Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Blog do Eduardo Guimarães

Segundo informações da agência AFP, “os presidentes de Equador e Venezuela, Rafael Correa e Hugo Chávez, vão propor à União de Nações Sul-Americanas (Unasul) a criação de um órgão regional que defenda os governos dos abusos da imprensa“.
Já Correa chamou a imprensa de seu país de “corrupta e instrumento da oligarquia“.
Chávez garantiu que o Equador “conta com todo o apoio da Venezuela em sua luta contra este fenômeno que se aproxima da loucura do fascismo, de forma aberta, descarada e cínica“.
Um dos maiores inimigos da América Latina é a imprensa, segundo Correa, pois seria “comprometida com os poderes que sempre dominaram a região” . Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.39, ano 2 – 27/05/2009 a 02/06/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009
“Para os que creem na matemática como linguagem universal, essa estética leva à existência de uma única verdade. Acho isso preocupante, pois me soa como ecos de um monoteísmo judaico-cristão, uma infiltração religiosa, mesmo que sutil e metafórica, nas ciências. Melhor é defender a matemática e a beleza como nossa invenção. Criamos uma linguagem para descrever o mundo, que não podemos deixar de achar bela”.
Fonte: Jornal da Ciência
Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “Harmonia do Mundo”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Yvonne Maggie elogia decisão do TJ do Rio, critica cotas raciais e defende investimentos na educação básica
José Meirelles Passos escreve para “O Globo” (31/05/09):
Fervorosa ativista contra o sistema de cotas raciais para o ingresso nas universidades, a antropóloga Yvonne Maggie, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, comemorou a recente suspensão, pelo Tribunal de Justiça, da lei estadual que estipulava a reserva de vagas em universidades estaduais, como um primeiro passo para a revogação de leis raciais.
A seu ver, elas servem apenas para dividir os brasileiros que, no geral, diz, rejeitam o racismo. Segundo ela, o sistema de cotas é fruto de pressão internacional alimentada por milhões de dólares da Fundação Ford: – Essa pressão talvez tivesse caído no vazio se não houvesse dinheiro americano nessa história.
- O sistema de cotas é apresentado como forma de criar oportunidades iguais para todos. A senhora discorda. Por quê?
Porque ele faz parte de leis raciais que querem implantar no Brasil. E elas são inconstitucionais. A Constituição Federal proíbe criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si. A do Estado do Rio também. Estou defendendo o estatuto jurídico da nação brasileira, com base no fato de que raça não pode ser critério de distribuição de justiça. Raça é uma invenção dos racistas para dominar mais e melhor. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
Com a concordata requerida, a General Motors não desaparecerá. O modelo de concordata americano, assemelha-se no nosso recém-criado recuperação judicial – inspirado no Capítulo 11 da legislação americana sobre falências e concordatas.
Primeiro, a empresa declara sua incapacidade de quitar suas dívidas. Comprova comparando seu faturamento com seu passivo. Depois, tem 60 dias para apresentar um plano de negociação das dívidas.
No caso da GM, será impossível equacionar a dívida sem redução do total devido e sem aporte de capital novo. É aí que entra o governo norte-americano.Para poder ajudar a companhia, o governo de Barack Obama exigiu um plano que mostrasse sua viabilidade. A GM não conseguiu se acertar com os credores e trabalhadores. Entrou, então, com o pedido de proteção judicial – para evitar a liquidação, caso em que seria fechada e seus bens leiloados para atender aos credores.
Agora, a administração federal colocará cerca de US$ 50 bilhões na companhia – US$ 20 bilhões dos quais já liberado. Ficará com 60% do capital. O governo do Canadá entrará com US$ 95 bilhões e ficará com mais 12,5%. O sindicato UAW com 17,5%. Leia o resto do artigo »
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