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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho 15th, 2009

El patrimonio de los Kirchner creció un 158 % en solamente un año

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

El patrimonio de la presidenta Cristina Fernández y su esposo Néstor Kirchner creció un 158 por ciento entre 2007 y 2008. Es decir pasó de 17,8 millones a 46 millones de pesos, según la declaración jurada de bienes de la jefa de Estado.

Los Kirchner habían declarado un patrimonio neto de $ 6.851.810 a su llegada al Gobierno en 2003, por lo que sus bienes se acrecentaron desde entonces en un 572 por ciento.

El aumento patrimonial registrado entre 2007 y 2008, afirmó Cristina, se basa en la venta de 16 inmuebles en la provincia de Santa Cruz por 14,5 millones de pesos, la casi triplicación de sus depósitos bancarios y la creación de nuevas empresas como Hotesur SA y Co Ma SA.

A través de estas dos firmas, la pareja expandió sus negocios hoteleros. La empresa Hotesur SA adquirió el año pasado el hotel Alto Calafate, el segundo más grande de esa ciudad. También se destaca la operación con terrenos fiscales en El Calafate que el ex presidente compró en 2006 por $ 132.079 y los vendió en enero de 2008 por $ 6.300.000, negocio con el que ganó $ 6.167.921. Esas tierras fiscales las compró durante la gestión del ex intendente Néstor Méndez y hoy son lentamente investigadas en otra causa.

Fonte: Clarín

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Giovanni Arrighi

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Do ponto de vista teórico, Giovanni Arrighi foi um “heterodoxo”, que soube retomar com criatividade a tradição da grande teoria social dos séculos XIX e XX, de Marx, Weber, Schumpeter e Braudel, para estudar as “ondas longas” econômicas e políticas do capitalismo. Sua ousadia intelectual merece reconhecimento e homenagem em um tempo de mesquinharias e de grande pobreza de idéias.

Por José Luís Fiori

Fonte: Carta Maior

Morreu nos Estados Unidos, dia 19 de junho de 2009, na cidade de Baltimore, o economista italiano Giovanni Arrighi, que foi professor na Universidade Johns Hopkins nos últimos anos de sua vida. Arrighi nasceu em Milão, em 1937, estudou na Universidade de Bocconi, e na década de 1960 participou da geração de cientistas sociais europeus e norteamericanos que trabalharam na África e se dedicaram ao estudo do desenvolvimento econômico nos países da periferia capitalista. De volta à Itália, na década dos 70, e depois nos Estados Unidos, a partir dos anos 80, Giovanni Arrighi dedicou quase três décadas de sua vida intelectual ao estudo da “crise da hegemonia norteamericana” dos anos 70, e das transformações econômicas e políticas mundiais das décadas seguintes, que passaram pela expansão vertiginosa da China e de grande parte da Ásia, e chegaram até a crise financeira de 2008.

Pouco a pouco, Arrighi mudou sua preocupação teórica do tema do crescimento econômico dos países periféricos e atrasados, para o estudo mais amplo do desenvolvimento histórico do capitalismo e do “sistema mundial moderno”, que se formou, se expandiu e se consolidou a partir da Europa, desde o século XVI. Marx teve uma presença decisiva na formação do pensamento de Giovanni Arrighi, mas sua extensa investigação sobre os ciclos e as crises econômicas e políticas da história capitalista partiu de outro lado, de três teses “heterodoxas” do historiador francês Fernand Braudel. Segundo Braudel, o capitalismo não é igual à economia de mercado, pelo contrário, é o “anti-mercado”, e o segredo de seu crescimento contínuo são os “lucros extraordinários” dos “grandes predadores” que não se comportam como o empresário típico ideal da teoria econômica convencional. Em segundo lugar, para Braudel, a força originária do capitalismo não veio da extração da mais valia dos trabalhadores, mas sim da associação entre os “príncipes” e os “banqueiros” europeus, que se consolida muito antes do século XVI. E, finalmente, sempre segundo Braudel, todos os grandes ciclos de expansão do capitalismo chegam a uma fase “outonal”, onde as finanças substituem a atividade produtiva, na liderança da produção da riqueza. Leia o resto do artigo »

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Governo e empresários querem inserir inovação na agenda anticrise Finep pode ser capitalizada para ampliar sua capacidade de concessão de crédito

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Francisco Góes escreve para o Valor Econômico (14/07/09):

Governo e indústria estão juntando forças para aumentar os investimentos em inovação. A ação quer, ao mesmo tempo, evitar que a crise reduza os gastos das empresas em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e preparar o Brasil para uma maior concorrência quando a economia mundial voltar a crescer.

No âmbito público, depois das reduções dos juros nas linhas de financiamento, a agenda volta-se para ampliação do crédito, o que passa pela capitalização da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia.

O presidente da Finep, Luis Fernandes, disse ao Valor que até o fim deste mês deverá estar desenhada uma solução para a capitalização da empresa, tema encaminhado na área econômica do governo, o que lhe permitirá ampliar as operações de crédito para inovação. A Finep também quer definir até agosto formas de ampliar a captação de recursos de financiamento para atender a demanda de projetos em carteira que, em junho, somava R$ 3,4 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Hora de mandar doutores para a Amazônia

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Academia Brasileira de Ciências colocou em debate a fixação de recursos humanos voltados para a pesquisa científica na Amazônia durante mesa-redonda na 61ª Reunião Anual da SBPC. Jacob Palis, presidente da ABC, defende remuneração diferenciada

Vinicius Neder escreve de Manaus para o “JC e-mail”:

A formação e a fixação de recursos humanos qualificados para pesquisa científica são desafios imediatos para qualquer tentativa de buscar modelos de desenvolvimento sustentáveis para a Região Amazônica.

A situação atual é marcada por pequena quantidade de doutores atuando na região (tanto em absoluto quanto per capta), investimentos em C&T menores do que nas demais regiões, dificuldades em preencher vagas de concursos públicos em que o doutorado é requisito e fuga de pesquisadores para outros estados.

O cenário foi traçado nesta segunda-feira, dia 13, na Reunião Anual da SBPC, em mesa-redonda para discutir a revisão do documento “Amazônia: desafio brasileiro do século XXI”, elaborado pela Academia Brasileira de Ciências (ABC). Coordenada pelo presidente da ABC, Jacob Palis, a mesa debateu sugestões para melhorar o quadro e tornar palpável uma série de recomendações para elaboração de políticas públicas. Leia o resto do artigo »

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