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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 20th, 2009

Desafios e oportunidades da crise

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes & Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (20/05/2009)

A crise econômica global oriunda do mercado de capitais norte-americano representa um grande desafio de superação para os países menos desenvolvidos. O transbordamento da crise financeira para a chamada economia real já foi captado pelos diversos institutos de estatísticas.

No Brasil, a tese do descolamento provou-se ilusória e o país se vê forçado a tomar medidas contra a crise. O debate sobre quais devem ser as medidas de combate à crise certamente polarizam acadêmicos e parlamentares de diversos matizes ideológicos. Entretanto, acreditamos que as próximas linhas traduzem, em uma boa medida, alguns pontos de convergência.

Desde os escritos de Joseph Schumpeter, ainda na primeira metade do século XX, reconhece-se que o sistema capitalista estaria sujeito a crises cíclicas. Em síntese: (a) ondas de destruições criadoras se manifestariam recorrentemente ao longo do processo de acumulação; (b) a superação dos paradigmas obsoletos seria tarefa dos empreendedores e as mudanças dependeriam de ações voluntárias dos atores sociais e da capacidade dos mesmos em aceitar riscos e incertezas; (c) os empreendedores não são limitados pela demanda corrente e a competição que realmente importa é pelo futuro.

Schumpeter percebeu que o capitalismo, assim como qualquer outro sistema social, requer fé nos valores e nas virtudes da civilização que produz. O capitalismo plausível, portanto, seria um sistema capaz de se renovar recorrentemente, democratizando as oportunidades e valorizando a liberdade individual num contexto de interdependência social. Nesse sistema, não haveria nada a temer da ascensão dos trabalhadores, pois a sofisticação das transformações econômicas demandaria gestores capacitados para lidar com situações mais complexas. Mesmo no “socialismo plausível”, as habilidades para dirigir o sistema seriam similares ao do gerenciamento de um capitalismo avançado no qual uma elite progressista encontraria seguramente seu lugar. Leia o resto do artigo »

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Belo Monte e o “W” do desmatamento

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Rodolfo Salm   

“A usina Belo Monte deve ser mesmo licitada em setembro ou outubro”, anunciou a Agência Brasil, órgão de comunicação do governo federal, no dia 10 de maio. Segundo o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, o licenciamento ambiental para a obra “está bem encaminhado e tramita normalmente”. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ainda definiu como “estapafúrdias” as notícias com informações contra as previsões de Zimmermann.  

Na verdade, estapafúrdio mesmo é o ministro “ambientalista”, o grande licenciador de obras e barrageiro Carlos Minc falar em leilão se o estudo de impacto ambiental de Belo Monte ainda não está concluído. Falta justamente o componente antropológico, que aborda um dos aspectos mais delicados deste projeto megalomaníaco, ainda em desenvolvimento. Aliás, neste momento, a equipe de pesquisadores contratada para executá-lo está em uma expedição de campo investigando fortes indícios da presença de índios não contatados (que ainda vivem sem contato direto com a nossa civilização) a meros 60 km em linha reta do local onde se pretende construir a barragem da terceira maior hidrelétrica do mundo!   Leia o resto do artigo »

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A política social de Lula

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Por Delfim Netto

Uma das perguntas mais interessantes, das que se apresentam aos brasileiros, é a seguinte: a visível continuidade da política macroeconômica do governo Lula com relação à de FHC mostra que nada mudou, que apenas tivemos mais do mesmo? Significaria essa realidade uma traição aos ideais socialistas do Partido dos Trabalhadores, como murmuram na sombra alguns ex-quase grandes revolucionários? 

Desde a sua origem, o Partido Comunista Brasileiro refletiu as desventuras da esquerda europeia e seu precário cimento de um marxismo superficial e duvidoso, que teria infartado o pobre Karl. Sempre houve, no Brasil, uma oposição de esquerda (até católica) ao PCB. 

Boa parte do pensamento marxista brasileiro, refletindo a oposição ao centralismo autoritário, dividiu-se entre trotskistas, luxemburguistas, kautskystas e tutti quanti
O Partido dos Trabalhadores é uma organização quase autóctone construída em São Bernardo do Campo por um gênio político de extração católica. Ele recolheu em seu seio vários grupos de oposição e seduziu a esquerda intelectual, que tentou controlá-lo sem nenhum sucesso. Sonhou, originalmente, transformar o Brasil em um país socialista e democrático com pluralidade partidária…  Leia o resto do artigo »

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É hora de otimismo?

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Bolhas de euforia

Por Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa 

Uma euforia inconsistente toma conta do planeta e alimenta a nova bolha de especulação

The Economist: por enquanto, a França estatizante sai-se melhor que o liberal Reino Unido

De repente, a pior crise financeira desde 1929 pareceu desfazer-se no ar. De dois meses para cá, os índices das bolsas se recuperaram de 30% a 40%, as commodities voltaram a subir, as manchetes dos noticiários econômicos mudaram de tom e de assunto e tudo parece se passar como se os negócios já estivessem de volta ao normal. Se fosse realmente assim, seria bem estranho, talvez mesmo o caso de atribuir virtudes milagrosas ao novo presidente dos EUA.

Deixemos de lado as comparações com a Grande Depressão, que durou 43 meses – de 1929 a 1933 -, não considerada a “recaída” de 1937-1938. A duração média de uma recessão nos Estados Unidos do pós-guerra tem sido de dez meses, chegando a dezesseis nas crises dos dois choques do petróleo, o de 1973 e o de 1979. Considerando que a crise iniciou no fim de 2007, apesar de só bem mais tarde ter sido claramente reconhecida, mal se completou a duração típica de uma crise de maior importância.

Falando de bolsas, a duração média das quedas prolongadas, bear markets no jargão de Wall Street, foi de cerca de 15 meses no pós-guerra, chegando a 21 ou 22 nos casos mais graves, inclusive os choques do petróleo (33 meses em 1929). Visto que o último pico foi atingido em outubro de 2007, seria realmente insólito se o fundo do poço já houvesse sido superado. Quando o Índice Standard & Poor’s chegou a assustadores 666 pontos (6 de março) e o Dow Jones a 6.440 (9 de março), mal haviam se completado 17 meses ladeira abaixo. Leia o resto do artigo »

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