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Blog do Desemprego Zero

Coisas da Política – Pedro Simon: com Dilma e contra Lula

Escrito por beatriz, postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: JORNAL DO BRASIL

Por Tales Faria

“Em 1989, votei no Ulysses Guimarães para presidente da República, no primeiro turno, mesmo sabendo que ele viria a perder, e que no segundo turno eu votarianoLula contra o Fernando Collor de Mello. Desta vez, defendo a candidatura própria do PMDB e, se o partido aderir formalmente ao nome do governo Lula, estarei contra por princípio. Votarei até na Heloísa Helena (PSOL). Mas, no segundo turno, estarei com a Dilma Rousseff (PT) contra o José Serra (PSDB)”.
A declaração de voto acima é do senador Pedro Simon (PMDB-RS), principal cacique do partido num estado onde os peemedebistas são completamente apartados do PT e até mais próximos dos tucanos.
- Era de se imaginar que o senhor votasse no José Serra. Afinal, vocês são até amigos, não é verdade?
- Muito amigos. Tenho o maior respeito pelo Serra. Mas ele é governador de São Paulo, e não dá para aceitar mais um paulista no comando do país. Imagina: se o Serra vencer as eleições, terá direito a reeleição. Já temos 16 anos de dois paulistas: Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Com o Serra, eles podem completar 24 anos no poder. É uma loucura! Por muito menos tivemos a revolução de 30. Era aquela história da política café com leite, uma vez um paulista na Presidência e, outra vez, um mineiro. Até que São Paulo quis impor o paulista Júlio Prestes como sucessor de outro paulista, o Washington Luís. Foi o bastante para uma revolta generalizada. Minas se juntouao Rio Grande e à Paraíba, e deu na revolução. Não sei o que pode acontecer neste país se São Paulo ficar 24 anos no poder.
- Mas o Lula é pernambucano.
- Nada. Ele só nasceu em Garanhuns (PE). O Lula é paulista. Tanto que até montou um gabinete presidencial em São Paulo. Vai lá ver, é um luxo. Sabe por que ele fechou o Palácio do Planalto para reformas? Você acha que foi para ficar num gabinete chinfrim do Banco do Brasil em Brasília, no final do mandato? Nada. Foi para ficar mais tempo em São Paulo, que é a terra dele. Lá, agora, o Lula tem até recebido presidentes da República de outros países.
- Aí o senhor vota na gaúcha Dilma Rousseff no segundo turno, mesmo ela sendo do PT. É isso?
- Olha, nem é só porque a Dilma é gaúcha. É porque eu a conheço e sei que ela é muito boa. Vai se sair melhor do que o Lula, caso seja eleita.
- Poxa! O senhor é mesmo fã da ministra.
- Não se trata disso. O caso é que ela é muito competente. Há um governo Lula antes da Dilma e, outro, depois que ela assumiu a Casa Civil. Você pode falar de corrupção em qualquer lugar, mas lá na Casa Civil não tem nada disso. Veja esse Programa de Aceleração do Crescimento, esse PAC, não tem nada demais. É uma junção de um monte de coisas que já tinham por aí. Qual a diferença? A diferença é a Dilma. Ela faz mil casas populares numa favela no Rio, coloca um grande posto de saúde, um baita colégio, um tremendo ginásio de esportes. Tudo isso os governos fazem por aí às centenas, sem grandes resultados. Mas a Dilma junta tudo num mesmo lugar, e ainda coloca um teleférico nesta favela criando uma cidade com qualidade de vida razoável, de uma cidade, para um monte de gente. Isso é competência. Antes do PAC, o dinheiro passava de um lado para o outro sem aparecer nada. Agora as coisas aparecem. Eu acompanho o trabalho da Dilma por longa data. Como secretária de Fazenda do governador Alceu Collares (PDT), vias reuniões de que ela participou para tentar salvar o governo, seu esforço aqui nos ministérios em Brasília. Depois, como secretária de Energia do governador Olívio Dutra (PT), também soube mostrar a que veio. Tanto que virou ministra das Minas e Energia do Lula sem que ninguém aqui em Brasília a conhecesse. E foi novamente muito bem. Brigou o tempo inteiro para evitar que o senador José Sarney (PMDB-AP) indicasse qualquer um para lá. Ela só quis nomes técnicos. O resto do governo é que fica colocando esse rebotalho do PMDB que está aí.
- O senhor acha que a Dilma, se eleita, não colocará o rebotalho do PMDB na administração?
- Tenho certeza de que ela fará o possível para evitar que essa parcela do PMDB estrague o seu governo.



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