MW), incluindo ainda as linhas de transmissão correspondentes que seriam integradas ao sistema brasileiro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.44, ano 2 – 01/07/2009 a 07/07/2009
Economia
Política
Produção industrial em maio de 2009: recuperação gradual
Internacional
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Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Adolfo Pérez Esquivel
El gobierno de facto en Honduras, busca justificar lo injustificable al detener y expulsar del país al Presidente Manuel Zelaya. Vuelvo insistir en que, no podrían dar el golpe de Estado sin el consentimiento del Pentágono y la CIA, que actúan más allá del Presidente Barack Obama.
Acabo de recibir noticias desde Honduras de periodistas y dirigentes sociales que han logrado ocultarse para evitar la represión y poder continuar informando sobre lo que ocurre en el país. Los dictadores han impuesto la censura a todos los medios y han secuestrado equipos y apresado a periodistas; continúan los allanamientos por fuerzas armadas, en viviendas y lugares considerados opositores violando los derechos humanos. Leia o resto do artigo »
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