Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Ex-ministro de Assuntos Estratégicos nega ter abdicado de suas ambições políticas para 2010 ao voltar para Harvard
Filiado ao PRB, Mangabeira diz que saída de secretaria lhe dá “mais liberdade” para viajar pelo país, sem as amarras do cargo ministerial
Fonte: Folha de S.Paulo
Por ELIANE CANTANHÊDE
O professor e ex-ministro Roberto Mangabeira Unger saiu da Secretaria de Assuntos Estratégicos para voltar a lecionar em Harvard, mas não abdicou de suas ambições políticas. Ontem anunciou que está disposto a retomar suas viagens pelo Brasil ainda neste semestre e avalia todas as possibilidades, inclusive a de se candidatar à Presidência da República no ano que vem.
Falando à Folha por telefone, dos Estados Unidos, Mangabeira disse que sente “muito afeto” pela ministra Dilma Rousseff, candidata da preferência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sua sucessão, mas que não descarta ser adversário dela. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Numa sessão marcada por discursos emocionais e pelas manifestações de 700 sindicalistas, uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de redução da semana de trabalho de 44 para 40 horas normais. Pelo mesmo projeto, uma proposta de emenda à Constituição (PEC), a hora extra passará a custar 75% a mais que a hora normal de trabalho. Atualmente o adicional é de 50%. Segundo defensores da proposta, em tramitação desde 1995, a redução do tempo de trabalho deverá elevar a qualidade de vida dos assalariados e propiciar a criação de empregos. De acordo com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE), as duas medidas causarão aumento de 10% a 15% nas empresas com grande uso de mão de obra e tornarão mais difícil criar empregos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
Por Argemiro Ferreira
Na composição atual da Suprema Corte dos EUA, o bloco conservador tem leve vantagem (5×4). Mas mesmo depois de tantos prefeitos e governadores negros, inclusive no sul, e de já ter o país um presidente negro na Casa Branca, até juízes conservadores do tribunal mais alto ainda vêem racismo, ao contrário de ideólogos do jornalismo da elite branca brasileira, como Ali (“não somos racistas”) Kamel, que negam a realidade. A análise é de Argemiro Ferreira.

Em decisão quase unânime (8×1) na última semana a Suprema Corte dos EUA manteve intacta a Lei de Direito de Voto que em 1965 estendeu esse direito à população negra do sul. A lei foi aprovada um século depois do assassinato do presidente Lincoln e da vitória da União na guerra civil gerada pela obsessão da elite branca sulista de não abrir mão da escravidão negra – e, depois, da segregação racial.
Na composição atual da Suprema Corte o bloco conservador tem leve vantagem (5×4). Mas mesmo depois de tantos prefeitos e governadores negros, inclusive no sul, e de já ter o país um presidente negro na Casa Branca, até juízes conservadores do tribunal mais alto ainda vêem racismo, ao contrário de ideólogos do jornalismo da elite branca brasileira, como Ali (“não somos racistas”) Kamel, que negam a realidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
Por Emir Sader
Três acontecimentos simultâneos refletem, em direções distintas, os dilemas latinoamericanos atuais: o golpe em Honduras, a derrota eleitoral dos Kirchner na Argentina e a escolha dos candidatos a presidente para as eleições uruguaias. Os três apontam para o tema da continuidade e aprofundamento dos processos de transformação que estão vivendo grande parte dos países latinoamericanos ou a restauração conservadora, com o retorno da direita aos governos da região.
O golpe em Honduras – que tem possibilidade de ser revertido pela rejeição internacional e pelas mobilizações populares internas – aponta para a tentativa do presidente Zelaya de obter um segundo mandato via referendo, para dar continuidade ao processo recém iniciado de transformações internas na contracorrente do neoliberalismo até então vigente no país. O golpe, por sua vez, dado pela cúpula do Judiciário, das FFAA e do Congresso, expressa a inércia das forças conservadoras que sempre dirigiram a Honduras. Zelaya, filho desgarrado do Partido Liberal que, em rodízio com o Partido Conservador, dirigiram por décadas ao país, de forma praticamente harmônica. Leia o resto do artigo »
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