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Blog do Desemprego Zero

Sem o plano do governo, construção pára

Escrito por beatriz, postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio Brasiliense

Empresários do setor de habitação dizem que, se o projeto de construir 1 milhão de moradias não sair, vai estagnar ou ter queda este ano. Vendas já caíram em janeiro 

Por Mariana Flores Vânia Cristino e Karla Mendes

O setor produtivo aguarda com ansiedade o anúncio oficial do projeto do governo federal que prevê a construção de 1 milhão de casas populares até o próximo ano. Após o baque inicial da crise econômica, que derrubou a demanda, o programa do governo é visto como a única saída para evitar uma retração no setor neste ano. E como a desaceleração atingiu a economia real depois de um ano de forte crescimento, as empresas já estavam preparadas para vendas ainda maiores. De acordo com os empresários, não será problema cumprir o programa habitacional.

“O setor investiu muito para atender a demanda de 2008, então temos condição de atender. Se o programa for implantado podemos crescer até 5% em 2009, mas, se não andar, vamos estagnar ou podemos até ter queda”, afirma o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Material de Construção (Abramat), Melvyn Fox. Em janeiro, os fabricantes de materiais sentiram a restrição ao crédito e a insegurança do consumidor. Venderam 15,72% a menos que no mesmo mês de 2008.

Adalberto Valadão, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi -DF) e vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), também assegura que o parque industrial brasileiro tem plenas condições de construir 1 milhão de casas em dois anos, ao contrário das empreiteiras envolvidas na expansão de rodovias, que estão tendo problemas para cumprir o cronograma do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “O setor de construção pesada enfrenta problemas, pois depende primeiro de compra de equipamentos. Não tem como investir de uma hora para outra. Para a construção de residências, focada principalmente na baixa renda, não tem nenhum empecilho. Primeiro porque não temos dependência de nenhum equipamento sofisticado, tudo é feito no Brasil. E segundo porque temos mão-de-obra suficiente”, garante.

Para a CBIC, a viabilidade do pacote habitacional está diretamente relacionada com a diminuição dos entraves burocráticos na aprovação de loteamentos e projetos, além da garantia de que os recursos necessários estarão assegurados. “São esses os gargalos”, diz o vice-presidente da entidade, José Carlos Martins. “Para atender o governo nesse pacote emergencial temos que investir e, para que isso aconteça, precisamos de um horizonte claro de desenvolvimento do programa”, pondera. O Sindicato da Habitação no Distrito Federal (Secovi-DF) informa que não há nenhuma reclamação do cronograma e que as empresas do setor estão muito animadas com o pacote da habitação.

O cimento, principal matéria-prima da construção, não vai faltar. Depois de crescer 15% no ano passado, as vendas sofreram queda de 1,7% em janeiro. “Tivemos um bom ano em 2008, reativamos fábricas e nos preparamos para crescer 8% em 2009, mas após o início da crise vimos que não vamos conseguir. Se mantivermos o nível de consumo com o projeto (do governo) já será uma vitória”, afirma o vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic), José Otávio Carvalho.

De acordo com entidades que representam os trabalhadores do setor, mão-de-obra não será problema. O número de engenheiros, arquitetos e tecnólogos da área disponíveis neste ano é de 706,9 mil profissionais, 58% a mais que em 2004. “Profissionais para essa demanda nós temos”, garante o presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio de Melo.

A mão-de-obra menos qualificada também possui um contingente ocioso que pode ser aproveitado, de acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (Conticom), Waldemar Pires de Oliveira. Atualmente, segundo dados da entidade, existem 2,2 milhões de brasileiros ocupados no setor. “Temos um excesso de desempregados e esta é uma mão de obra que pode ser preparada rapidamente porque não exige muita técnica”, diz. 

“Se mantivermos o nível de consumo com o projeto do governo já será uma vitória” .

José Otávio Carvalho, vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic).



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