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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2009

“Piores momentos do Mercosul”

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil  

O diretor de Assuntos Econômicos, Integração e Mercosul do Ministério das Relações Exteriores do Uruguai, Walter Cancela, afirmou ontem que o bloco regional “atravessa um de seus piores momentos”.

“Há muitas dificuldades, passamos por um dos piores momentos do processo e estamos em meio a uma crise internacional”, declarou ao participar de encontro com jornalistas estrangeiros em Montevidéu. Segundo Cancela, o bloco tem diante de si um “panorama de dificuldades”, com problemas que afetam a circulação de bens e de pessoas. Ainda assim, garantiu que seu país não considera a hipótese de deixá-lo. “Sair do Mercosul é uma possibilidade teórica, mas não faz parte do ‘menu’ considerado pelo governo”, explicou. Segundo ele, a prioridade das autoridades de Montevidéu é fortalecer o bloco.

Ao detalhar quais são os problemas de circulação vividos regionalmente, Cancela lembrou o bloqueio promovido por ambientalistas argentinos na ponte General San Martín, que liga Uruguai e Argentina. Leia o resto do artigo »

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Críticas ao PAC

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Wladimir Pomar*    

As críticas que pretendem comparar a política do governo Lula com as políticas neoliberais dos governos Collor e FHC possuem ângulos diferenciados. Um deles diz respeito ao que chamam de sacrificar o imenso potencial natural e as imensas bacias hidrográficas em função de interesses imediatistas dos setores agroexportadores e produtivistas. Os recursos naturais e a natureza do Brasil estariam sendo utilizados como mecanismos de “barateamento” dos custos operacionais das grandes empresas, representando perdas irreversíveis para a população. 

O PAC, por seu turno, teria a mesma lógica de crescimento dos projetos daqueles setores que se tornaram dinâmicos justamente em meio ao processo de fragmentação e desmonte do país. Desse ponto de vista, o PAC seria um programa perverso, pois?reforçaria os que já são fortes e não estabeleceria nenhuma prioridade para resgatar os setores que encadeiam a economia nacional, ou seja, aqueles voltados para o mercado interno, para os mercados regionais, para processos de agregação de valor e multiplicação de talentos, de capacidade, de geração de tecnologias.  Leia o resto do artigo »

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Queda de 4,4% da produção industrial confirma recessão

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil

Por Viviane Monteiro

A produção industrial nacional caiu 4,4% no primeiro trimestre, na comparação com igual período de 2008, por causa da queda de 26% nas exportações da indústria de transformação. Os setores de veículos, madeira, petróleo e couro e calçados são os mais prejudicados pela retração das vendas externas. Os dados são do estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Radar: Produção, Tecnologia e Comércio Exterior, divulgado ontem.

Os técnicos do Ipea prevêem que a redução do PIB da indústria deve levar a uma retração do PIB do país neste primeiro trimestre. Por isso, o Ipea já confirma uma recessão “técnica” do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, mesmo sem precisar de quanto seria a queda, já que também houve redução do PIB no último trimestre do ano passado. O resultado é reflexo dos efeitos da crise econômica mundial que derrubou a demanda externa e, consequentemente, as exportações brasileiras. Leia o resto do artigo »

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Cúpula das Américas

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Obama esbanjou simpatia e os “cucarachas” capricharam na tietagem. Tudo estava armado para um grande show de propaganda norte-americana, quando surgiram em cena os três “populistas” (como diz, pejorativamente, a imprensa burguesa) exigindo conversa política séria.

Chávez entregou ao presidente estadunidense o livro de Eduardo Galeano, “As veias abertas da América Latina”, e Evo Morales cobrou a conduta do pessoal da embaixada, suspeito de planejar um atentado para matá-lo.

Desmontado o show, a conversa política tornou-se séria. O texto final do Encontro, que usualmente expressa os consensos obtidos na reunião, não continha referência alguma a um assunto que esteve presente todo o tempo: o fim do embargo norte-americano a Cuba. Apesar da declaração de Patrick Manning, primeiro-ministro de Trinidad Tobago, citado textualmente pela Folha de São Paulo (20/4), de que “houve claro consenso sobre a reintegração de Cuba ao sistema interamericano”, a declaração omitia completamente o tema.  Leia o resto do artigo »

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Cultura: História do distrito de São Bartolomeu – Ouro Preto

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2009

São Bartolomeu é uma das localidades mais antigas da região do ouro. O rio das Velhas atravessa o centro do distrito

São Bartolomeu rio das Velhas

e, por isso, pequenos acampamentos já existiam no local por ser ponto obrigatório de passagem dos bandeirantes, antes mesmo do descobrimento do Ouro Preto. Assim, como a maioria das localidades daquela região, São Bartolomeu recebeu grande quantidade de habitantes em decorrência da crise de fome que assolou Vila Rica em 1700/1701. A primeira capela foi edificada em louvor a Nossa Senhora do Rosário numa fazenda situada um pouco ao norte do distrito, depois edificaram uma ermida para São Bartolomeu, situada no centro da propriedade de mesmo nome.

igreja

Igreja de São Bartolomeu

A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário não consentiu a demolição de seu templo, pois os devotos de São Bartolomeu consideravam o local o ponto mais firme para construção do templo porque não era inundado pelas enchentes e aquela era a clareira mais ampla do local. Depois de muito discutir, chegaram a um acordo: a nova igreja seria construída no centro da vila, mas manteria intacta a capela mór do Rosário. A lateral direita da igreja de São Bartolomeu é composta pelo altar mor dos dois retábulos laterais da antiga capelinha do Rosário. Uma particularidade desta igreja é a existência de um sino de madeira, construído para compor a torre. Leia o resto do artigo »

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A tarefa dos progressistas

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2009

O Estado precisa ser refundado. Ele deve ser o meio necessário para o desenvolvimento do padrão civilizatório contemporâneo em conformidade com as favoráveis possibilidades do século 21. Muito mais do que anunciar as dificuldades da crise global, cabe ressaltar as oportunidades que dela derivam como a realização de uma profunda reforma do Estado. Outra tarefa do presente é uma revolução na propriedade. O Brasil, que pouco avançou na democratização da propriedade segue mantendo apenas 6% de toda sua da população com posse dos meios de produção. A análise é de Marcio Pochmann.

Fonte: Carta Maior

Por quase três décadas, o pensamento liberal-conservador predominou em quase todo o mundo. Esta constatação tem seu significado expresso pelo retrocesso de conquistas socioeconômicas difundidas, sobretudo após o final da Segunda Grande Guerra Mundial. A imposição de várias derrotas às forças progressistas ficou demarcada pela emergência da globalização financeira, responsável pelo apequenamento do horizonte de possibilidades emancipatórias para toda a humanidade.

Quando mais as finanças foram sendo deslocadas da produção, mais as forças do trabalho perderam espaços nas políticas públicas, acumulando prejuízos inegáveis em termos de emprego e renda. O enquadramento neoliberal do Estado permitiu a maior monopolização das forças econômicas e financeiras privadas, a tal ponto de o mundo ser governado atualmente por não mais de 500 grandes corporações globais que respondem em conjunto por quase 50% do produto mundial.

O esvaziamento da governança pública mundial construída no segundo pós-guerra, por meio da Assembléia Geral das Nações Unidas, deu lugar ao avanço da própria desgovernança. Nesse sentido, o meio ambiente acusou o conjunto de excessos comprometidos pelo estrito compromisso com o lucro privado. Leia o resto do artigo »

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O pacto de poder do Real

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Luis Nassif

Nas duas colunas anteriores, abordei a questão da chamada tomada do poder – o sistema de alianças que candidatos a presidente montam com forças econômicas, mídia, outros poderes. Tentei mostrar como as eleições são apenas o ponto final de um sistema de alianças que, se não for bem conduzido, acaba derrubando presidentes. E de como, muitas vezes, essas alianças acabam comprometendo as próprias políticas que poderiam melhorar a situação do país.

O Plano Real foi o exemplo mais bem sucedido de uma aliança que permitiu a chamada tomada do Estado – mas que acabou jogando fora uma das grandes oportunidades de desenvolvimento do país. Trato da questão em meu livro “Os Cabeças de Planilha”, lançado há dois anos.

O Plano Real foi lançado no apogeu do mercadismo, do livre fluxo de capitais, o chamado neoliberalismo em vigor no mundo. A aliança preferencial foi com os chamados gestores de recursos – bancos de investimento criados nos anos 80 e que ganharam envergadura com operações duvidosas, como a escandalosa decisão do então Ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, de permitir conversão de dívida externa brasileira em cruzados – que possibilitou ganhos gigantescos a alguns bancos e ajudou a deflagrar a superinflação do final do governo Sarney.

A maneira de beneficiar esses gestores foi na passagem da URV para o real, na definição das regras de emissão do real. Em vez de utilizar a emissão para liquidar com a dívida pública (no vencimento dos títulos, entregar reais aos investidores, o que poderia ter permitido um salto na economia), os economistas do Real decidiram que só haveria a troca de reais para quem trouxesse dólares. Com isso, transferiram o controle do crédito na economia para os gestores de recursos externos.

O segundo passo foi a apreciação do Real, logo na partida do plano, que permitiu ganhos milionários a economistas que participaram do Plano e a banqueiros e gestores de recursos ligados a eles e, no momento seguinte, impediu o país de continuar crescendo, devido aos desequilíbrios nas contas externas. Leia o resto do artigo »

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Reclaiming America’s Soul

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2009

By Paul Krugman

NYTimes

 ”Nothing will be gained by spending our time and energy laying blame for the past.” So declared President Obama, after his commendable decision to release the legal memos that his predecessor used to justify torture. Some people in the political and media establishments have echoed his position. We need to look forward, not backward, they say. No prosecutions, please; no investigations; we’re just too busy.

And there are indeed immense challenges out there: an economic crisis, a health care crisis, an environmental crisis. Isn’t revisiting the abuses of the last eight years, no matter how bad they were, a luxury we can’t afford?

No, it isn’t, because America is more than a collection of policies. We are, or at least we used to be, a nation of moral ideals. In the past, our government has sometimes done an imperfect job of upholding those ideals. But never before have our leaders so utterly betrayed everything our nation stands for. “This government does not torture people,” declared former President Bush, but it did, and all the world knows it.

And the only way we can regain our moral compass, not just for the sake of our position in the world, but for the sake of our own national conscience, is to investigate how that happened, and, if necessary, to prosecute those responsible.

What about the argument that investigating the Bush administration’s abuses will impede efforts to deal with the crises of today? Even if that were true – even if truth and justice came at a high price – that would arguably be a price we must pay: laws aren’t supposed to be enforced only when convenient. But is there any real reason to believe that the nation would pay a high price for accountability? Leia o resto do artigo »

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