Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: O Globo
Por Eduardo Rodrigues e Martha Beck
Resultado foi o maior em 13 meses e foi influenciado por investimentos
A entrada líquida de dólares no país em maio foi a maior registrada nos últimos 13 meses e responde pela forte desvalorização da moeda americana frente ao real no período. Segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central (BC), o superávit cambial no mês alcançou US$ 3,134 bilhões, o melhor desempenho desde os US$ 6,723 bilhões de abril do ano passado. Além do saldo comercial de US$ 1,551 bilhão no mês, o resultado foi inflado pela entrada em massa de investimentos de portfólio, que levaram a conta financeira a ficar positiva em US$ 1,583 bilhão, após 13 rombos consecutivos.
O presidente do BC, Henrique Meirelles, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afinaram o discurso e disseram que a enxurrada de moeda estrangeira é positiva, pois está voltada a investimentos em ações e no setor produtivo. Apesar de o real forte prejudicar as exportações, eles garantiram que o governo não deve voltar a cobrar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre capital externo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Agência Brasil, de Brasília
Ao optarem por queimar estoques em vez de aumentar a produção, para dar conta da crescente demanda do mercado consumidor varejista, as indústrias brasileiras contribuem para que o Produto Interno Bruto (PIB) seja menor do que o esperado. A afirmação é do diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, feita ontem durante o lançamento da publicação “Conjuntura em Foco”, que aborda o tema Flutuação de Estoques e Produto Industrial. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte:VALOR
Por Daniel Rittner
O Ibama concedeu ontem licença de instalação da usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia, acompanhada de uma lista de 53 exigências que devem ser cumpridas pelos responsáveis pela obra. Na semana passada, uma equipe técnica responsável pelo licenciamento deu parecer desfavorável, embora preliminar e não-conclusivo, à licença e indicou o descumprimento de exigências feitas na etapa anterior.
“Não escutamos um lado só, não fizemos exigências para um lado só. Foi um acordo entre todo o setor de meio ambiente do governo federal, do governo estadual e das empresas envolvidas”, disse a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante o balanço quadrimestral do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que dá selo verde à hidrelétrica, com obras paradas desde o dia 19 de maio, quando expirou a licença provisória. Leia o resto do artigo »
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