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	<title>Comentários sobre: Conceição: Banco só se comporta se o Banco Central obrigar</title>
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		<title>Por: Roberto Pereira d'Araujo</title>
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		<dc:creator>Roberto Pereira d'Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 12:54:54 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda bem que não estou frente a frente com ela. Assim posso criticar sem levar uma bronca. No Centro Celso Furtado, ano passado, ao dizer que no caso do setor elétrico, o governo tinha adotado uma política suicida nas estatais para fazer um populismo tarifário, ela quase pulou no meu pescoço. Em sinal de respeito e admiração por ela, não respondi, mas só posso entender essa defesa do governo Lula por partidarismo. No caso em questão, não tenho nenhuma dúvida de que foi isso mesmo o que o governo fez. Decidiu absorver a enorme perda de receita advinda da queda de mercado em suas empresas, protegendo o setor privado. Também foi o governo Lula o período onde a especulação e a “alavancagem” do mercado livre de energia mais cresceram. Foi no governo Lula que ocorreram parcerias de estatais e grupos privados onde o setor estatal aceitou ser minoritário e ter taxas de retorno menores. A tarifa de energia continua sendo a mais alta do planeta, considerado que temos uma matriz quase totalmente hídrica. Só as empresas do grupo Eletrobrás fizeram uma média de R$ 2 bi de superávit primário no governo Lula. Muito mais do que no período FHC. Tudo isso fora o uso de cargos de empresas para distribuir para o que há de pior na “base do governo”. 
Portanto, pergunto: Estado forte para que? Para ser coadjuvante, financiador, estoque de cargos, bengala do setor privado? Qual é o sentido de captar recursos a 11,25% e emprestar a 6,25%?
Por favor, alguém me explique sem me dedurar à Conceição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda bem que não estou frente a frente com ela. Assim posso criticar sem levar uma bronca. No Centro Celso Furtado, ano passado, ao dizer que no caso do setor elétrico, o governo tinha adotado uma política suicida nas estatais para fazer um populismo tarifário, ela quase pulou no meu pescoço. Em sinal de respeito e admiração por ela, não respondi, mas só posso entender essa defesa do governo Lula por partidarismo. No caso em questão, não tenho nenhuma dúvida de que foi isso mesmo o que o governo fez. Decidiu absorver a enorme perda de receita advinda da queda de mercado em suas empresas, protegendo o setor privado. Também foi o governo Lula o período onde a especulação e a “alavancagem” do mercado livre de energia mais cresceram. Foi no governo Lula que ocorreram parcerias de estatais e grupos privados onde o setor estatal aceitou ser minoritário e ter taxas de retorno menores. A tarifa de energia continua sendo a mais alta do planeta, considerado que temos uma matriz quase totalmente hídrica. Só as empresas do grupo Eletrobrás fizeram uma média de R$ 2 bi de superávit primário no governo Lula. Muito mais do que no período FHC. Tudo isso fora o uso de cargos de empresas para distribuir para o que há de pior na “base do governo”.<br />
Portanto, pergunto: Estado forte para que? Para ser coadjuvante, financiador, estoque de cargos, bengala do setor privado? Qual é o sentido de captar recursos a 11,25% e emprestar a 6,25%?<br />
Por favor, alguém me explique sem me dedurar à Conceição.</p>
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