Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: Gazeta Mercantil
Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foram recordes no primeiro trimestre deste ano. Eles apresentaram crescimento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado, alcançando cerca de R$ 19 bilhões. O desempenho foi puxado pelo setor de infraestrutura, com expansão de 21,4% e recursos da ordem de R$ 6,8 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses findos em março deste ano, os desembolsos do BNDES também foram recordes para o período, somando R$ 94 bilhões, com aumento de 35% sobre os 12 meses anteriores. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou ontem que, com base nos números, “já dá para dizer que o pior momento [da crise internacional no Brasil] já passou”. “Acho que as expectativas dos empresários já começam a se distender. Há compreensão de que a economia brasileira tem capacidade de sustentar o crescimento, que o mercado interno tem potencial de mostrar e de recuperar o crescimento neste ano”, disse.
Para Coutinho, isso não quer dizer que, “enquanto banqueiro público”, ele deva parar de trabalhar e de se esforçar. “Porque nós temos que remar para sustentar o crescimento da economia. Mas, a impressão que se tem é que, do ponto de vista do cálculo empresarial, as coisas começam a melhorar”, disse. Coutinho discordou da previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI), que sinaliza um crescimento de 1,3% para o Brasil este ano. “Eu estou mais para um número com um sinal positivo, entre 1,5% a 2%. Nós vamos lutar por isso”, disse. Coutinho afirmou ainda que o importante é que já existe um consenso de que a economia brasileira vai sair do último trimestre de 2009 e entrar em 2010 com uma taxa de crescimento entre 3% a 3,5%, “na margem, podendo acelerar para 4%. Esta convicção de que a economia vai acelerar o crescimento é algo que está ganhando corpo na percepção do sistema empresarial”.Ele estimou que a área de infra-estrutura vai continuar em expansão. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: Gazeta Mercantil
Com o corte de um ponto percentual na taxa Selic, o Banco Central (BC) colocou os juros nominais no menor patamar da história, a 10,25% ao ano. O juro real (descontada a inflação), que já era um dos mais baixos registrados no País, caiu para 5,88% ao ano. Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) – unânime e sem viés – o Brasil deixa a posição incômoda de líder mundial em juros reais. Levantamento da consultoria UpTrend aponta a China no topo do ranking, com 6,6% ao ano, seguido da Hungria com 6,4%. O Brasil é agora o terceiro na lista.
O corte realizado ontem, o terceiro consecutivo no ano e inferior à redução de 1,5 ponto percentual na reunião de março, veio em linha com as expectativas do mercado financeiro. Os primeiros sinais de recuperação do crédito doméstico, da atividade econômica e os chamados efeitos defasados da política monetária – que demoram até seis meses para se materializarem – já indicavam uma desaceleração no ritmo. No entanto, o comunicado divulgado pelo BC, ao informar a nova Selic, surpreendeu. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Por David Kupfer
Fonte: Valor Econômico
Com o título “O primeiro ano do resto das nossas vidas”, a coluna anterior, publicada em 1º. de abril, buscou sugerir algumas condições de contorno para a análise das perspectivas da indústria brasileira após o crash de 2008. O centro do argumento desenvolvido estava baseado na convicção de que, para além da convergência das expectativas quanto à necessidade de dois a três anos para que os níveis de atividade pré-crise sejam retomados, o pós-crise vai se dar em um quadro estruturalmente distinto. Nesses novos fundamentos estruturais tenderão a prevalecer, pelo lado da demanda, mudança nos padrões de consumo de volta a uma ressegmentação baseada em diferenciação de produtos; pelo lado da oferta, forte processo de concentração do capital por meio de fusões e aquisições de empresas; e, pelo lado da regulação, não só mais ativismo do Estado como, principalmente, mais seletividade na sua atuação, o que significará mudança de orientação das políticas industriais adotadas pelos países mundo afora.
Tentando extrair implicações para a indústria brasileira, a coluna enfocou possíveis modificações nas diferentes trajetórias estruturais que os diversos setores vinham percorrendo quando da eclosão da crise: nos setores da base da indústria, o retorno da equação da geração de valor ao seu sentido histórico, no qual os produtos mais elaborados são mais valorizados do que os mais básicos, poderá significar a quebra da espinha dorsal da estratégia de aposta nos produtos menos elaborados que vinha sendo adotada pela nata das empresas brasileiras; para os setores do topo da indústria, também estará em cheque e precisará ser revista a estratégia de expansão quase que totalmente dependente de tecnologias incorporadas em insumos e equipamentos importados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2009
As inscrições começaram no dia 24 de março e podem ser feitas até dia 29 de junho de 2009.O tema deste ano é “O uso da tecnologia no desenvolvimento social.”
A novidade de 2009 é que o estudante vai poder enviar o vídeo de até 2 minutos pelo YouTube, sendo que ele poderá produzir quantas matérias quiser.O concurso é válido somente para estudantes de jornalismo.O ganhador conhecerá os estúdios da CNN International, além de ter sua matéria exibida pelo canal.
As inscrições podem ser feitas no site:
www.concursocnn. com.br
Acompanhe ainda as novidades no Blog:
http://www.concurso cnn.com.br/ 2009/blog/
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Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: O Globo
Obama anuncia orçamento recorde em ciência, equivalente a 3% do PIB norte-americano ou US$ 414 bilhões, em valores de 2007. Orçamento do MCT equivale a cerca de 0,1% do PIB brasileiro
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou ontem um investimento recorde em ciência. Em discurso feito na Academia Nacional de Ciências, em Washington, ele disse que vai destinar 3% do Produto Interno Bruto dos EUA (aproximadamente US$ 414 bilhões, tomando como referência o PIB americano de 2007, US$ 13,8 trilhões) para despesas nas áreas de ciência e tecnologia. O número é 0,4% superior aos valores atualmente investidos nessa área.
” Nunca a ciência foi tão essencial para a nossa prosperidade, nossa segurança e nossa qualidade de vida ” declarou Obama, ressaltando que este é o maior valor destinado a pesquisas científicas na história dos EUA. ” Com esses valores, vamos ultrapassar os níveis de investimento do auge da corrida espacial”.
Durante a cerimônia, Obama anunciou a nomeação do mexicano Mario Molina, prêmio Nobel de Química em 1995, para o Conselho de Assessores da Presidência sobre Ciência e Tecnologia (Pcast, na sigla em inglês). Considerado um dos pioneiros da pesquisa climática, Molina, de 66 anos, é professor da Universidade da Califórnia, em San Diego. Molina recebeu o prêmio Nobel de Química pela descoberta do efeito dos gases clorofluorcarbonetos (CFCs) na camada de ozônio. Leia o resto do artigo »
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