Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Um dos ângulos mais complexos está nos campos da educação e da saúde, na valoração de seus benefícios.
Washington Novaes é jornalista
Fonte: Jornal da Ciência
Há poucas semanas (3/7) foi mencionado aqui o relatório produzido pela chamada Comissão Stiglitz-Sen-Fitoussi, liderada pelos Prêmios Nobel Joseph Stiglitz e Amartya Sen e encarregada pelo presidente da França de definir novos caminhos para avaliar a situação do mundo que superem as limitações dos indicadores apenas econômicos e financeiros – cuja precariedade ficou evidenciada na não-previsão da atual crise global.
Seria importante que muitas pessoas tomassem conhecimento dessa primeira versão já trabalhada durante mais de um ano e a discutissem, já que os autores pedem “contribuições da sociedade”.
O texto começa pela afirmação de que “há grande distância” entre as medidas comumente usadas por especialistas para avaliar importantes variáveis socioeconômicas (como crescimento, inflação, desigualdades sociais, etc.) e a percepção que delas tem a sociedade. O “gap” é tão profundo e universal, diz a comissão, que não pode ser explicado apenas por ilusões monetárias ou pela psicologia humana. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Mauricio Dias
Depois de muita hesitação, o presidente Lula abriu caminho para a realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, marcada para dezembro. Entra em pauta, pela primeira vez no Brasil, a discussão sobre a imprensa, suas virtudes e vícios.
Dois livros, lançados recentemente, ajudam na reflexão sobre o papel da mídia no Brasil e em toda a América Latina e põem foco em uma questão crucial para a democracia: o monopólio da informação.
A Batalha da Mídia (Editora Pão e Rosas) é de Dênis de Moraes, jornalista e doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ. A Ditadura da Mídia (Editora Anita Garibaldi) é do jornalista e secretário de comunicação do PCdoB, Altamiro Borges.
Os dois textos abaixo, escritos pelos dois autores a pedido do colunista, iluminam melhor a compreensão dos livros que escreveram. Leia mais em Carta Capital…
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Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Luís Nassif
Um minuto depois de jurar que jamais colocaria “um alfinete para atrapalhar uma investigação” [do Ministério Público], o presidente Luiz Inácio Lula da Silva jogou um caminhão inteiro de mísseis, não de alfinetes, no caminho dos procuradores.
Disse o presidente, na posse do procurador-geral da República: “Um dia vai aparecer alguém que vai achar que vocês são demais e vai propor mudanças no Congresso Nacional. Sabemos que a mudança nunca será por mais liberdade e sim por mais castramento”.
Lula sabe perfeitamente que o Congresso Nacional está discutindo limites à atuação dos procuradores, ou seja, que já apareceu alguém que quer “castrar” esse pessoal que, descontados alguns abusos, tem sido de extraordinária valia para a República.
A frase de Lula roça até na ameaça, ainda mais que ela está claramente vinculada à descabelada tese segundo a qual nem todos são iguais perante a lei, posto que um político como José Sarney não pode ser tratado como “pessoa comum”.
Ante os procuradores, Lula insistiu nessa rematada tolice, ao dizer que o investigador “tem que pensar não apenas na biografia de quem está investigando, mas na de quem também está sendo investigado” (a reprodução é literal de uma frase algo pedregosa).
Não, presidente, quem tem que pensar na biografia é o próprio biografado, que não pode cometer crimes, trambiques ou imoralidades. É correto, presidente, o investigador inocentar um assassino só porque, nos 50 anos anteriores, sua biografia era exemplar?
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