prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2009

Obama libera verba recorde para ciência

Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Blog do Noblat

Um análise cuidadosa sobre os gastos previstos em iniciativas de pesquisa nos EUA mostra que nunca tanto dinheiro havia sido repassado a cientistas. Na agenda do presidente Barack Obama para revitalizar a economia está a maior aposta em ciência e tecnologia já feita na história de um país. A atual tentativa americana de fazer frente aos problemas do país é um pedido de Orçamento recorde de US$ 3,6 trilhões para 2010. Este número se soma ao pacote de estímulo de US$ 787 bilhões que visa dar uma injeção vital na economia americana. O Orçamento e o pacote estão repletos de verbas para empreendimentos na área de ciência e tecnologia.

Só o pacote de estímulo prevê gastos de mais de US$ 100 bilhões para pesquisa científica em áreas diversas. As verbas deverão ser gastas em dois anos, mas em alguns casos isso pode levar mais tempo.

Em termos de dólares por ano, pode-se afirmar que é o maior volume de dinheiro jamais investido em pesquisas científicas. Esse fluxo de verba é maior que o dos anos do programa Apollo (viagem tripulada à Lua) e do projeto Manhattan (construção da bomba atômica). Essas empreitadas custaram US$ 200 bilhões e US$ 35 bilhões, em valores reajustados, mas foram espalhadas ao longo de 11 anos e 6 anos, respectivamente.

Postado em Internacional | Sem Comentários »

Governo teme ”gargalo” na burocracia da Caixa

Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Por Lu Aiko Otta e Vera Rosa, BRASÍLIA

Às vésperas do lançamento do pacote da habitação, surgiu uma preocupação no governo: a capacidade de a Caixa Econômica Federal dar vazão aos novos pedidos de financiamento. O temor é que o banco se transforme num “gargalo” que atrase o início das obras e dê munição à oposição para criticar a lentidão do programa. Nesse caso, seria um tiro no pé da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que pretende colher os dividendos políticos da casa própria barata em sua campanha à Presidência da República.

Problemas operacionais da Caixa ocuparam quase todo tempo da reunião de Dilma com empresários da construção civil na terça-feira. O vice-presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC), José Carlos Martins, observou que o banco precisa avaliar os imóveis um a um para conceder o empréstimo. Cada análise demora cerca de 180 dias. É um ritmo muito lento diante do objetivo do governo, que é contratar a construção de 1 milhão de moradias até 2010. A CBIC propôs avaliações conjuntas dos imóveis.

Os governadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, que se reuniram com Dilma esta semana, também questionaram se a Caixa será capaz de operacionalizar o pacote. A avaliação é que o banco atua de forma burocrática, como o antigo Banco Nacional da Habitação (BNH).

Para auxiliar a Caixa na tarefa de atender à demanda por novos financiamentos, o governo quer que o Banco do Brasil passe a atuar nesse segmento. O governo deverá contar também com a atuação da Nossa Caixa, recém-adquirida pelo Banco do Brasil.

Postado em Política Social | Sem Comentários »

Pacote custará R$ 70 bilhões, diz Mantega

Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Desse total, cerca de R$ 40 bilhões serão subsídios a famílias pobres

 Por Lu Aiko Otta, Vera Rosa e Adriana Fernandes

O pacote da habitação custará R$ 70 bilhões, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, segundo relatou um dos participantes da reunião com os empresários que fazem parte do Grupo de Acompanhamento da Crise (GAC). Ele acrescentou que o valor é suficiente para 1,2 milhão de casas e que as medidas deverão ser anunciadas entre 17 e 18 de março.

Desse montante, cerca de R$ 40 bilhões deverão ser subsídios, segundo informaram técnicos. Com esse dinheiro, o governo quitará parte do valor do imóvel, o que permitirá ao mutuário pagar uma prestação mais barata. O dinheiro, a ser desembolsado ao longo do contrato de financiamento, que será de 20 ou 30 anos, sairá dos cofres do Tesouro e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Leia o resto do artigo »

Postado em Política Social | Sem Comentários »

Governo engaveta proposta de privatização dos aeroportos do País

Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

 Apesar da decisão, ministro Nelson Jobim admite que concessões de Viracopos e Galeão possam sair este ano

 Por Tânia Monteiro Isabel Sobral

O governo abandonou a promessa de privatização da Infraero e dos aeroportos brasileiros. Sinais da mudança de rumo foram dados ontem na cerimônia de anúncio de contratação de uma consultoria, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para realizar estudos técnicos para reestruturação da Infraero – Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária. Porém, horas antes, em entrevista, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ainda admitia a possibilidade de que possa haver concessão de aeroportos para a iniciativa privada.
Há dois anos, a abertura de capital da Infraero vem sendo discutida. A previsão de conclusão dos estudos e maio do próximo ano, quando a campanha pela sucessão no Planalto estará nas ruas -período em que dificilmente um assunto como privatização iria adiante. Com isso, estaria adiada também a ideia de concessões dos aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Galeão, no Rio, como havia anunciado Jobim e pressionava o governador do Rio, Sérgio Cabral. Também está fora da discussão, por ora, a construção do terceiro aeroporto de São Paulo.
Ao ser indagado ontem se a privatização dos aeroportos vai ocorrer ainda este ano, Jobim respondeu: “Creio que sim, porque as informações que eu tenho é de que a formatação dessas concessões de aeroportos está sendo definida pela Anac (Agência Nacional da Aviação Civil)”. Segundo Jobim, ainda existem problemas jurídicos para as concessões porque alguns dos aeroportos operados pela Infraero, na verdade, não pertencem à empresa. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Dilemas e Desafios do Governo Lula

Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho 

No próximo dia 11, o Copom – o Comitê de Política Monetária do Banco Central – divulgará a taxa Selic, que passará a vigorar a partir dessa data.

A taxa Selic é importante, pois ela define a taxa básica da economia com que o Banco Central se relaciona com as instituições financeiras, especialmente nas suas chamadas operações de redesconto. Ela é importante, pois sinaliza uma espécie de piso mínimo do custo do dinheiro e é com base nesta taxa que os diversos agentes financeiros realizam seus cálculos e decisões de operações financeiras, de aplicações e empréstimos a terceiros.

Ocorre que aqui no Brasil esta não é uma decisão que impacte somente as condições de empréstimos e redescontos do Banco Central.

Levando-se em conta que a taxa Selic ainda é o principal indexador dos títulos públicos, essa decisão do Banco Central é extremamente relevante para a situação das finanças públicas, em particular para a estimativa de gastos com juros que o governo central acaba arcando, pela necessidade de rolagem da dívida pública mobiliária federal.

O fato da taxa Selic ser ao mesmo tempo a taxa básica de juros e o mais importante indexador dos títulos públicos é uma deformação que exigiria uma rápida medida do governo. Contudo, já no seu sétimo ano de governo, nos parece que essa não seria uma medida a ser enfrentada por Lula. Leia o resto do artigo »

Postado em Destaques da Semana, Paulo Passarinho, Política Econômica | Sem Comentários »

Fernando Collor vive e luta

Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Celso Marcondes

Fonte: CartaCapital

O processo de “renovação” iniciado no Congresso Nacional com as eleições de Michel Temer e José Sarney continua. Agora, quem voltou por cima foi Fernando Collor. Graças ao apoio do PMDB, em aliança com o DEM, o senador alagoano, hoje no PTB, assumiu a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado. Foram precisos 13 votos, contra os 10 da senadora Ideli Salvatti, do PT.

Foi mais uma vitória do PMDB, esta coordenada diretamente por Renan Calheiros e pelo ministro José Múcio (PTB), das Relações Institucionais. E mais uma derrota do PT, que a cada dia que passa vê mais gordo o seu principal aliado na base governamental. Para quem não sabe a importância da tal comissão, basta dizer que sua principal atribuição será acompanhar no Senado as obras do PAC, eixo estratégico de ação do governo federal.

Ver imagem em tamanho grandeAssim como Temer e Sarney, a dupla Collor/Renan ressuscitou. Na política brasileira, quem é vivo sempre reaparece. Quem é esperto e sabe manter sólidos seus laços na corporação, estes, então, nunca morrem. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

The Big Dither

Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2009

NYT, March 6, 2009

By PAUL KRUGMAN

Last month, in his big speech to Congress, President Obama argued for bold steps to fix America’s dysfunctional banks. “While the cost of action will be great,” he declared, “I can assure you that the cost of inaction will be far greater, for it could result in an economy that sputters along for not months or years, but perhaps a decade.”

Many analysts agree. But among people I talk to there’s a growing sense of frustration, even panic, over Mr. Obama’s failure to match his words with deeds. The reality is that when it comes to dealing with the banks, the Obama administration is dithering. Policy is stuck in a holding pattern.

Here’s how the pattern works: first, administration officials, usually speaking off the record, float a plan for rescuing the banks in the press. This trial balloon is quickly shot down by informed commentators.

Then, a few weeks later, the administration floats a new plan. This plan is, however, just a thinly disguised version of the previous plan, a fact quickly realized by all concerned. And the cycle starts again. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Combater a desigualdade é a forma mais eficaz de enfrentar a crise

Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2009

Lidar com a pobreza, na verdade, é a forma mais eficaz de lidar com uma crise econômica, muito mais eficaz do que a estratégia de se dar dinheiro aos bancos ou grandes empresas. É assim que se restauram os fluxos de renda, de capital, e a capacidade de tomada de empréstimo da população e do sistema como um todo, diz James Galbraith, em entrevista exclusiva concedida a Carta Maior no Seminário sobre Desenvolvimento.

BRASÍLIA – O professor James Galbraith, diretor do Projeto Desigualdade na Universidade do Texas-Austin, não é apenas o herdeiro de um nome ilustre (seu pai, John K. Galbraith, foi um dos economistas mais influentes nos EUA do pós-guerra). Ele foi um dos primeiros a prever a atual crise econômica, ainda em 2004, e por isso tem recebido cada vez mais atenção da imprensa e do governo estadunidenses. Seu livro “The Predator State: How Conservatives Abandoned the Free Market and Why Liberals Should Too” (O Estado Predador: como os conservadores abandonaram o livre mercado e por que os liberais também deveriam fazê-lo- 211 páginas, Free Press, ainda sem previsão de ser lançado no Brasil) está entre os 3 mais vendidos na categoria “governo” da Amazon.com.

No Brasil para participar do Seminário Internacional sobre Desenvolvimento do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Galbraith – que irá participar de um painel sobre o papel do estado no pós crise – concedeu entrevista à Carta Maior, na qual explica que a crise, gestada pelas políticas irresponsáveis de desregulamentação bancária, está longe de ser superada – e que o caminho de sua superação passa antes pela ajuda à população em geral, principalmente aos mais pobres, do que pela ajuda a bancos e grandes empresas.

Carta Maior – O senhor acredita que a ajuda econômica prevista pelo Congresso americano terá sucesso?

James Galbraith – Acho que as duas – o pacote de estímulo e o socorro aos bancos – são complementares. O estímulo econômico depende do socorro bancário, e o problema deste é que a tática, a visão básica por trás dele, que é de que comprar ações, oferecer capital aos bancos para fazer com que eles comecem a emprestar novamente, está errada. A razão pela qual os bancos não estão concedendo crédito é que há uma escassez de boas oportunidades de investimento, ou de tomadores de empréstimo com garantias apropriadas, com imóveis valorizados ou outras garantias.

E o problema com os bancos é que a carteria de ativos deles vale muito menos do que eles pensavam que valia. É uma insolvência maciça e, até que se lide com isso, não haverá reconstrução do sistema financeiro.

CM – Aqui no Brasil, apesar dos bancos estarem numa situação bem mais sólida do que nos Estados Unidos, foram tomadas medidas de estímulo ao crédito e de capitalização. O senhor acredita que essas medidas terão efeito no sentido de estimular os bancos a fornecerem crédito? Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »