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Blog do Desemprego Zero

Governo engaveta proposta de privatização dos aeroportos do País

Escrito por beatriz, postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de S. Paulo

 Apesar da decisão, ministro Nelson Jobim admite que concessões de Viracopos e Galeão possam sair este ano

 Por Tânia Monteiro Isabel Sobral

O governo abandonou a promessa de privatização da Infraero e dos aeroportos brasileiros. Sinais da mudança de rumo foram dados ontem na cerimônia de anúncio de contratação de uma consultoria, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para realizar estudos técnicos para reestruturação da Infraero – Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária. Porém, horas antes, em entrevista, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ainda admitia a possibilidade de que possa haver concessão de aeroportos para a iniciativa privada.
Há dois anos, a abertura de capital da Infraero vem sendo discutida. A previsão de conclusão dos estudos e maio do próximo ano, quando a campanha pela sucessão no Planalto estará nas ruas -período em que dificilmente um assunto como privatização iria adiante. Com isso, estaria adiada também a ideia de concessões dos aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Galeão, no Rio, como havia anunciado Jobim e pressionava o governador do Rio, Sérgio Cabral. Também está fora da discussão, por ora, a construção do terceiro aeroporto de São Paulo.
Ao ser indagado ontem se a privatização dos aeroportos vai ocorrer ainda este ano, Jobim respondeu: “Creio que sim, porque as informações que eu tenho é de que a formatação dessas concessões de aeroportos está sendo definida pela Anac (Agência Nacional da Aviação Civil)”. Segundo Jobim, ainda existem problemas jurídicos para as concessões porque alguns dos aeroportos operados pela Infraero, na verdade, não pertencem à empresa.
Também em entrevista, o presidente da Infraero, brigadeiro Cleonilson Nicácio Silva, assegurou que “não haverá privatização” da empresa. “O que se está pensando é na abertura de capital” – mas, ressalvou, “num futuro, mais a longo prazo”. O brigadeiro acentuou que a Infraero tem capacidade de administrar os 67 aeroportos do País “coma maior competência” porque é “uma das mais eficientes empresas de administração de aeroportos do mundo”. Disse ainda que “o desejo da Infraero é se transformar em empresa de economia mista, nos padrões mais modernos de governança corporativa”. Segundo o presidente da Infraero, a concessão de aeroportos à iniciativa privada “não está decidida”. E emendou: “Ela apenas foi sugerida pelo comitê de desestatização”.
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, atribuiu à crise mundial a mudança da posição do governo. Ele acrescentou que a situação de mercado de capitais mudou de forma dramática desde setembro do ano passado, e por isso é difícil fazer um prognóstico sobre a emissão de ações da empresa. “O que temos de fazer agora é trabalhar para aperfeiçoar ao máximo e fortalecer a estrutura, a eficiência a gestão e a governança da Infraero, para prepará-la para o momento oportuno.”



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