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Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2009

Conceição: Banco só se comporta se o Banco Central obrigar

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Agência Carta Maior

“Nós entramos muito tarde no delírio neoliberal. O Brasil é um país tardio. Neste caso foi bom”, disse Conceição Tavares. Para a economista, assim o Brasil pôde evitar a destruição completa do estado de bem-estar social e assim dispor, diante da crise, do poder de resistência e enfrentamento. O que nos dá poder são os bancos públicos, afirmou, no primeiro dia do Seminário Internacional sobre Desenvolvimento.

Por Clarissa Pont

BRASÍLIA – Maria da Conceição Tavares contabiliza mais de meio século dedicado a contribuir para a análise do desenvolvimento econômico brasileiro. Talvez por causa disso conquistou algo para poucos: ter o direito de falar tudo o que pensa. Em mesa durante Seminário Internacional sobre Desenvolvimento, Conceição não teve papas na língua ao apontar culpados e resumiu: “O Brasil não é um país hegemônico. Não tem hegemonia na sociedade civil, nem nas burguesias, nem em nada. Então precisa de um poder político. É uma sociedade que depende muito do Estado mesmo quando gosta de dizer que é contra ele”. É contra “de boca”, com ela diz. “Ninguém ganha sem um estado brasileiro forte”, completou.

A ex-deputada federal pelo PT do Rio de Janeiro encerra grande parte das suas conclusões com uma enfática pergunta: “Está claro?”. Na mesma platéia, para quem a economista perguntava se estava sendo direta o suficiente, alguns foram por ela distinguidos como protagonistas dos que podem ser cruéis efeitos da crise no Brasil caso não sejam combatidos: empresários que praticam demissões em massa, neoliberais arrependidos e uma classe que ainda mantém ranço contra um Estado forte. Para ela, são justamente as políticas de Estado e as políticas públicas de proteção social que vão garantir um horizonte de diferença frente aos métodos que ficaram petrificados a todo custo durante o largo período neoliberal no Brasil. Leia o resto do artigo »

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Limites e resultados de um keynesianismo que desafia o Brasil

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Agência Carta Maior

Somos todos keynesianos? A questão foi qualificada no debate sobre o papel do estado brasileiro frente à crise. De um lado, a aposta no PAC, Territórios da Cidadania e programas de garantia do emprego via BNDES. De outro, o alerta de que a atração de investimentos externos via juros anômalos não será suficiente para o país proteger-se da crise. Transferência de renda do público para o privado – os bancos – tem marcado um keynesianismo de matiz conservadora que desafia o Brasil.

Por Tiago Thuin

BRASÍLIA – Somos todos keynesianos? Com essa questão Tânia Bacelar, professora de economia da UFPE abriu o painel O Papel do Estado no mundo pós-crise e os desafios do estado brasileiro do seminário do CDES, na tarde do dia 5. A questão foi qualificada por seus colegas de debate, que vêem na crise econômica a oportunidade e a necessidade de se superar o modelo de desenvolvimento capitalista-fordista, impondo ao Brasil e ao mundo não apenas um novo modelo econômico mas, nas palavras do pesquisador Ignacy Sachs, “um novo modelo civilizatório.”

Estaríamos, segundo o professor Sachs, no limiar de uma nova revolução tecnológica, que encerraria o “hiato” de alguns séculos de utilização de combustíveis fósseis, equiparando-se em importância às revoluções neolítica e industrial. Apenas através de “avanços nessa direção, via sistemas integrados adaptados aos biomas e voltados para a agricultura familiar” é que se poderá superar a crise econômica – e, de quebra, as crises sistêmicas que a precederam, do emprego e da segurança alimentar. Para o professor Sachs, os países tropicais levariam uma vantagem natural nesse novo modelo, devido à maior incidência de luz solar. Leia o resto do artigo »

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Quem é Gilmar Mendes?

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por João Quartim de Moraes * 

A questão comporta múltiplas respostas, a mais enfática das quais provém do jurista Dalmo Dallari no artigo “Degradação do Judiciário”, publicado na Folha de São Paulo em 8 de maio de 2002, em que reage com indignação à notícia “de que o presidente da República” (FHC, o da herança maldita), “com afoiteza e imprudência muito estranhas encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal” (a indicação foi noticiada antes que se formalizasse a abertura da vaga), “que pode ser considerada verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo federal ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil e a toda a comunidade jurídica”. O indicado em questão, “alto funcionário do Executivo, especializou-se em ‘inventar’ soluções jurídicas no interesse do governo.

Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito. Já no governo Fernando Henrique, o mesmo dr. Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, ‘inventaram’ uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais”. Leia o resto do artigo »

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Ameaças vazias

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Janio de Freitas*

Passado o longo período de umas 48 horas sem aparecer em nenhum meio de comunicação, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, aponta ameaças à nossa democracia na ocasião mesma em que seu parceiro, o ministro da Defesa, é abatido por suas próprias forças com um desmentido definitivo. Nem o promissor carimbo de “confidencial”, pespegado no documento que Nelson Jobim entregou à CPI das Escutas Telefônicas, poupou-o da divulgação de que foi inverdade iro nos depoimentos à CPI. Mais: também nas contestações ácidas ao ministro da Segurança Institucional, general Jorge Felix. E ainda: na indução ao presidente da República para afastar, por suspeitas extremas, o delegado Paulo Lacerda e outros diretores da Abin. O laudo final do Exército assegura que os equipamentos da Abin não poderiam ter gravado Gilmar Mendes e o senador Demóstenes Torres.  Leia o resto do artigo »

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Vejam a máfia formada por Daniel Dantas, Gilmar Mendes e acobertados pela revista Veja.

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2009

Uma operação para livrar Daniel Dantas do inquérito e do processo : Nassif fala sobre mais um caso da Veja.

Para o jornalista, a revista Veja perdeu todos os limites ao publicar uma matéria em que não pode provar nada do que denuncia. Para ele, trata-se de uma operação para livrar Daniel Dantas da ação movida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. “É um momento triste na história da República: ele mostra que Dantas conseguiu uma ampla influência no Judiciário, em três partidos políticos e em grande parte da mídia”, diz Nassif.

IHU – Instituto Humanitas Unisinos

A revista Veja da semana passada denunciou um esquema de grampos que vigiariam o Supremo Tribunal Federal e integrantes do governo federal. O que levou, no dia seguinte, o presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes a reunirem-se e, finalmente, à suspensão da direção da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Na terça-feira da semana passada, em entrevista à imprensa, Lula declarou:

“Se algum de vocês (referindo-se aos jornalistas presentes) souber algo – porque a fonte conversou com os jornalistas e não comigo -, e quiserem facilitar a investigação, podemos resolver logo o problema. Do contrário, vamos ter de investigar com muita profundidade”.

Isso porque a Veja declarou que as gravações não existem mais e utiliza a lei para não revelar o nome da fonte da reportagem. A IHU On-Line conversou por telefone com Luis Nassif sobre essa crise gerada por um veículo de comunicação tão importante no país, mas, segundo ele, em decadência.

Nassif, que lançou uma série chamada Dossiê Veja, em que chama de antijornalismo o trabalho da revista, fala sobre a relação dessa denúncia dos grampos no STF com o caso Daniel Dantas, sobre um possível conflito entre o ministro do STF e Tarso Genro e, ainda, sobre a posição da Polícia Federal diante desse grande problema deflagrado no país. 

Luis Nassif é jornalista e diretor Superintendente da Agência Dinheiro Vivo. Além disso, desempenha as funções de comentarista econômico da TV Cultura, membro do Conselho do Instituto de Estudos Avançados da USP e do Conselho de Economia da FIESP. Possui um dos blogs mais acessados e respeitados do país.

Confira a entrevista. Leia o resto do artigo »

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Nassif e o Caso Veja

Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009

O jornalista Luis Nassif publicou em seu blog, neste final de semana, mais um capítulo sobre o Caso Veja, apontando comportamentos suspeitos da revista semanal da editora Abril. Vale a leitura, abaixo, ou no site de Nassif. 

O assassinato do intocável

Na edição de 20 de outubro de 2004, Veja veio com uma capa bombástica: “Os Intocáveis, A guerra do grupo de agentes de elite contra o crime organizado e a corrupção na Polícia Federal”.

No dia 13 de agosto de 2008, a capa “Espiões Fora do Controle”, falando da mesma PF e dos mesmos métodos elogiados anteriormente.

O que mudou, quem mudou nesse período, a PF ou a polícia, Paulo Lacerda ou a Veja? O que levou a revista, nas últimas semanas, a montar uma típica operação de assassinato de reputação contra o delegado enaltecido pouco tempo antes? O que a levou a considerar como atentado aos direitos individuais o que era tratado, pouco antes, como uma guerra inevitável contra a corrupção?

Na última edição (de 3 de setembro de 2008) nova tentativa de assassinato de reputação de Lacerda, inteiramente calcado em um suposto grampo de conversa do Ministro Gilmar Mendes e de um senador da CPI de Pedofilia. Um grampo curioso, aliás, porque a conversa gravada é francamente favorável aos grampeados. Leia o resto do artigo »

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A inclusão aumenta

Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Correio Brasiliense

Por Paloma Oliveto

Censo do MEC mostra que 54% dos alunos com deficiência estão em salas de aula comuns, com os demais estudantes. Há 10 anos, índice era de 13%. Muitos professores, porém, ainda resistem à mudança.

 

Por ser portador de atrofia muscular, Lucas só conseguiu vaga na escola aos 9 anos. Hoje, é um dos melhores alunos do colégio Polivalente

 Lucas Maciel da Rocha é um dos melhores alunos da escola. Aos 15 anos, o estudante da 7ª série é o campeão de xadrez do colégio Polivalente e já ganhou duas medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática, competição nacional entre alunos da rede pública. Mesmo com toda essa capacidade, ele só começou a vida escolar aos 9 anos, porque, segundo conta, a família não conseguia encontrar um colégio que o aceitasse. O motivo: portador de atrofia muscular, ele anda numa cadeira de rodas e não tem habilidade motora para escrever.

O preconceito contra alunos com deficiência, porém, começa a perder força nas salas de aula. Pelo menos é o que mostram os dados mais recentes do censo escolar feito pelo Ministério da Educação (MEC). De 2006 para 2007, o número de matrículas de estudantes deficientes em escolas comuns passou de 46,8% para 54%. Dez anos atrás, esse índice era de apenas 13%.

“Estamos num momento positivo, o do acesso à educação. Nenhuma escola pode negar a matrícula a essas crianças. O acesso é o início de todo um processo de mudança”, afirma a secretária de Educação Especial do MEC, Cláudia Pereira Dutra. Para ela, há duas questões importantes que precisam ser ressaltadas: o país avançou na legislação – ao ratificar, no ano passado, a convenção das Nações Unidas para pessoas com deficiência – e na estratégia de inclusão, a partir do momento em que ampliou a oferta do atendimento educacional especializado. Leia o resto do artigo »

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Sem o plano do governo, construção pára

Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Correio Brasiliense

Empresários do setor de habitação dizem que, se o projeto de construir 1 milhão de moradias não sair, vai estagnar ou ter queda este ano. Vendas já caíram em janeiro 

Por Mariana Flores Vânia Cristino e Karla Mendes

O setor produtivo aguarda com ansiedade o anúncio oficial do projeto do governo federal que prevê a construção de 1 milhão de casas populares até o próximo ano. Após o baque inicial da crise econômica, que derrubou a demanda, o programa do governo é visto como a única saída para evitar uma retração no setor neste ano. E como a desaceleração atingiu a economia real depois de um ano de forte crescimento, as empresas já estavam preparadas para vendas ainda maiores. De acordo com os empresários, não será problema cumprir o programa habitacional.

“O setor investiu muito para atender a demanda de 2008, então temos condição de atender. Se o programa for implantado podemos crescer até 5% em 2009, mas, se não andar, vamos estagnar ou podemos até ter queda”, afirma o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Material de Construção (Abramat), Melvyn Fox. Em janeiro, os fabricantes de materiais sentiram a restrição ao crédito e a insegurança do consumidor. Venderam 15,72% a menos que no mesmo mês de 2008. Leia o resto do artigo »

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