prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 12th, 2009

Uma Proposta de Mudança no Modelo Macroeconômico Brasileiro Para os Pré-Candidatos à Presidência da República

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por José Luis Oreiro

Leia o trabalho…

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Luz no fim do túnel

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Nouriel Roubini

Fonte: CartaCapital

O ritmo da contração da economia dos Estados Unidos vai desacelerar. Do tombo de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) registrado no primeiro trimestre deste ano, o fechamento de 2009 apresentará uma queda de 2%. O crescimento será tão pequeno, abaixo de 1% em 2010, com a taxa de desemprego em 10%, que tecnicamente o país já terá superado a recessão, mas o ambiente será de estagnação.

Na comparação com o consenso altista, que prevê aumento do PIB de 2% no terceiro e quarto trimestres deste ano, e o retorno ao crescimento potencial em 2010, minha análise é mais pessimista do que os economistas do mainstream. A queda de 2% do PIB no fim de 2009 é minha estimativa tanto para os EUA como para o restante do mundo. É uma pequena melhora, pois teremos então vivido uma séria recessão no formato de U e uma recuperação tênue em 2010.

Reza a lenda que o mercado acionário sempre antecipa o futuro. Nos últimos dezoito meses, tivemos seis fortes movimentos de baixa e os altistas sempre alardeavam que o início da recuperação estava próximo. Eles estavam totalmente errados, porque novas mínimas foram atingidas nas bolsas de valores. Como sempre fui considerado o Senhor Catástrofe, serei o primeiro a apontar que o fundo do poço só será atingido quando dados indicarem uma recuperação econômica sustentável e robusta.

A recessão ainda tem tons trágicos. Na Zona do Euro e no Japão, não há evidência de indicadores positivos. Nos EUA e na China, os dados estão bastante fracos. A ideia de que os preços das ações se comportam com base nas expectativas do que acontecerá em seis a nove meses é incorreta. Primeiro, já observamos seis fortes movimentos de baixa, sem indícios de que terão chegado a um fim. Em segundo lugar, um exemplo histórico. Em 2001, a recessão terminou em novembro, mas as ações continuaram a cair por mais dezesseis meses, até março de 2003, porque as empresas não conseguiram recuperar suas margens e as falências ainda aconteciam. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Alternativa para o povo

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

O Conversa Afiada reproduz o artigo de Mauro Santayana publicado no Jornal do Brasil:

Dois textos divulgados na última sexta-feira merecem reflexão no início deste outono instável. O primeiro reproduz entrevista de João Pedro Stédile à Radiobrás; o segundo é um artigo de Eric Hobsbawm publicado pelo Guardian, da Grã-Bretanha. Hobsbawm volta a uma proposta muito antiga, já discutida nos anos 30, quando a direita e a esquerda se confrontavam no mundo inteiro: a de uma terceira saída. Na Alemanha, a direita facínora estava em ascensão; na União Soviética, o stalinismo se impunha. Nos Estados Unidos, Roosevelt salvava o capitalismo com o New Deal, mas não abandonava a teologia do Destino Manifesto, esse evangelho do imperialismo norte-americano. O escritor afirma que não basta “brecar”, moral e economicamente, o neoliberalismo. O desenvolvimento deve ser um meio, e não um fim em si mesmo. Ele deve garantir a vida e a felicidade de todas as pessoas.

Nos anos 30 havia a crise econômica – muito semelhante à atual. Paul Krugman – também neste fim de semana – registra que, naquele tempo, a recessão não foi tão universal quanto agora, porque a URSS era independente do mercado mundial e, assim, pôde, mediante a força do Estado, manter a crise fora de suas fronteiras. Hobsbawm não fala em remendos: propõe que se estude nova e corajosa forma de colocar a economia realmente a serviço do povo. O pensador inglês, nascido em Alexandria, fala sobre o mundo – e, no mundo, também estamos – enquanto Stédile trata especificamente da situação nacional. É quase certo que as ideias do dirigente do MST serão recebidas com muxoxos pelos sábios da economia e cientistas da política. Ele não se vale de esquemas acadêmicos, mas examina os fatos e as ideias com a experiência de militante. Em sua opinião, o governo deveria promover a imediata estatização dos bancos, abandonar a obsessão pelo superávit fiscal e buscar o pleno emprego. Ele teme que o governo aja da forma tradicional, dando mais dinheiro para os ricos, que sairão ainda mais ricos do processo. Os trabalhadores, como sempre, serão sacrificados, para que os ricos se salvem. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Os aleijados às avessas

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Gabriel Perissé

Guiado por uma de suas geniais intuições, Nietzsche escreveu sobre os aleijados às avessas. Aleijados que têm em demasia algum órgão do corpo.

Por exemplo, alguém que fosse uma orelha, uma grande e dominante orelha. Esse homem que fosse apêndice de sua própria e imensa orelha, esse homem ouviria demais, preocupado demais com o que se diz. Teria informações auditivas em excesso. Seria vítima de sua maravilhosa audição.

Um homem que não passasse de uma grande boca seria outro tipo de aleijado às avessas. Sua capacidade de abocanhar e mastigar lhe traria imensos sofrimentos. Boca por excelência, esse homem passaria o dia engolindo a tudo e a todos. Sua capacidade devoradora seria sua ruína. Pior do que a fome recorrente é o desejo insaciável, por mais que alguém possa consumir.

Outro aleijado às avessas: o homem-olho. Aquele olho observador, atentíssimo, absorvendo mais imagens do que a mente humana possa concatenar e compreender. Quanta dor essa visão abrangente ofereceria ao homem-olho! Quantos motivos de medo! Leia o resto do artigo »

Postado em Crônicas | Sem Comentários »

G-20 não negou Consenso de Washington

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Luciana Rodrigues

Fonte: O Globo

Pai da doutrina neoliberal rebate frase de Gordon Brown e cita compromisso com sustentabilidade fiscal

ENTREVISTA
John Williamson

De férias em Galápagos, num barco isolado do mundo em que sequer havia TV, John Williamson leu na internet a frase síntese do encontro do G-20 na semana passada: “O Consenso de Washington está superado”, afirmou o primeiro-ministro britânico Gordon Brown. Williamson é o autor do texto que, em 1989, mencionava um “consenso em Washington” com a receita para a América Latina sair da crise, cunhando a expressão que se tornou sinônimo de neoliberalismo econômico. Ontem, ao voltar ao trabalho em Washington, Williamson garantiu ao GLOBO que o G-20 não negou sua doutrina, citando trechos específicos do comunicado do encontro: “no parágrafo 11, há o compromisso com sustentabilidade fiscal”. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Alívio para os servidores públicos federais

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Em pronunciamento, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão voltou a afirmar que os acordos de reajustes salariais estão garantidos.

A última semana foi de protesto na Esplanada dos Ministérios. Milhares de servidores públicos federais ocuparam a principal via de Brasília para reivindicar o cumprimento dos acordos realizados entre a categoria e o governo ao longo de 2008. Entretanto, o medo do corte em decorrência da crise financeira mundial foi superado e os servidores públicos puderam respirar mais aliviados depois do pronunciamento do o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo. Apesar de o Orçamento de 2009 ter sofrido uma tesourada de R$ 21,6 bilhões, o compromisso do governo com os servidores dos diversos ramos do funcionalismo público está garantido.

“Nós temos uma programação de reajuste para julho deste ano e julho do ano que vem e nós não mudamos nada, os compromissos que nós fizemos estão mantidos. Ontem eu fiz uma reunião com sindicalistas para comunicar isso, ressalvando que caso haja uma degeneração expressiva nas nossas receitas nós teremos que conversar novamente, mas, de fato, não há nenhuma mudança sobre isso”, afirmou ministro. Além do reajuste salarial, que será pago até 2010, atingindo 1,8 milhões de servidores entre ativos, aposentados, pensionistas civis e militares, os servidores públicos federais têm na pauta de reivindicação outras propostas, como a paridade entre ativos e aposentados e a aprovação da Convenção 151 da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Reunidos em Brasília na última Plenária Nacional da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), representantes de 24 estados discutiram a agenda de mobilização dos servidores públicos federais para o próximo trimestre. As entidades fizeram um balanço positivo das atividades unificadas já realizadas e, agora, se preparam para voltar à Esplanada para nova rodada de atividades programada para a primeira quinzena de junho.

FONTE – CUT

http://www.cutdf.org.br/boletim/Boletim_CUT-DF_03.pdf

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »