Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009
O Conversa Afiada tem o prazer de reproduzir e-mail do amigo navegante Lenilson Avelino:
iFHC gasta 10 vezes mais que Fundação Sarney
O blog Os amigos do presidente Lula revela em primeira mão um caso quase idêntico ao “Escândalo da Fundação José Sarney”, com duas diferenças básicas: 1) o valor do patrocínio é dez vezes maior; e 2) a instituição beneficiada é o Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC). Leia mais no Conversa Afiada…
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Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Sergio Leo
Fonte: Valor Econômico (13/07/2009)
A nova era inaugurada com a crise financeira, que convive tranquilamente com uma GM sob controle estatal do governo dos Estados Unidos, promete trazer um bom debate sobre o lugar e as condições para os antes demonizados investimentos do setor público. É uma discussão particularmente interessante no Brasil, onde debates em economia se dão frequentemente com base em esquemas mentais rasos, rígidos e maniqueístas, como o que classifica automaticamente como ruins as despesas em custeio e benéficos os gastos em instalações físicas.
Hoje e amanhã, no Rio de Janeiro, o Itamaraty e a Unctad, órgão das Nações Unidas para o comércio, realizam um seminário de alto nível sobre investimento público, uma oportunidade de ver esse tema tratado com maior profundidade. A necessidade de se considerar a importância do investimento em capital humano é um dos pontos ressaltados no documento que serve de base ao seminário, preparado pelo Centennial Group, uma firma de consultoria estratégica, a pedido da Unctad. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Correio Braziliense
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social empresta cinco vezes mais e tem rendimento 50% superior à do Banco Mundial
Por Liana Verdini
O principal banco financiador de investimentos de longo prazo no Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, concorre em pé de igualdade com as maiores agências multilaterais de crédito do mundo. Embora tenha um patrimônio líquido menor do que o Banco Mundial (Bird) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por exemplo, o BNDES tem lucro maior e empresta muito mais (ver quadro). E o que faz um banco de fomento de um país de terceiro mundo ser mais efetivo e lucrativo do que instituições de atuação continental?
“Quando se comparam os lucros e os desembolsos do BNDES com os de agências multilaterais, o resultado chama a atenção”, reconhece Ernani Torres, superintendente da área de pesquisa e estudo do BNDES(1). “Mas precisamos observar que as agências emprestam para governos e para projetos de longo prazo. Estamos falando de operações de 15, 20, 25 anos. A instituição brasileira também faz empréstimos de longo prazo, como Itaipu, operação de 25 anos, mas há um volume considerável de financiamentos para compra de máquinas e equipamentos, que são de curto prazo.” Isso faz a carteira de empréstimos do banco girar com maior velocidade, aumentando os desembolsos e a lucratividade da instituição. Enquanto Bird e BID fazem operações com 15 e 25 anos, o prazo médio dos empréstimos do BNDES é de sete anos para os financiamentos via instituições financeiras. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Folha de S. Paulo
Nelson Machado, da Fazenda, está entre os possíveis substitutos de Lina Vieira, que ficou 11 meses no cargo; Appy também pode sair
O ministro Guido Mantega (Fazenda) demitiu a secretária da Receita Federal, Lina Maria Vieira, em razão do desgaste causado ao governo na disputa do órgão com a Petrobras envolvendo a forma de recolhimento de impostos pela estatal.
A Folha apurou que Mantega citou, entre as justificativas para a saída de Lina Vieira, reclamações que teria recebido do Planalto, entre elas da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). O governo estava descontente com a decisão da Receita de investigar a Petrobras. Oficialmente, a Fazenda não comentou o assunto. A saída será oficializada nos próximos dias. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Virgílio Arraes*
Nos últimos anos da Guerra Fria, a América Central destacou-se no cenário internacional por causa da emergência de movimentos políticos populares opostos à tradicional atuação norte-americana naquela área. A referência a Cuba como símbolo de resistência desde os anos 1960 aos ditames da política externa estadunidense era obrigatória, porque a partir do fim da Guerra Hispano-Americana, em agosto de 1898, Washington passou a considerar aquela região como uma zona de intervenção exclusivamente sua, ao amparar-se na Doutrina Monroe.
Entre todas as organizações atuantes nas décadas de 1970 e 1980 naquela área, a de maior relevo foi a da Nicarágua, por intermédio da Frente Sandinista de Libertação Nacional, fundada nos anos 60. Em 1979, os sandinistas apearam do poder o presidente Anastásio Somoza, o maior representante da oligarquia rural. Desde 1937, a família Somoza influenciava diretamente o comportamento sócio-econômico do país, sendo a política externa nicaragüense convergente com os interesses da norte-americana. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Mauro Santayana
O governo decidiu aceitar a instalação da CPI da Petrobras. Poderia tê-lo feito antes, uma vez que dispõe de maioria no Senado. Agira com prudência, ao tentar impedi-la, porque a Petrobras – a maior empresa brasileira, e uma das maiores do mundo – tem as suas ações negociadas nas bolsas internacionais, e qualquer suspeita sobre suas atividades lhe acarretará danos. Duas devem ter sido as razões principais que orientaram o Planalto a solicitar a instalação do colégio investigador. Diante da crise na Câmara Alta, é melhor que a instituição saia do círculo de giz, e passe a atuar, ainda que por iniciativa da oposição e contra o próprio governo, e o presidente confia na lisura das atividades da empresa. Além disso, as principais figuras da oposição se encontram enodoadas com os escândalos. Se o Senado se encontra desmoralizado diante da opinião pública – e é inegável que assim está – situação e oposição se acham sob a mesma tacha. Escapam, como tantos já constataram, algumas poucas ovelhas, em rebanho enegrecido pelas cinzas da corrupção. As circunstâncias fecham com escolhos o trajeto da CPI. Dificilmente as suas sessões serão acompanhadas pelo interesse da cidadania, cansada dos mesmos comediantes de sempre. Leia o resto do artigo »
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