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Blog do Desemprego Zero

Bancos públicos sustentam o crédito

Escrito por beatriz, postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Iolanda Nascimento

Fonte: Gazeta Mercantil 

 Os bancos públicos vêm alimentando o crescimento do crédito no Brasil e foram responsáveis por 80% do aumento do volume das operações entre fevereiro deste ano e setembro de 2008, data em que a crise financeira internacional se aprofundou, mostra estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As instituições privadas dividiram os 20% restantes. O percentual de participação dos bancos públicos no aumento do crédito tem crescido expressivamente. De setembro a dezembro de 2008, eles responderam por 68% da variação positiva – sendo 32 pontos percentuais do próprio BNDES.

Gilberto Rodrigues Borça Junior, economista da área de pesquisa e acompanhamento econômico do BNDES e um dos autores do levantamento, avalia que a tendência ao longo de 2009 é que os bancos públicos continuem a sustentar o crescimento do crédito. “O mercado internacional ainda não está normalizado e a tendência é de que a participação continue substancial, embora com um pouco menos de força.” Borça afirma que, enquanto persistir a restrição na liquidez e no crédito no mercado externo, as instituições privadas que atuam no Brasil continuarão na defensiva, com um modelo conservador de atuação no segmento, que faz com que adotem medidas extremamente prudenciais, o que restringe a oferta de crédito. “Seria bom para o sistema financeiro que os privados, assim como os públicos vêm fazendo, tomassem um pouco mais de risco”, diz Borça, ressaltando a importância da ação dos bancos públicos contra essa tendência dos privados nos momentos de crise.

O estudo do BNDES mostra o comportamento do mercado de crédito de 2004 até o ano passado e seu objetivo foi avaliar o que influenciou o crescimento no período, particularmente, no último trimestre de 2008, quando a crise se intensificou, após a quebra do Lehman Brothers, em setembro. Até 2007, observa Borça, o crescimento se deu basicamente no segmento de pessoas físicas, com taxa média anual de elevação de 31,5% entre 2004 e 2008, comparativamente à média de 22,5% das empresas. Em 2008, contudo, o crédito para pessoas jurídicas se acelerou sensivelmente, para 37% de alta, ante 24% da pessoa física.

“Com o agravamento da crise e das condições externas, o que elevou a demanda das empresas no mercado brasileiro, seria natural esperar que houvesse uma desaceleração nos financiamentos, mas isso não ocorreu.” A explicação de Borça é que a partir de setembro os bancos públicos agiram de maneira anticíclica, para amortecer os impactos da crise. “Bancos como o BNDES, por exemplo, que atuavam mais no financiamento de longo prazo hoje têm linhas mais curtas, de capital de giro, além de linhas de financiamento à exportação”, exemplifica, acrescentando que outras instituições, entre as mais expressivas Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, também estenderam a atuação.

Conforme o estudo, de setembro a dezembro de 2008, os bancos privados elevaram em 3,2% a oferta de crédito, enquanto as operações das instituições públicas cresceram 12,9% (as do BNDES subiram 12,8%), em consequência, principalmente, das linhas destinadas às empresas. No último trimestre de 2008, o crédito dos bancos públicos para as empresas expandiu-se 14%, acima da alta de 11% de igual trimestre de 2007. Já as instituições privadas elevaram as operações para a pessoa jurídica em 5% no período, enquanto no último trimestre do ano anterior a alta foi de 12%.

Em 2008, as operações de crédito dos bancos públicos cresceram 40%, ante 19% do ano anterior. “Desde 2004 foi a primeira vez que ultrapassaram os bancos privados.” A contribuição do segmento para o crescimento do crédito total foi de 43,2% em 2008, ante a média de 32,9% entre 2004 e o ano passado. A média de crescimento no crédito entre 2004 e 2008 ficou em 22%. O crédito das instituições públicas subiu 27% em 2008 e 33% no ano anterior. A média de alta no período analisado ficou em 25,6%; já a média de contribuição para a expansão do crédito foi de 67,1%.

O peso dos empréstimos concedidos às grandes companhias – que financiavam boa parte do seu endividamento no exterior e tiveram que se voltar para o mercado doméstico a partir do acirramento da crise – no crescimento do estoque de crédito brasileiro não foi medido pelo estudo.



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