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Blog do Desemprego Zero

Primeiros sinais de recuperação

Escrito por beatriz, postado em 30 dEurope/London março dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

O fim da crise econômica está longe de se transformar em realidade, mas produção brasileira mostra que fundo do poço pode ter passado. Momento atual deve marcar o início da retomada de fôlego

Fonte: Correio Braziliense

Por Vicente Nunes  

Em meio ao pessimismo que vem dando o tom da economia brasileira, começa a surgir um grupo de economistas com um discurso bem mais promissor. Mesmo que ninguém seja capaz de cravar que os sinais emitidos pela produção e pelo consumo já representam uma clara retomada da atividade, já se ouve vozes confiáveis de que o pior da crise internacional já passou para o Brasil.

“Não há nenhum dado para euforia, mas podemos ver que, depois de atingir o fundo do poço no último trimestre de 2008, particularmente em dezembro, a economia começa a recuperar o fôlego. São dados ainda incipientes, mas disseminados por vários setores”, diz Zeina Latif, economista-chefe do Banco ING, que prevê crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) de 1,1% neste ano contra um mercado que fala em expansão zero e até em contração da economia.

Para endossar o que ela reconhece como “otimismo”, Zeina está se baseando nos indicadores antecedentes, usados pelo Banco Central (BC) para montar suas projeções. “Todos mostram um ritmo de atividade bem melhor do que o verificado no fim do ano passado”, afirma. No caso do consumo de energia, por exemplo, houve um crescimento de 2,2% no acumulado de janeiro e fevereiro ante dezembro último. Ou seja, um sinal de que a indústria, mesmo estocada, está mantendo o maquinário funcionando.

Outro dado importante, segundo a economista do ING: a produção de papel ondulado e de papelão, usados para embalagens, aumentou 5,5% na mesma comparação. As vendas de veículos deram um salto de 50%. Já a produção de aço cresceu 5,2% e a de petróleo, 3%. Além disso, houve um aumento de 0,4% no transporte de cargas nas rodovias pedagiadas. Todos esses dados, acrescenta Zeina, estão livres de fatores atípicos ou sazonais, como gostam de dizer os especialistas.

Não bastassem esses indicadores, ressalta o economista-chefe do Banco BES Investimentos, Jankiel Santos, o desemprego não deu o salto que todos esperavam. Pelo contrário, a taxa registrada em fevereiro, que o mercado projetava em 9%, ficou em 8,5%, abaixo dos 8,7% do mesmo mês de 2008. A renda real média do trabalhador também se manteve firme, com incremento de 4,6%. Foi esse, por sinal, na avaliação de Santos, o principal fator para as vendas dos supermercados terem crescido 4,16% na comparação de fevereiro de 2009 com igual período do ano passado.

Para completar, destacou o economista do BES, o crédito, que ficou caro e escasso depois de setembro do ano passado, quando o banco americano Lehman Brothers quebrou e o mundo entrou em parafuso, voltou a fluir, sobretudo para os consumidores. “Os mais pessimistas dizem que o crédito só melhorou porque os bancos públicos aumentaram sua participação no mercado. Pode ser, mas isso faz parte do jogo. Todos o governos têm agido para minimizar os efeitos da crise”, destaca. A seu ver, o cenário positivo será endossado na quarta-feira, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informar que a produção industrial em fevereiro cresceu 3,6% sobre janeiro.

Na avaliação do economista-chefe do Banco Itaú, Tomás Málaga, há, sim, sinais de reversão na economia brasileira. Mas para dizer que o pior já passou é preciso esperar pela melhor execução do pacote do governo dos Estados Unidos para salvar os bancos locais. No entender do economista-chefe da Corretora Convenção, Fernando Montero, duas variáveis serão fundamentais para se fazer um julgamento mais claro da real situação da economia brasileira: os investimentos produtivos e o emprego.

“As empresas foram pegas pela crise com estoques muito elevados. Portanto, pararam de produzir quando a economia travou e suspenderam a execução de novos projetos. Há sinais de que os estoques estão sendo desovados e, em alguns setores, como o automobilístico, já estão próximos do fim, o que significa retomada da produção”, diz. “Mas nos setores intermediários, com o siderúrgico, o quadro é bastante complicado. Várias empresas desligaram seus alto fornos, o que significa dizer que não esperam melhora tão cedo”, frisa Montero.

O grande desafio, segundo ele, é não deixar esse quadro se estender por muito tempo, pois a desconfiança, que é grande, vai adiar ainda mais os investimentos, o que resultará em aumento do desemprego, prejudicando o consumo. “É importantíssimo que a economia reaja no segundo trimestre para que o restante do ano seja mais positivo”, assinala.

Essa reação, avalia o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, já está acontecendo. O Brasil tem a seu favor, na visão de Meirelles, poder continuar cortando juros porque a inflação está sob controle. “Um fato inédito no país. Em períodos de crise, os juros sempre tiveram que aumentar”, relembra.



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