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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho 1st, 2009

Um retrato mais claro da crise

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Por Delfim Netto

 Com a publicação pelo IBGE da estimativa do crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2009, ficou um pouco mais clara a magnitude dos efeitos do choque externo sobre a economia brasileira. As taxas de crescimento anual do PIB (medidas entre os mesmos trimestres de 2008/067 e 2009/08) são as da tabela 1.
Vínhamos num processo de rápida aceleração do crescimento da economia, que gerava algumas preocupações com relação ao comportamento da taxa de inflação. Esta somava dois efeitos: 1. Uma componente interna produzida pelo desequilíbrio entre oferta e procura em alguns setores e 2. Uma pressão inflacionária mundial sobre os preços dos alimentos e do petróleo, cuja importação era minorada pela oportunística sobrevalorização do real construída sobre a política de juros do Banco Central.  Leia o resto do artigo »

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Negócios com a China, mas não um “negócio da China”

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Valor 

Por Carlos Lessa

Com o desempenho espetacular da economia chinesa nas últimas duas décadas, apesar de ter sido atingida pela crise de seu principal parceiro, os EUA, a China logrou preservar em 2009 uma significativa taxa de investimento e um crescimento provável de 6% neste ano. O comércio exterior brasileiro com a China vem apresentando um ritmo expressivo de crescimento e, mantida essa tendência, o peso dos negócios com a China crescerá significativamente. Muitos registram com satisfação a perda de posição relativa do comércio Brasil-EUA.

Em tese, é conveniente para o Brasil aumentar exportações para a China. Entretanto, podem ser “negócios da China”. O Brasil é o grande supridor de minério de ferro da economia chinesa. No âmbito do Mercosul, as exportações siderúrgicas chinesas vêm deslocando o aço brasileiro. Não é um bom negócio comercial nem geopolítico estreitar laços de suprimento de exportações chinesas competitivas com manufaturados brasileiros. Um outro exemplo é, talvez, mais dramático: o Brasil dispõe de excelente couro verde bovino; a China (Hong Kong) e a Itália são grandes importadores desta matéria prima. Os chineses estão fabricando sapatos de couro brasileiro e deslocando o calçado brasileiro do mercado americano. A sofisticação chinesa é tal que têm sido contratados projetistas e especialistas brasileiros, desempregados nos pólos de Novo Hamburgo e Franca pela redução do mercado externo. Talvez venhamos a ver a espantosa venda de calçados “made in China” nos supermercados do Brasil. Equívoco deste tipo aconteceu com uma amiga, que comprou uma colcha em Tiradentes (MG), certa de estar levando para casa um artesanato regional, e descobriu a etiqueta “made in China”. Leia o resto do artigo »

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A urbanização do país e a repressão militar

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Waldemar Rossi   

 Já faz algum tempo, ocupei este espaço para escrever sobre Lei Federal em que o governo Lula transformava unidade do Exército Brasileiro de blindados em divisão de infantaria para ações visando “assegurar o cumprimento da lei e da ordem”. Esta unidade está sediada em Campinas, portanto, muito próxima do aeroporto de Viracopos, com capacidade para, em poucas horas, alcançar qualquer região do país. Alertava, nesse artigo, que tal decisão estava voltada para a futura repressão aos movimentos sociais que venham a atuar publicamente em defesa dos direitos do povo, contrariando os interesses do capital. Muitos, na ocasião, discordaram daquela abordagem.

Pois bem, artigo do jornalista Washington Novaes, de 26 de junho, página 2, primeiro caderno do Estadão, nos revela o seguinte: “Em meio à profusão de notícias sobre os nossos dramas urbanos, merecem reflexão algumas informações: 1) O Exército começa uma operação de treinamento dos seus homens em 11 cidades paulistas – inclusive região metropolitana – para habilitá-los a ‘assegurar o cumprimento da lei e da ordem’ (Estado, 1º/06); 2) o ministro da Defesa, Nelson Jobim, declara que ‘o atual sistema político-partidário se esgotou’” (12/06). Novaes segue com outras reflexões. Leia o resto do artigo »

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A crise internacional: uma visão latino-americana

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por José Serra

Palestra no Foresight, Washington, DC, 18/06/2009

Conhecida nos anos oitenta como o Continente das crises, hoje a América Latina está numa posição ímpar, que lembra em alguns aspectos sua situação durante a Grande Depressão. Da mesma forma que oitenta anos atrás, e em contraste com episódios mais recentes, nossa região se encontra novamente na condição de vítima, não de causadora da crise econômica. Outra semelhança com os anos trinta é que tudo parece indicar que, mais uma vez, a maioria das economias latino-americanas vai se recuperar mais rapidamente do que as economias centrais.

Nos anos trinta, praticamente todos os países da América Latina, exceto Chile e Cuba, superaram seu pico real do PIB pré-depressão muitos anos antes dos Estados Unidos: a Colômbia em 1932, o Brasil em 1933, o México em 1934 e a Argentina em 1935.(1)

A explicação básica para o impacto relativamente menos grave dessa crise na América Latina e na Ásia pode ser encontrada num fato quase ignorado, mas essencial: o canal de contágio. O colapso financeiro das economias centrais se espalhou para os chamados países emergentes não por intermédio de suas causas primárias, mas dos seus efeitos. As mesmas causas – bolhas imobiliárias, pacotes securitizados de hipotecas subprime, desregulamentação financeira excessiva e níveis perigosos de alavancagem – produziram os mesmos resultados catastróficos nos Estados Unidos e onde quer que estivessem presentes, como no Reino Unido, na Irlanda, na Espanha e na Islândia. Leia o resto do artigo »

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