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Blog do Desemprego Zero

Archive for junho 29th, 2009

Crise no Senado…

Postado em 29 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Diálogo de Paulo Henrique Amorim com um sábio jornalista (sem diploma):

- Que crise é essa do Senado?

- É para desestabilizar o Lula, responde o sábio.

- Mas, e se o Sarney se afastasse, sem renunciar, como fez o Renan?, perguntou Paulo Henrique Amorim.

- Aí, assume o vice, o Marconi Perillo, que é do PSDB e responsável pela instalação da CPI da Petrobras.

- Mas, se o Sarney continuar lá, licenciado da presidência, não pode ser uma resistência a um Golpe?

- Responda você mesmo, disse o sábio. Esse Marconi Perillo é acusado de cometer em Goiás todos os crimes previstos na Lei Eleitoral.

- Mas, se a popularidade do Lula está alta, qual é o interesse dos senadores da oposição em querer derrubar o Lula?

- Arthur Virgílio, Sérgio Guerra e Tasso Jereissati, as estrelas da oposição, dificilmente se reelegem.

- Então, é um ato de desespero, pondera PHA.

- É o desespero dos alucinados, é só olhar para a cara do Arthur Virgílio.

- Mas, o Brasil não é Honduras.

- Não é Honduras, mas, se eles tomam o Senado e fecham a Petrobras, eles quebram o Lula.

- Mas, o Brasil não é a Venezuela e pode sobreviver à Petrobras.

- O Brasil não é a Venezuela, diz o sábio. Mas, a Petrobras é um símbolo. A Petrobras é Getúlio Vargas e Lula.

- E o que o Serra tem a ver com isso, pergunta PHA sobre um dos temas de sua preferência.

- A economia brasileira vai sair mais forte no fim da crise e para o Serra o circo pegar fogo pode ser uma boa ideia.

- Mas, pondera PHA, aí, o Serra pega fogo junto.

- Você conhece a fábula do Esopo, a do escorpião e a rã?, conclui o sábio.

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Brasil perde espaço para China na Argentina

Postado em 29 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de São Paulo

Por GUILHERME BARROS

O Brasil deixou de exportar um volume de US$ 90 milhões para a Argentina no primeiro quadrimestre do ano pela substituição de produtos brasileiros por chineses no país. Segundo levantamento da Fiesp, a participação brasileira na pauta de importação argentina está em trajetória de queda enquanto a China ganha mercado.
O efeito contrário, ou seja, a substituição de importações argentinas da China por produtos do Brasil, também ocorre, mas em menor intensidade. O cálculo da Fiesp é que o Brasil “roubou” da China um volume de exportações equivalente a US$ 36,6 milhões.
No saldo final, no entanto, a China levou uma vantagem de US$ 52,3 milhões sobre o Brasil no mercado argentino, apenas no primeiro quadrimestre.
“A Argentina deixar de comprar do Brasil para negociar com a China é um absurdo. É inadmissível o desvio do comércio no âmbito do Mercosul”, afirma o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Leia o resto do artigo »

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Holerite: quase 80% dos pisos não ultrapassam 1,5 salário mínimo, diz Dieese

Postado em 29 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: InfoMoney
Por: Karin Sato
 SÃO PAULO – Cerca de 56% das categorias profissionais possuem pisos de salário que não ultrapassaram o valor de 1,25 salário mínimo. Além disso, 77% não superaram o valor de 1,5 salário mínimo. Já os valores mais elevados, que representam pouco mais de 2% das categorias, registraram pisos salariais superiores a 2,5 salários mínimos.

Os resultados constam de pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), intitulada “Balanço dos pisos salariais negociados em 2008″ e divulgada nesta sexta-feira (22). Leia o resto do artigo »

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Palestra do economista e professor José Carlos de Assis no Levy Institute, NY

Postado em 29 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Palestra do economista e professor José Carlos de Assis, presidente do Instituto Desemprego Zero – IDZ proferida em Nova York (EUA) no Seminário organizado pelo PNUD, órgão da ONU, para avaliar a repercussão e a importância do Programa de Emprego Garantido, implantado na Índia, África do Sul e Argentina, como alternativa para a crise econômica mundial. José Carlos de Assis foi o único brasileiro convidado a falar no evento.

Prof. Dr. José Carlos de Assis*

Entendo que numa democracia o direito ao trabalho dignamente remunerado está no mesmo nível de prerrogativas básicas de cidadania que o direito à propriedade privada. Ambos nasceram como esteios da democracia, e ambos constituem pilares também do sistema capitalista. A diferença é que a estabilidade de uma democracia, sobretudo o que chamo de democracia de cidadania ampliada, não resiste por muito tempo a taxas muito elevadas de desemprego, enquanto, para o capitalismo liberal, o desemprego tem-se constituído como elemento funcional na obtenção de lucro.

O caminho da estabilidade social duradoura pressupõe uma economia com baixo nível de desemprego, só possível, numa democracia que se ancora na propriedade privada, com o capitalismo regulado. Para isso, a intervenção do Estado é fundamental. Não há contrapartida de dever privado para o direito ao trabalho remunerado do cidadão, como bem conceituou Amartya Sen, pelo que é a sociedade, através do Estado, que deve promover as condições básicas do pleno emprego. Sabemos disso desde os anos 30, com o New Deal. E mais ainda, com o sucesso da Social Democracia européia e do Japão no pós-guerra. Leia o resto do artigo »

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