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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2009

‘Banqueiros, usineiros e empreiteiros’ permanecem como prioridades na agenda para 2010

Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Guilherme C. Delgado*    

Há forte evidência na agenda de Medidas Provisórias e outras iniciativas do Executivo no Congresso, ou ainda na ação autônoma do governo federal, de que o desenho estratégico que continua a orientar o governo Lula em 2009, preparando a sucessão de 2010, pauta-se pela mesma aliança de economia política do início do governo. “Banqueiros, usineiros e empreiteiros”, nesta ordem, como protagonistas invisíveis dos poderes da República, na feliz expressão do amigo há pouco falecido Tamás Szmrecsanyi.  

Essa aliança perseguiu, ainda que com defasagens e retardos, a inserção da economia brasileira no “boom” do crescimento da economia mundial, pela via do setor primário exportador.  

Do primeiro para o segundo mandato do presidente a tônica de prioridades vai se deslocando do sistema financeiro, para também arranjar espaços ao agronegócio e aos investimentos em infraestrutura de energia (prioridade do PAC). Mas esse movimento sempre se fez preservando uma máxima “renda mínima” aos credores da dívida pública brasileira – prioridade que restringiu o crescimento econômico a níveis bastante aquém do seu potencial de expansão.   Leia o resto do artigo »

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Mantega: o Brasil e a crise mundial

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Agravamento da Crise Mundial:

  • Crise Financeira externa continua sem solução;
  • Economia Mundial sofre forte deterioração;
  • Brasil reúne condições mais favoráveis para enfrentar crise;
  • Medidas do governo atenuam os impactos e permitirão uma saída mais favorável para o Brasil;
  • Brasil foi um dos últimos a entrar na crise e pode ser um dos primeiros a sair dela.
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Pacto de anormais

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Léo Lince*     

Antigamente, muito antigamente, a palavra “pacto” era usada para designar acontecimentos políticos de larga densidade e elevada envergadura. Era a busca, por parte de forças vivas da sociedade, em momentos de crise profunda ou de ruptura radical na ordem política, de novos caminhos para o convívio social. Coisa séria, resultante de expectativas tensas e demandas debatidas com transparência e sob o olhar vigilante da cidadania.  

Nada parecido com a estranhíssima reunião que os jornais da semana noticiaram sob a designação solene e inadequada de “Pacto Republicano”. Na semana anterior, ninguém sabia de tal evento. Tampouco ninguém sabe o que será dele amanhã. Até porque, a julgar pela versão desencontrada dos jornais, ninguém sabe ao certo do que tratou e o que foi resolvido na referida reunião.

Um jornal, a Folha de S. Paulo, abre manchete que fala em pacto contra o abuso de autoridade, na linha das exigências veiculadas pela direita togada. Outro, o Globo, fala em pacto para possibilitar o arresto de bens sem autorização judicial, que seria do interesse do Executivo. Factóide? Espetáculo que se esgota em si mesmo? Mero acerto entre autoridades que se precatam para as turbulências da crise? Acontecimento opaco, como sempre, aguça desconfianças e estimula as mais variadas especulações. 

Sobre o motivo gerador da iniciativa, ao contrário, há convergência no noticiário. Segundo está nos jornais, integrantes da cúpula do Judiciário, do Executivo e do Congresso estão insatisfeitos com a atuação de delegados, procuradores e juízes em investigações. A idéia do mal chamado “pacto republicano” teria surgido em julho do ano passado, em razão das investigações da Polícia Federal, na Operação Satiagraha. A prisão do banqueiro Daniel Dantas, tudo indica, foi o divisor de águas e o sinal de alerta que acordou as autoridades.   Leia o resto do artigo »

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Finalizar incondicionalmente bloqueio a Cuba é a prova de fogo de Obama nas Américas

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Atilio A. Boron*     

A iminente cúpula das Américas colocará à prova a seriedade das palavras pronunciadas por Joseph Biden na “Cúpula do Progressismo”, sediada em Viña del Mar, em finais de março. Nesta oportunidade, o vice-presidente dos Estados Unidos disse que “acabou a época em que dávamos ordens”. O curioso é que, em que pese as tão promissoras palavras, Biden foi muito enfático ao afirmar que continuaria o bloqueio contra Cuba, próximo de cumprir meio século de vida. Como conciliar ambas as colocações? A Casa Branca diz, por meio de seu qualificado porta-voz, que deseja instalar na região um clima de diálogo, respeito e compreensão; mas, simultaneamente, revela que não está disposta a pôr fim a um bloqueio criminoso e ilegal que recebeu o repúdio universal há décadas. Qual dessas duas afirmações representa a política de Barack Obama para nossa região?  

Com sua enigmática declaração, Biden fortalece a impressão de que a administração Obama não parece muito preocupada em se diferenciar de seu antecessor. As grandes orientações da política externa de George W. Bush gozam de muito boa saúde nas duas áreas estratégicas da Casa Branca: guerra e economia. Na primeira, tendo não só ratificado em seu cargo o falcão Robert Gates como secretário de Defesa, mas também reforçando a presença militar estadunidense no Afeganistão e Paquistão, enquanto que a prolongada estadia de suas tropas no Iraque parece destinada a converter esse sofrido país num eterno enclave neocolonial norte-americano. No tocante à economia, a equipe de assessores e especialistas selecionada por Obama reúne os cérebros que conceberam e levaram à prática a radical desregulamentação do sistema financeiro dos anos 90, causadora da fenomenal explosão da bolha especulativa no verão boreal de 2008. O que se sabe de gente como Robert Rubin, Lawrence Summers, Timothy Geithner e Paul Volcker é que lhes caracteriza uma irredutível fidelidade ao neoliberalismo e aos interesses que este representa: o capital financeiro e os gigantescos oligopólios norte-americanos. Leia o resto do artigo »

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Depoimento do delegado Protógenes na CPI

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Trecho da fala do delegado Protógenes na CPI:

“..E, naquele momento, recebi uma notícia que muito me orgulha, do meu Departamento de Polícia Federal, o qual, salvo engano, está executando, nesta data, neste momento, uma diligência importante nas dependências do Grupo Opportunity, realizando busca e apreensão, coleta de dados, que vão aprofundar e detalhar o esquema criminoso patrocinado por esse banqueiro já condenado, Daniel Dantas. Então, seria mais um motivo pelo qual eu não poderia atender, aí, porventura, sequer os desejos de alguns Parlamentares, mas não vou me furtar, na medida do possível, de indicar o caminho…”

Clique aqui para ler: Transcrição, na íntegra, do depoimento de Protógenes na CPI

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A reunião (do Copom) terá que ser televisionada!

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Quando será que esta maravilhosa tecnologia que é a televisão terá o uso didático e educativo para – televisionando a Reunião do Copom – revelar quais são os que defendem os juros altos, com o seu linguajar enrolado, sua insensibilidade de grande organizador das derrotas do mundo do trabalho, levando a pequena produção à falência, as cooperativas à paralisia, os assentamentos da reforma agrária ao desesperante beco sem saída e toda uma geração sem rumo para o crime? O artigo é de Beto Almeida.

 ”…a dor da gente não sai no jornal”

Luiz Reis e Haroldo Barbosa

Apesar do presidente Lula pregar a redução dos juros praticamente todos os dias, apesar do vice-presidente José Alencar reclamar diuturnamente que “o nosso discurso de campanha de 2002 ainda não chegou ao poder”, forças aparentemente misteriosas e supostamente sobrenaturais fazem com que o Brasil ainda tenha a mais elevada taxa de juros do mundo. O que acontece de fato? Inspirado no título do excelente documentário “A revolução não será televisionada”, reivindicamos aqui que o palco onde estão sendo tomadas todas as decisões para manter os juros nas alturas – a Reunião do Comitê de Política Monetária – precisa ser iluminado, precisa ser escancarado à opinião pública, precisa ser didaticamente televisionado.

É passada a hora de revelar com clareza e sem subterfúgios de um economês propositalmente indecifrável quais são estas forças que estão sabotando o presidente e o vice-presidente. É preciso um novo jornalismo capaz de revelar que forças são estas que estão sabotando os que trabalham, sabotando o pequeno empresário, sabotando o agricultor familiar, sabotando a aplicação criativa e produtiva de recursos empoçados, estagnados e esterilizados em títulos da dívida pública. É preciso que a televisão cumpra o seu papel social de esclarecer o papel anti-social e anti-nacional dos que sabotam e impedem a aplicação deste crédito empoçado na geração de empregos, seja construindo casas, estradas, hospitais, ferrovias, ou fabricando roupas sapatos, móveis e utensílios domésticos que as enxurradas levam a cada nova chuvarada. Enfim, quando será que esta maravilhosa tecnologia que é a televisão terá o uso didático e educativo para – televisionando a Reunião do Copom – revelar quais são os que defendem os juros altos, com o seu linguajar enrolado, sua insenbilidade de grande organizador das derrotas do mundo do trabalho, levando a pequena produção à falência, as cooperativas à paralisia, os assentamentos da reforma agrária ao desesperante beco sem saída e toda uma geração sem rumo para o crime? Quem é o maior criminoso? Uma juventude proibida de trabalhar e tangida para a prisão ou os que produzem as políticas que levam toda uma geração para o crime e a prisão?

Que estupendo efeito político teria sobre a sociedade brasileira a simples colocação na tela, e com explicações didáticas e compreensíveis sobre economia, de todos os que impedem que este país saia da crise pela via da produção de bens do consumo necessário, ao invés de criminosamente fazer rodar apenas a especulação estéril que tão somente cria uma república dos rentistas – a dos que enriquecem sem trabalhar – e a outra, a dos que trabalham e produzem escravizados pelos rentistas, ou gostariam de trabalhar e de produzir, se esta oportunidade não estivesse sendo criminosamente sabotada na cara de todos nós! Afinal, para que serve tanta televisão??? Afinal, para que serve uma tv pública?

Leia mais em Carta Maior

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Hobsbawm: estamos livres para voltar à economia mista, do trabalhismo.

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2009

O Conversa Afiada reproduz artigo do historiador marxista Eric Hobsbawm, extraído da Carta Maior e do Guardian.

Socialismo fracassou, capitalismo quebrou: o que vem a seguir?

A prova de uma política progressista não é privada, mas sim pública. A prioridade não é o aumento do lucro e do consumo, mas sim a ampliação das oportunidades e, como diz Amartya Sen, das capacidades de todos por meio da ação coletiva. Isso significa iniciativa pública não baseada na busca de lucro. Decisões públicas dirigidas a melhorias sociais coletivas com as quais todos sairiam ganhando. Esta é a base de uma política progressista, não a maximização do crescimento econômico e da riqueza pessoal. A análise é do historiador britânico Eric Hobsbawm.

Seja qual for o logotipo ideológico que adotemos, o deslocamento do mercado livre para a ação pública deve ser maior do que os políticos imaginam. O século XX já ficou para trás, mas ainda não aprendemos a viver no século XXI, ou ao menos pensá-lo de um modo apropriado. Não deveria ser tão difícil como parece, dado que a idéia básica que dominou a economia e a política no século passado desapareceu, claramente, pelo sumidouro da história. O que tínhamos era um modo de pensar as modernas economias industriais – em realidade todas as economias -, em termos de dois opostos mutuamente excludentes: capitalismo ou socialismo. Leia o resto do artigo »

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Fênix: a moeda global

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Eliana Cardoso

Fonte: Valor Econômico, 16/04/2009.

Durante pelo menos uma semana, o sr. Zhou, presidente do BC chinês, disputou com Ben Bernanke, presidente do Fed, a atenção dos economistas. O banqueiro causou frisson ao sugerir que o mundo usasse os SDR (Direitos Especiais de Saque do FMI) como moeda de reserva no lugar do dólar. Parêntese: SDR é uma unidade de conta (com base numa cesta de dólares, euros, yens e libras britânicas) que representa o direito de um país adquirir moeda de outro. Corresponde à fração ínfima das reservas globais em dólares.

E então? Imagine que fosse possível contornar os problemas de como passar do dólar à moeda global e os SDR se transformassem em moeda corrente. Você iria às compras com Direitos Especiais de Saque? Não é aí que reside o problema, você me dirá. Para contornar o nome difícil, podemos rebatizar os SDR.

O novo nome poderia ser Fênix, como o do pássaro da mitologia grega, que Voltaire transformou em protagonista de novela com “talhe de águia, mas olhos tão suaves e ternos quanto os da águia são altivos e ameaçadores”. Assim, só quem não tivesse Fênix se amarraria a uma águia de cabeça branca, símbolo nacional dos EUA com suas verdinhas.

O perigo é que o nome do pássaro – que quando morre entra em autocombustão e renasce das próprias cinzas – faz lembrar as inúmeras ocasiões em que uma desvalorização do dólar trouxe à baila a sugestão de sua substituição por outra moeda. Apenas, entretanto, para vê-lo despontar outra vez forte e fagueiro. Leia o resto do artigo »

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