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Blog do Desemprego Zero

Brasil continua com a 3ª maior taxa do mundo

Escrito por beatriz, postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de S. Paulo

Juro real, que desconta a inflação, cai para 4,9%, menor nível da história, mas ainda alto para padrões mundiais

Por Renée Pereira

A redução de 1 ponto porcentual da taxa Selic, anunciada ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom), derrubou o juro real para o menor nível da história do País. Segundo levantamento da consultoria econômica UPTrend, a taxa de juros, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, recuou de 5,8% para 4,9% ao ano.

Apesar do resultado positivo, o País permanece no terceiro lugar do ranking dos maiores pagadores de juros do mundo, atrás apenas de China (6,9%) e Hungria (5,9%). Isso significa que o Brasil deve continuar atraindo capital estrangeiro, a exemplo do que tem ocorrido nos últimos dois meses. Em maio, segundo dados do Banco Central (BC), a entrada de capital financeiro teve um saldo positivo de US$ 1,54 bilhão.

“O juro real continuará bastante atrativo para o investidor financeiro, já que o resto do mundo está com as taxas muito baixas ou negativas”, explica o economista da Integral Trust Serviços Financeiros Roberto Troster. Na prática, a entrada maior de recursos reduz a cotação do dólar, beneficia as importações e diminui a competitividade das exportações de produtos nacionais.

Segundo o levantamento da UPTrend, 15 países do ranking estão com taxas de juros reais negativas. Entre eles estão Inglaterra (-1,8%), Chile (-1,7%) e Índia (-5%). Na faixa entre 1% e 0, a lista mostra Estados Unidos (0,9%), Japão (0,2%) e Itália (0,1%), entre outros. “A atratividade do juro real traz o investidor não apenas para os títulos públicos, mas também para a bolsa brasileira”, avalia o economista-chefe da UPTrend, Jason Vieira, responsável pela elaboração do ranking de juros.

Ele explica que, por enquanto, a economia não tem sentido os efeitos da queda dos juros reais. A explicação está no aumento dos spreads (diferença entre o custo de captação e o custo do dinheiro emprestado para a sociedade) desde o agravamento da crise mundial. A opinião é compartilhada por Troster, que destaca um aumento dos spreads tanto nas taxas para pessoa física como jurídica. No cheque especial, por exemplo, ele afirma que a margem bruta da intermediação cresceu 14%desde dezembro de 2002.

RANKING NOMINAL

De acordo com a UPTrend, a redução da Selic derrubou o Brasil para a 6ª posição no ranking dos juros nominais.

REAÇÕES

Armando Monteiro Neto
Presidente da CNI

“A redução do juro foi positiva e em sintonia com o ajuste rápido e intenso de que o Brasil necessita. É importante que o Copom mantenha o ciclo de cortes na Selic em suas próximas reuniões,
de modo a permitir a normalização da situação da economia e o retorno ao crescimento”

Luiz Gonzaga Belluzzo
Professor de Economia da Unicamp

“O corte de 1 ponto porcentual foi ousado. É um sinal interessante para o câmbio. Como o corte foi acima da expectativa do mercado, isso deve aliviar a pressão de valorização do real. (…) A economia está indo bem melhor do que vaticinava a nossa vã filosofia”

André Loes
Economista-chefe do HSBC

“Os operadores apostavam majoritariamente em um corte de 0,75 ponto, embora, entre os economistas, houvesse uma divisão entre 0,75 e 1 ponto porcentual. O comunicado divulgado após a reunião indica baixas menores daqui para a frente”

Abram Szajman
Presidente da Fecomércio-SP

“Há espaço para uma redução de pelo menos 25% no spread cobrado atualmente, bastante factível de se conseguir se houver empenho conjunto de bancos e governo. No primeiro trimestre, o spread era de cerca de 70% das taxas de juros cobradas”

Ralph Lima Terra
Vice-presidente executivo da Abdib

“O Banco Central deu uma contribuição para o principal desafio econômico do momento: incentivar o investimento para que a retomada do crescimento econômico ocorra em bases mais sustentáveis e de longo prazo”

Roberto Luís Troster
Ex-economista-chefe da Febraban

“Até a terça-feira, eu achava que o Banco Central cortaria a taxa em 1 ponto. Com a divulgação do PIB (de queda de 0,8%), que veio mais forte do que o esperado, achei que o BC iria por o pé no freio e cortar apenas 0,75 ponto. Acho que o IPCA influenciou”



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