Postado em 27 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Governo se opõe a discurso da oposição e deve conceder liberdade vigiada em campos, por meio da nova empresa do setor
Apesar do receio de que Petrobras vire um “Estado dentro do Estado”, governo afirma que precisa da tecnologia da empresa
Fonte: Folha de S. Paulo
Razões estratégicas e políticas levaram o governo federal a optar por uma proposta que era defendida desde o início pela Petrobras, mas que inicialmente não era vista com bons olhos pela comissão interministerial que estudava as novas regras do setor de petróleo: transformar a estatal petrolífera na operadora de todos os campos do pré-sal no país.
Desde o final do ano passado, o governo vinha mudando seu discurso em relação à Petrobras. Se anteriormente a ideia era não fortalecer a estatal para evitar a formação de um “Estado dentro do Estado”, depois o governo se deu conta de que, para manter o controle estratégico sobre a riqueza que será gerada pelo pré-sal, precisaria de todo o conhecimento e da tecnologia da empresa.
Daí a decisão, amadurecida no início deste ano, de transformá-la em parceira preferencial da futura estatal a ser criada para gerir a riqueza do pré-sal. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Correio Braziliense
Por LUIZ GONZAGA BERTELLI
Diretor da Fiesp, presidente-executivo do CIEE e da Academia Paulista de História (APH)
O petróleo continua sendo o principal componente da demanda energética mundial. Hoje, entre os 10 maiores consumidores, sete deles são grandes importadores: Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, China, Índia, Alemanha e França. Quanto às nações produtoras, 70% das vendas mundiais são provenientes de quatro regiões: Oriente Médio (Arábia Saudita, Kuwait, Irã e Emirados Árabes Unidos), África (Nigéria e Argélia), Rússia e América Latina (Venezuela).
Nos dias atuais, a Noruega é o país que tem sabido, com enorme competência, administrar as suas reservas petrolíferas, no mar Ártico, responsáveis por 25% do seu PIB. Os noruegueses são os maiores produtores europeus, possuindo, aproximadamente, 50% das reservas, ainda existentes na Europa Ocidental.
Toda a receita advinda das exportações do petróleo norueguês (cerca de 3 milhões de barris diários) é gerida por um fundo soberano, com ativos estimados em US$ 400 bilhões. Graças a essa fantástica riqueza, o governo norueguês tem aumentado os investimentos públicos, em infraestrutura, educação e isenção de tributos para os empreendimentos privados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Lançamento da Fundação Perseu Abramo, o livro “O abc da crise” cumpre uma dupla tarefa: organiza os diagnósticos e sintetiza os prognósticos feitos pela esquerda no ato da crise, de maneira que o livro se torna útil tanto como instrumento pedagógico quanto como ferramenta política para quem quer que se interesse por certo pensamento crítico e contemporâneo. Trata-se de um conjunto representativo das opiniões não-liberais acerca da crise financeira escritas no calor da hora. O artigo é de William Vella Nozaki.
Fonte: Carta maior
Por William Vella Nozaki (*)
Muito já se comentou sobre o laço – etimológico e histórico – entre as palavras crise e crítica. E, embora a crítica seja muitas vezes acusada de inventar crises inexistentes, nem sempre as crises são acompanhadas de críticas eficientes. De maneira que, no turbilhão de publicações oportunistas e salvacionistas sobre a crise financeira atual merece destaque o livro: “O abc da crise”, organizado por Sérgio Sister e publicado pela Fundação Perseu Abramo.
Trata-se de um conjunto representativo das opiniões não-liberais acerca da crise financeira escritas no calor da hora. Como tal, trazem nas linhas o ímpeto de uma crítica mais conjuntural e de curto-prazo e carregam nas entrelinhas a tentativa de uma análise mais estrutural e de longo-prazo, dois traços peculiares das leituras progressistas e heterodoxas.
Nesse sentido, esse Abc da crise cumpre uma dupla tarefa: organiza os diagnósticos e sintetiza os prognósticos feitos pela esquerda no ato da crise, de maneira que o livro se torna útil tanto como instrumento pedagógico quanto como ferramenta política para quem quer que se interesse por certo pensamento crítico e contemporâneo. Leia o resto do artigo »
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