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Blog do Desemprego Zero

Um projeto para o Nordeste

Escrito por Imprensa, postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Luís Nassif (blog)

Na Secretaria Especial de Acompanhamento Econômico, Roberto Mangabeira Unger tem se comportado como uma espécie de provocador de ideias de todo o governo. Vai de um lado para o outro, identifica ideias inovadoras, agita na imprensa e espera que, daí, as ideias frutifiquem.

É uma ação meio guerrilheira, em função da falta de instrumentos que permitam compatibilizar planejamento de longo prazo com o dia a dia da gestão pública. Mesmo assim, tem cumprido seu papel.

Um dos últimos documentos gerados foi o paper “O desenvolvimento do Nordeste como projeto regional”.

Nos últimos anos, a região emergiu como uma das forças dinâmicas da economia. Na fase de estagnação da economia brasileira, como um todo, exibiu vários polos dinâmicos de crescimento, em grande parte estimulados pela nova demanda que surgiu, através do Bolsa Família e da Previdência Social.

Agora, Mangabeira propõe uma visão mais integrada em cima dessa base já existente.

Parte de uma premissa inicial, de que não há solução para o Brasil sem solução para o nordeste. Estão lá os maiores bolsões de pobreza, mas também regiões dinâmicas, como o cerrado do Oeste da Bahia e do Sul do Pìauí, entre outras.

Na outra ponta, há um conjunto de fatores relevantes, entre os quais Mangabeira destaca o que chama de vínculos associativos – capacidade de trabalho em equipe ou cooperativa (chamado de capital social pelos sociólogos) – e a força da identidade coletiva. Ou seja, a cultura local é um forte instrumento aglutinador.

Atualmente, a região vive um dilema. Há muito empreendedorismo, uma cultura que se espraia por toda a região, obras de infraestrutura, renovação da ncuiltura política, especialidades em temas nordestinos. Mas falta um projeto de nordeste capaz de consolidar toda essa realidade.

Essa falta de projeto acaba levando a uma cultura da busca de subsídios e incentivos fomo fim, não como meio necessário para desenvolver a região. Sem o projeto, cada estado ou setor defende a sua parte, seus interesses, perdendo de vista a estratégia regional.

A segunda maneira a preencher a ausência de projetos são as apostas nas grandes obras de infraestrutura, como a Transposição do São Francisco e a integração das bacias hidrográficas, deixando para segundo plano o investimento nas instituições e nas pessoas.

A terceira maneira é o que ele chama da “ilusão do pobrismo”, tratar o semi-árido (a região mais pobre) com empreendimentos quase artesanais, que geram um pouco mais de renda, sem gerar solução. Às vezes se embarca na ilusão oposta, que ele chama de “sãopaulismo” – o de tentar reproduzir no nordeste o mesmo modelo de desenvolvimento industrial de São Paulo, com grandes empresas estruturadas hierarquicamente.

Mangabeira considera o nordeste o laboratório ideal para novas experiências, formas de produção mais descentralizadas e flexíveis, mais vocacionadas à inovação permanente.

Há que se tomar cuidado para não colocar formas ideais de desenvolvimento muito distantes da realidade e do potencial da região. O trabalho contempla várias formas de desenvolvimento regional.



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Uma Resposta para “Um projeto para o Nordeste”

  1. Blog do Desemprego Zero » Blog Archive » Boletim Semanal: Setor elétrico, BNDES, Malan, Nordeste, Cacciola falou:

    [...] Um projeto para o Nordeste [...]

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