prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Brasil perde espaço para China na Argentina

Escrito por beatriz, postado em 29 dEurope/London junho dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Folha de São Paulo

Por GUILHERME BARROS

O Brasil deixou de exportar um volume de US$ 90 milhões para a Argentina no primeiro quadrimestre do ano pela substituição de produtos brasileiros por chineses no país. Segundo levantamento da Fiesp, a participação brasileira na pauta de importação argentina está em trajetória de queda enquanto a China ganha mercado.
O efeito contrário, ou seja, a substituição de importações argentinas da China por produtos do Brasil, também ocorre, mas em menor intensidade. O cálculo da Fiesp é que o Brasil “roubou” da China um volume de exportações equivalente a US$ 36,6 milhões.
No saldo final, no entanto, a China levou uma vantagem de US$ 52,3 milhões sobre o Brasil no mercado argentino, apenas no primeiro quadrimestre.
“A Argentina deixar de comprar do Brasil para negociar com a China é um absurdo. É inadmissível o desvio do comércio no âmbito do Mercosul”, afirma o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
A projeção da Fiesp é que o “market share” das importações brasileiras sobre o total das compras argentinas caia de 32,1% para 27,6% entre 2008 e 2009. Para os produtos chineses, a expectativa é de aumento de 9,5% para 11,8% do total importado pelo país.
Segundo o estudo, a crise econômica provocou uma queda de 35% na média mensal de importação argentina neste ano. No Brasil, o recuo superou a média e, na China, ficou abaixo dela -retração de 44% e 32%, respectivamente.
O setor mais prejudicado por esse deslocamento é a indústria, de acordo com a pesquisa. A retração da importação argentina de produtos de origem industrial foi de quase 40% para os brasileiros e de apenas 6% para os chineses.
Entre os produtos que a China está ocupando o espaço do Brasil no mercado argentino estão calçados, borracha, têxteis e máquinas -setores em que a Argentina impôs barreiras de entrada aos produtos brasileiros.
Para a Fiesp, um dos motivos que justifica a retração acima da média das exportações brasileiras à Argentina é a demora para a liberação dos produtos na alfândega. Segundo a federação, o tempo de espera chega a 150 dias para alguns produtos. A OMC estabelece como limite de liberação de licenças de importação o prazo de 60 dias.

COSTURANDO A REDE
A Pronto!, empresa de imóveis prontos do Grupo Lopes, começou a credenciar imobiliárias para expandir sua rede e seu portfólio. Hoje, a empresa possui 26 unidades, incluindo cinco parceiras credenciadas, mas quer chegar a cem até o final do ano. “Com a parceria, nós podemos vender os imóveis da carteira das imobiliárias, e eles, da nossa. Com mais produtos no portfólio e exposição maior, as vendas devem crescer”, afirma Lucas Penteado, diretor comercial e de novos negócios da Pronto!. Criada no final do ano passado, a empresa teve uma queda nas vendas durante a crise, mas já sente o mercado em recuperação. “O mercado de imóveis prontos é o primeiro a se reaquecer.” Hoje, a empresa tem cerca de 15 mil imóveis em sua carteira, sem considerar os parceiros.

ETH mantém investimentos mesmo com preço baixo do álcool
O preço deprimido do álcool não vai atrapalhar os planos de investimento da ETH, a empresa do setor sucroalcooleiro do Grupo Odebrecht. A companhia prevê investir R$ 5 bilhões para se tornar uma das dez maiores empresas do mundo.
A afirmação é do presidente da empresa, José Carlos Grubisich, ao comentar o fato de o litro do etanol estar sendo vendido por um preço de cerca de R$ 1,10 na bomba, enquanto a gasolina está em R$ 2,20.
Segundo ele, a vantagem da ETH é estar com volume de produção baixo, por iniciar as operações agora. Mesmo assim, toda a cana extraída está voltada para a produção do açúcar.
Para a próxima safra, quando a ETH já estiver apresentando uma produção mais significativa, a expectativa de Grubisich é de recuperação dos preços do etanol.
O preço baixo de hoje está provocando um aumento de 25% no consumo do etanol, o que vai se refletir no preço no futuro. “O mercado é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento”, diz Grubisich.
INOVAÇÃO
O pacote a ser divulgado amanhã pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve incluir medidas do BNDES de incentivo a projetos de inovação.

NO CÉU 
A TAM vai monitorar a emissão de CO2 de suas aeronaves nas rotas de Londres, Paris, Madri, Frankfurt e Milão, para atender aos requisitos ambientais da União Europeia. De acordo com o presidente da companhia, David Barioni Neto, o plano de monitoramento deverá ser entregue para as autoridades europeias no mês de agosto.

NO FUNDO
O Banco do Brasil lança, a partir de amanhã, outra opção de fundo de investimento, o BB Multimercado Capital Protegido IX, destinado a investidores com aplicações financeiras superiores a R$ 300 mil. O valor mínimo de aplicação é R$ 10 mil.

COPO CHEIO
A Brasil Brau 2009, maior feira do setor cervejeiro do país, recebeu um público 25% maior neste ano do que na edição passada. A próxima edição, em 2011, está prevista para os dias 5 a 7 de julho, em São Paulo. O evento já está com 43% do espaço ocupado.



  Imprimir  Enviar para Amigo  Adicionar ao Rec6 Adicionar ao Ueba Adicionar ao Linkto Adicionar ao Dihitt Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Linkk Adicionar ao Digg Adicionar ao Link Loko  Adicionar ao Google Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs 

« VOLTAR

Faça um comentário

XHTML: Você pode usar essas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>