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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 14th, 2009

Brascan estima queda no lucro de três grandes distribuidoras do País

Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil  

Por Roberta Scrivano 

Com exceção da AES Tietê, a Brascan Corretora prevê queda no lucro líquido do primeiro trimestre de 2009 das principais distribuidoras de energia elétrica do País. A CPFL Energia, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Companhia Paranaense de Energia (Copel), segundo previsões da corretora, devem registrar recuo de 19,1%, 6,5%, 0,7%, respectivamente, nos resultados apurados para o período, em relação ao mesmo intervalo do ano passado, enquanto a AES Tietê terá ganhos 8,3% superiores aos computados nos primeiros três meses de 2008.

Uma das razões que explicam os menores ganhos das três distribuidoras no primeiro trimestre, segundo estudo da Brascan, foi a desaceleração da economia brasileira, que reduziu o consumo de eletricidade no setor industrial.

O principal fator para o aumento do lucro da AES Tietê, afirma o estudo, foi o “reajuste tarifário de 13,4% aplicado em julho de 2008″. Segundo estima da corretora, a paulista AES Tietê terá ganhos de R$ 187,2 milhões de janeiro a março deste ano, ante R$ 172,8 milhões verificados no mesmo período do ano passado.

O Ebitda (resultados antes dos juros, impostos e amortizações) da distribuidora deve atingir R$ 315,5 milhões, incremento de 0,5% sobre os R$ 313,9 milhões registrados no primeiro trimestre de 2008. A alta no Ebitda, segundo a Brascan, é “em função de menores despesas com a aquisição de energia elétrica” no período verificado. Leia o resto do artigo »

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Reforma tributária, para ser legítima, precisa viabilizar distribuição de renda

Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Guilherme Delgado

A dimensão econômica do conjunto da política social brasileira corresponde hoje a cerca de ¼ do Produto Interno Bruto, considerados dois dos seus principais indicadores, calculados pelas contas nacionais: “Benefícios Sociais” (monetários) pagos às famílias e “Benefícios em Espécie”, imputados na renda familiar (serviços de saúde e educação básica, principalmente). No último ano em que o IBGE publicou detalhadamente esta informação (2003), os Benefícios Monetários correspondiam a 15,6% do PIB e os “Benefícios em Espécie” a 8,34%. Mas antes que o leitor pergunte sobre o Programa “Bolsa Família” neste contexto, é preciso esclarecer que este era e continua a ser muito pequeno nesse conjunto – ao redor de 0,3% e 0,4% do PIB. E de fato não tem a dimensão econômica e social que se lhe atribui na política social, muito embora tenha significado político-eleitoral especial, a ponto de merecer um tratamento governamental e midiático muito superior à sua dimensão sócio-econômica. 

Esse conjunto de ações e serviços públicos, que denominamos de política social, é até certo ponto um corpo estranho para efeito das agendas de decisão política do governo federal. Também o é às análises da imprensa, que por razões compreensíveis trata apenas das ações singulares em cada domínio da política social, mas nunca do seu sentido geral. Mesmo à reflexão acadêmica, o tema política social em geral escapa à curiosidade dos Encontros Nacionais de Pós-Graduação das várias ciências sociais afins, a menos das exceções que explicam a regra.  Leia o resto do artigo »

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Produção Industrial em Março de 2009: Colapso do Investimento

Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Carta IEDI n.362 

A produção física industrial brasileira registrou, descontados os efeitos sazonais, crescimento de 0,7% na passagem de fevereiro a março. Com esse terceiro resultado positivo consecutivo, a indústria acumula crescimento de 4,8% nessa base de comparação. Essa alta reflete aumento de produção em onze dos vinte e sete ramos pesquisados, com destaque para veículos automotores (7,0%).

Nas demais bases de comparação, a indústria registrou taxas negativas. Frente a março de 2008, a produção fabril brasileira encolheu 10,0%, registrando a quinta queda consecutiva nesse indicador. No acumulado de janeiro a março, a indústria registrou retração de 14,7% frente a igual período do ano passado. Em doze meses, a indústria permaneceu em trajetória declinante, acumulando variação de -1,9% (contra -1,0% em fevereiro). Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, descontadas as influências sazonais, a produção industrial recuou (7,9%) pelo segundo trimestre consecutivo, acumulando uma perda de 16,7% no período.

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