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Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2009

O Legado de Lula

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho

Desde o início dos sintomas mais agudos da crise econômica global – em setembro do ano passado, agravando um quadro que já se notava, desde o segundo semestre de 2007, como de extrema gravidade – temos defendido que a história abre uma oportunidade para Lula rever as opções de política econômica, adotadas desde o início de seu governo, em 2003.

Afinal, se por uma tosca noção de governabilidade, o presidente eleito em 2002 optou por manter os pilares da política macroeconômica de FHC do seu segundo mandato, e entregou a direção do Banco Central a um executivo de um banco estrangeiro credor do Brasil, além de deputado federal eleito pelo PSDB, a partir da falência espetacular do sistema financeiro internacional tudo poderia favorecer às alternativas de mudanças.

Ao contrário, o que assistimos foram sucessivas declarações de Lula e de seus ministros afirmando que a crise era externa, a economia brasileira encontrava-se blindada a quaisquer abalos vindos de fora, e que o grande cacife que dispúnhamos para a manutenção das taxas de crescimento era a nossa economia interna, o crescente consumo das famílias e o “novo” papel do Estado, embalado pela virtude indutora ao desenvolvimento propiciado pelo PAC. Leia o resto do artigo »

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PIB fraco leva BC a fazer maior corte de juro desde 2003

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Redução de 1,5 ponto porcentual leva Selic a 11,25% e abre caminho para que a taxa chegue a 1 dígito

Por Fabio Graner

Com uma decisão antecipada pela maioria do mercado, por causa dos desastrosos números do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre de 2008 e da produção industrial em janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu ontem reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 1,5 ponto porcentual. A medida reduz o juro a 11,25% ao ano, igual à taxa do período de setembro de 2007 a abril de 2008, a menor da série histórica. O movimento também abre caminho para a taxa brasileira, uma das maiores do mundo, chegar ainda este ano a um dígito. Um corte da magnitude de ontem ocorreu pela última vez em novembro de 2003.

Ao contrário do que ocorreu em janeiro, a decisão da diretoria colegiada do BC foi unânime e tomada em tempo relativamente curto, cerca de duas horas. Dessa forma, a autoridade monetária tenta fortalecer sua posição no debate político do juro, pois uma decisão dividida poderia dar força aos críticos. Leia o resto do artigo »

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Comunicado do BC deixa em aberto novos cortes. Não tão substanciais

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Governo ressalta que diretoria do Banco Central está em ‘sintonia’ com as ações necessárias para enfrentar a crise

Por Beatriz Abreu

“Quando o Banco Central toma uma atitude como essa mostra um afinamento total com o governo”, disse uma fonte do Planalto. A sintonia parece tão ajustada que até mesmo a interpretação do comunicado do Copom ganha coerência quando o assunto é a forma de posicionamento da diretoria do BC. “Foi uma medida forte, sem dúvida. E o comunicado permite a leitura de que o Meirelles (Henrique Meirelles, presidente do Banco Central) está dizendo que não se sente obrigado a fazer cortes de 1,5 ponto porcentual mais uma vez”, comentou essa fonte.
No comunicado, o Banco Central reafirma que o foco da ação da política monetária é o controle da inflação. E deixou claro que o Copom vai acompanhar a evolução dos preços e os impactos dos cortes já realizados para avaliar o comportamento da meta de inflação, fixada em 4,5% para este ano.

“A leitura não pode ser outra”, disse ainda o assessor ao se referir ao trecho do comunicado em que o BC afirma que “acompanhará a evolução da trajetória prospectiva para a inflação até a sua próxima reunião, levando em conta a magnitude e a rapidez do ajuste da taxa básica de juros já implementado e seus efeitos cumulativos, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”. Leia o resto do artigo »

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Banco sondou mercado após a divulgação do PIB fraco

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

>Por Célia Froufe>

Essas sondagens são comuns, pelo que apurou a AE. Geralmente, são feitas até a sexta-feira que antecede a reunião do Copom. Desta vez, no entanto, a avaliação do BC, segundo as fontes, é de que o PIB mais fraco do que o esperado (caiu 3,6% no quarto trimestre) teria tornado defasadas as estimativas anteriores. E isso teria contribuído para o BC refazer a consulta ao mercado.
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As culpas do Banco Central

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009

Ontem o governo da Nova Zelândia cortou os juros básicos em 3 pontos percentuais. A taxa era de 6,5% ao ano, caiu para 3,5%.

Enquanto isto, com a produção industrial registrando quedas recordes, com o PIB do quarto trimestre de 2008 mostrando queda recorde, com os preços sob controle, reunido ontem o Copom (Comitê de Política Monetária) resolveu reduzir a taxa Selic em apenas 1,5 ponto percentual, caindo para ainda expressivos 11,25% ao ano.

Durante a tarde, a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou um estudo comparativo entre as diversas economias mundiais. Constatou que a queda do PIB (Produto Interno Bruto) brasileira foi a segunda maior do mundo, desde o início da retração da economia global. Saiu de um crescimento de 1,7% no terceiro trimestre para uma queda de 3,6% no quarto.

Mesmo assim, não se identificava uma recessão clássica, daquelas definidas nos livros-texto.

Alguns dias atrás, o economista Yoshiaki Nakano havia identificado bem as razões da expressiva queda dos investimentos e da produção industrial nos últimos meses.

Constatou que houve queda discreta no consumo e praticamente nenhuma queda em serviços.

Qual a razão, então, de queda tão grande? Dois motivos, segundo ele. Primeiro, o corte repentino das linhas externas, que apavorou as empresas, muitas delas enroladas com operações especulativas. Depois, as altas taxas de juros do Banco Central, que aprofundaram o temor geral das empresas.

Leia mais em Luís Nassif

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Divulgação de curso no Banco Central : ” Estimation, Solution and Policy Analysis using Equilibrium Monetary Models ” ( vale a pena para quem se interessa ou acredita em modelos monetários)

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009

A Universidade do Banco Central realizará, em conjunto com o CEMLA, o curso Estimation, Solution and Policy Analysis using Equilibrium Monetary Models, em Brasília/DF, no período de 23 a 27 de março de 2009, nas dependências da UniBacen.

O objetivo do curso é prover os participantes dos conhecimentos necessários para a construção e uso de modelos DSGE (Dynamic Stochastic General Equilibrium) nas análises de política monetária.

O facilitador será o prof. Lawrence J. Christiano.

Os requisitos necessários são:
Domínio no idioma inglês (nível avançado).

Compatibilidade do conteúdo programático com as atividades do servidor, sendo que no momento da inscrição dever-se-á mencionar o tempo de experiência na área e a sua titulação (mestrado, doutorado, etc…). Leia o resto do artigo »

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Conceição e Luciano Coutinho aderem às teses dos economistas de Oposição ao governo Lula ?

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Monitor Mercantil

Segundo matéria na primeira página do jornal Monitor Mercantil do dia 06 de março, Maria da Conceição Tavares declarou ontem, em Brasília, que ” o Banco Central do governo Lula é “feudo inimigo”. E ainda : “O que atrasa é que no Brasil temos duas nações. Uma amiga que é a Petrobrás, e um feudo inimigo, que é o Banco Central “.

Já Luciano Coutinho foi em contra das opiniões de Lula ( “a crise no Brasil será apenas uma marolinha”) e do ministro da Fazenda Guido Mantega (” a crise não chegará ao Brasil”), declarando : “a afirmação de que a economia mundial poderá começar a se recuparar no começo de 2009 soa como algo ‘irreal’. E completou : “esta é uma crise gravíssima e que se estenderá por três ou quatro anos. Teremos um longo período de estagnação, Não parece crível que poderemos ter uma recuperação no segundo semestre.”
E fulminou, do alto da cátedra : ” Como estudioso da História, acredito que esta crise se prolongará com crescimento negativo mundial, principalmente nas economias desenvolvidas, em 2009 e 2010. Depois, teremos taxas de crescimento muito baixas. Estamos vendo os primeiros capítulos de uma grande e longa crise”.

Acertadíssimo, professor Luciano ! É o que estamos dizendo há pelo menos dois anos ! Benvindos, Conceição e Luciano, ao endosso das teses dos economistas de Oposição !

E que mudança notável nas posições anteriores da área de estudos econômicos do BNDES, para a qual tudo estava candidaneamente no melhor dos mundos, os investimentos bombando, a economia crescendo, a crise longe do Brasil… Nunca é tarde para ajustar as previsões…

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Obama quiere el petróleo de Lula

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009

Washington pretende poner fin a su dependencia energética de Venezuela

Brasil y EE UU mantienen contactos informales con el objetivo de cerrar un futuro acuerdo comercial que aumente el flujo de petróleo y derivados desde el gigante suramericano hacia su vecino del norte. La recién estrenada Administración de Barack Obama ya ha dejado clara su voluntad de incrementar considerablemente las importaciones de crudo brasileño. De concretarse el pacto comercial, algo que hoy por hoy parece muy probable y que depende únicamente de Brasil, la consecuencia más directa sería el desplazamiento de Venezuela del mercado energético estadounidense, donde actualmente consigue colocar entre el 40% y el 70% de su producción petrolífera.

Si se cumplen las previsiones, Brasil puede ser el octavo productor mundial

Varias fuentes diplomáticas y gubernamentales de Brasilia han confirmado a EL PAÍS el interés del Gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva en aumentar la presencia brasileña en el mercado norteamericano de hidrocarburos, aunque ello implique una colisión frontal con los intereses venezolanos. Todo ello dependerá de la cantidad de crudo que la compañía estatal brasileña Petrobras consiga bombear en los próximos años de los pozos perforados frente a los litorales de los Estados de Río de Janeiro y São Paulo, así como del marco jurídico que Washington y Brasilia suscriban. Leia o resto do artigo »

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