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Blog do Desemprego Zero

Archive for junho 3rd, 2009

Pré-sal: oportunidade ou ameaça para a civilização brasileira?

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Carlos Lessa

Fonte: Valor Econômico (03/06/09).

O pré-sal ocupa uma área correspondente a 800 km de extensão por 200 km. É uma reserva de cerca de 90 bilhões de barris de petróleo leve, o que situa o Brasil com a provável quarta reserva mundial. Na década de 70, havia suspeita geológica. A descoberta com procedimentos de sondagem aperfeiçoados pela Petrobras, foram abertos 11 poços e todos chegaram ao petróleo do pré-sal. O primeiro custou US$ 260 milhões; hoje, se reduziu a US$ 60 milhões. Com barril acima de US$ 50, há economicidade na produção de petróleo do pré-sal.

O Brasil, em 2008, exportou 36,9% de produtos básicos e 13,7% de semimanufaturados, enquadrando-se como um país exportador de commodities. Alguém diria, entusiasmado: “O Brasil agora será um importante exportador de petróleo”. Espero que isto não aconteça. Sou favorável a que o Brasil amplie continuamente sua receita de exportações, porém preferencialmente com semimanufaturados – melhor exportar diesel que petróleo – ou com manufaturados. Certamente o Brasil continuará sendo exportador de commodities. A soja em grão é um produto agropecuário no âmbito do estabelecimento agrícola; para ser produzida necessita fertilizantes e combustível para as máquinas agrícolas, ou seja, produtos de petróleo. O caminhão de transporte ao porto utiliza combustível derivado de petróleo, sendo ele mesmo composto com diversas peças – pneus, plásticos – diretamente produzidas a partir de petróleo. A soja em grão exportada “leva ao exterior” o petróleo utilizado ao longo de sua cadeia produtiva. Isto é verdadeiro para todos os produtos exportáveis. É sempre preferível, para a geração de emprego e renda no Brasil, dispor da economia de petróleo a serviço da exportação e da produção para o mercado interno. Leia o resto do artigo »

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A política está funcionando

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2009

“Uma recessão profunda comprova que existe um enorme aumento na poupança excedente desejada com pleno emprego, como argumenta o professor Krugman. No momento, portanto, os déficits fiscais não estão dificultando as emissões do setor privado. Pelo contrário, estão facilitando as emissões, apoiando a demanda, que sustenta os postos de trabalho e os lucros. O que teria acontecido se os governos tivessem decidido reduzir despesas e elevar impostos? Pode-se discordar de quanto de afrouxamento fiscal deliberado foi necessário. Mas um dos motivos mais importantes que explicam porque esta não é a Grande Depressão é que aprendemos uma lição então, e no Japão na década de 1990: não apertem a política fiscal cedo demais. Além disso, economias historicamente bem administradas certamente são capazes de aguentar níveis mais altos de endividamento público muito confortavelmente” – Martin Wolf, ‘A política está funcionando’, Valor Econômico (03/06/09).

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A montadora nacional

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Interessa ao Brasil ter sua própria indústria automobilística?

Vamos a alguns dados do professor Rodrigo Medeiros, publicados no Blog.

Nos países mais desenvolvidos e nos tigres Asiáticos, os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações. Medeiros denomina a esses setores de “indústrias centrais”, em torno das quais se estrutura a industrialização, a inovação e a competitividade nesses países centrais.

Hoje em dia, Estados Unidos, a Europa e o Japão respondem por pouco menos de 70% dos gastos globais em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Por isso, investir nesses setores deve ser prioridade nas políticas industriais dos países menos desenvolvidos, diz Medeiros.

Leia mais em Luís Nassif (blog)

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Dica de Leitura: A crise estrutural do capital, de István Mészáros

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2009

O colapso do sistema financeiro não é a causa, mas sim a manifestação de um impasse na economia mundial. É desta forma, em oposição às linhas de interpretação hegemônicas, que István Mészáros analisa o atual período histórico em sua nova obra, A crise estrutural do capital. No livro, o filósofo desmonta uma série de ilusões associadas aos acontecimentos recentes e afirma que as raízes da crise, na verdade, encontram-se no atual estágio de desenvolvimento do capitalismo.

Crise dos subprime, crise especulativa, crise bancária, crise financeira – os nomes são muitos para a imensa expansão da aventura especulativa, que abalou o capital financeiro e, naturalmente os ramos produtivos das economias. Em resposta, governos e instituições globais jogam trilhões de dólares no sistema, ao passo que os indicadores econômicos seguem sinalizando o aprofundamento da deterioração na chamada ‘economia real’. Leia o resto do artigo »

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“Por que criminalizar a pecuária na Amazônia?”

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Instituto Ethos

Por João Meirelles Filho*

A maior atividade ilegal da Amazônia é a pecuária bovina extensiva. Não é o tráfico de drogas ilícitas, a biogrilagem, a extração ilegal de madeira ou o garimpo.

Estes movimentam pouco dinheiro e pouca gente se comparados à pecuária. É crime contra os habitantes da Amazônia, pois mais da metade da carne consumida na própria região é abatida, transportada e vendida de forma clandestina, sem condições de higiene, burlando o fisco e a todos nós.

É crime de lesa-humanidade, ao ser o principal fator de emissão de gases que contribuem para as mudanças climáticas globais – carbono e metano, principalmente. Isto envergonha o Brasil perante o mundo, pois o mostra como um país incompetente.

Enquanto as outras nações se preocupam com o clima, o Brasil faz da Amazônia uma grande e desavergonhada fogueira. Em 30 anos, nós, os brasileiros, desmatamos 70 milhões de hectares na Amazônia, uma área maior que Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo juntos. Leia o resto do artigo »

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Etanol em pauta

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Agência Fapesp

Por Thiago Romero

Agência FAPESP – O Brasil, maior produtor mundial de cana-de-açúcar, produziu e processou cerca de 496 milhões de toneladas na safra de 2007/2008, para 350 usinas em todo o país. A produção mundial está próxima de 1,6 bilhão de toneladas e se concentra principalmente nas regiões tropicais, especialmente nas nações em desenvolvimento da América Latina, África e sul e sudoeste da Ásia, em um total de aproximadamente cem países produtores.

Os números por si só justificam a realização no Brasil da segunda edição de um dos principais encontros sobre o etanol em todo o mundo, o Ethanol Summit, concebido para ser um palco de discussões aprofundadas e de alto nível sobre o biocombustível, reunindo empresários, representantes de governo, produtores e pesquisadores de várias partes do mundo. O encontro teve início nesta segunda-feira (1/6), em São Paulo. Leia o resto do artigo »

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