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Blog do Desemprego Zero

Archive for junho 26th, 2009

E-mails de consultor de Dantas são investigados

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: blog do Luís Nassif

A Polícia Federal abriu investigação sobre a vasta coleção de e-mails encontrados em poder do executivo Roberto Amaral. São milhares de mensagens em cerca de 10 CDs recolhidos na casa de Amaral durante blitz realizada em 16 de dezembro por ordem judicial. A troca de correspondência aponta para ex-ministros, empresários, lobistas e políticos intensamente empenhados no processo de privatização das teles.

Entre 2000 e 2005 Amaral trabalhou como consultor do banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity. O executivo caiu na malha da Operação Satiagraha – investigação da PF sobre suposta ligação de Dantas com crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

A PF abriu os arquivos de Amaral e identificou o que suspeita ser a pista para casos de tráfico de influência em diferentes níveis de governo. Há citação a um deputado que teria exigido dinheiro do banqueiro. A investigação corre sob sigilo.

Executivo da empreiteira Andrade Gutierrez por longo período, Amaral exibe em seu currículo importantes ligações com o poder nos últimos 30 anos. Administradores atingiram cargos estratégicos em gestões estaduais e federal graças a seu prestígio.<-->

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Carta IEDI n. 368 – A Relevância de São Paulo na Indústria Regional e a Melhora do Emprego

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Produção Industrial Regional. Segundo dados divulgados pelo IBGE, na passagem de março para abril de 2009, sete das catorze regiões do País pesquisadas apresentaram aumento do nível de produção, na série livres de efeitos sazonais. Para o crescimento de 1,1% da indústria nacional podemos destacar o desempenho Espírito Santo (7,1%), seguido por Goiás e Rio Grande do Sul (ambos com 2,3%) e Ceará (1,7%). São Paulo (1,0%), Minas Gerais (0,6%) e Santa Catarina (0,5%) apresentaram também taxas positivas, entretanto, abaixo da média nacional. Por outro lado, Bahia (-11,0%), região Nordeste (-5,1%) e Amazonas (-5,0%) apresentaram os maiores recuos.

Na comparação mensal (mês/mesmo mês do ano anterior), todas as localidades pesquisadas apresentaram recuos. As quedas mais acentuadas foram registradas no Espírito Santo (-26,7%), Minas Gerais (-21,6%), Amazonas (-21,1%) e Bahia (-20,4%). Com recuo menos intenso que a média nacional (-14,8%), aparecem os seguintes estados: Paraná (-2,8%), Ceará (-2,9%), Rio de Janeiro (-3,9%) e Goiás (-4,2%). No acumulado no primeiro quadrimestre, frente o mesmo período de 2008, todas as regiões novamente apresentam taxas negativas de variação. Com perdas acima da média brasileira (-14,7%), estão: Espírito Santo (-30,3%), Minas Gerais (-23,5%), Amazonas (-19,8%), Rio Grande do Sul (-16,4%), São Paulo (-15,4%) e Santa Catarina (-15,0%). Na variação acumulada nos últimos 12 meses (com média nacional de -3,9%), o destaque foi novamente o Espírito Santo (-9,7%), seguido por Minas Gerais (-8,3%). Por outro lado, Paraná (4,8%) e Goiás (2,9%) registraram as duas únicas ampliações da produção industrial nesse período. Leia mais…

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É hora de sair da casca

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por David Kupfer

Fonte: Valor Econômico (24/06/09)

Enquanto os bebês concebidos em 15 de setembro de 2008, data da quebra do Lehman Brothers e que simbolicamente marca o início do crash financeiro mundial, já nasceram, os especialistas ainda não conseguiram concluir se a crise será um V, um U com a curva direita muito ou pouco suave, um L com o segmento vertical mais ou menos inclinado ou até mesmo um W, como aventado mais recentemente. Porém, debates sobre caligrafia à parte, virando a lente para um futuro um pouco mais distante do que o próximo trimestre, já é possível vislumbrar grandes inflexões ou mesmo mudanças de paradigma que a economia mundial irá experimentar após a digestão da fase aguda da crise, dure ela mais seis meses ou dois anos e, mais importante, avançar no debate sobre os meios e modos de enfrentar os desafios que essas mudanças estão trazendo.

Uma das dimensões na qual a ruptura da antiga ordem econômica mundial já provoca e continuará provocando uma importante inflexão é a relacionada aos fluxos de capitais privados entre os países. A julgar pelos números recém-divulgados no relatório Desenvolvimento Financeiro Global 2009 do Banco Mundial, esses fluxos estão experimentando uma grande retração que dificilmente será revertida nos anos vindouros. Segundo o documento, a perda de valor de mercado das empresas cotadas nas bolsas de valores mundo afora atingiu a incrível marca de US$ 17 trilhões. Na medida em que os excedentes de capital, em grande parte estacionados nos mercados financeiros dos EUA, União Europeia e Japão, vão sendo erodidos pela deflação no valor dos ativos, e que as fontes de incerteza que rondam os negócios não são revertidas, mais crítica para assegurar a retomada do crescimento será a habilidade dos países em desenvolvimento em criar mecanismos de financiamento alternativos que permitam ocupar esses espaços vazios. Leia o resto do artigo »

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Petrobras e Vale se unem para explorar petróleo e gás

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Por Kelly Lima, Nicola Pamplona e Irany Tereza 

As duas maiores empresas da América Latina, Petrobrás e Vale, anunciam hoje parceria para explorar petróleo e gás natural no Espírito Santo. O memorando de entendimentos será apresentado pelos presidentes das duas companhias – José Sergio Gabrielli e Roger Agnelli – como um passo na direção de uma estratégia conjunta no setor de energia. Diretores da Vale já adiantaram, porém, que os investimentos da mineradora em energia estão voltados exclusivamente para suprimento próprio.

Esse primeiro acordo visa à aquisição, pela Vale, de 25% da concessão da Petrobrás no bloco BM-ES-22, no norte da Bacia do Espírito Santo, área com elevado potencial de gás natural. Fontes do mercado e das empresas, no entanto, adiantam que outras aquisições não estão descartadas. Há indicações também de que estão em andamento negociações para a produção conjunta de fertilizantes e outros investimentos na produção de gás.  Leia o resto do artigo »

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Argentina está melhor que o Brasil na crise

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

No primeiro trimestre de 2009, a balança comercial foi positiva, mostrando um superavit de 3.900 milhões de dólares. Por outro lado, a conta capital e financeira continuou a sua tendência descendente e fechou com um déficit de 1.831 mil

No primeiro trimestre de 2009, a balança comercial foi positiva, mostrando um superavit de 3.900 milhões de dólares. Por outro lado, a conta capital e financeira continuou a sua tendência descendente e fechou com um déficit de 1.831 mil dólares.

Embora o balanço de conta corrente foi positivo, é importante esclarecer que não foi devido ao aumento das exportações, mas uma forte queda das importações.

E.U. Exportação de serviços e para o primeiro trimestre de 2009, enquanto as importações diminuíram 26% o fizeram a uma taxa de 35%. Este diferencial é a razão para a queda excedente comercial. Algo comum em épocas de recessão, quando a demanda por produtos importados é reduzida, não só de bens de consumo, mas principalmente na capital e insumos.

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POR QUE 80% DOS EMPREGOS GERADOS NO BRASIL SÃO DE APENAS E TÃO SOMENTE DE ATÉ 2 SALARIOS MÍNIMOS?

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

 Por Geraldo Serathiuk*

              Ao ler informações do movimento sindical sobre a situação dos salários no Brasil, proponho uma reflexão. A elite brasileira impôs historicamente um projeto de desenvolvimento para o Brasil baseado na exportação de matéria-prima (açúcar, farelo, madeira, minério, carne in natura etc.), sem transformação e agregação de valor aos nossos produtos, o que nos colocou muito mal na divisão internacional do trabalho e ainda nos trouxe degradação ambiental, concentração da terra, migração para as grandes cidades e criminalidade.

          Por isso para o povo brasileiro: “80% dos empregos gerados no Brasil são de no máximo 2 salários mínimos ou para os que não conseguem um emprego, o Estado como caixa de compensação e de estabilização do setor produtivo, que usa da mais alta rotatividade de mão de obra do mundo para pagar baixos salários, oferece uma bolsa compensatória ou assistencial,  para manter este modelo de exclusão e concentração da riqueza, e caso não se aceite, polícia e presídios, para os que seguem outro caminho”.  Leia o resto do artigo »

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