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Blog do Desemprego Zero

BRDE, BDMG e Bandes ampliam atuação

Escrito por beatriz, postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Gazeta Mercantil 

Por Liliana Lavoratti 

Os três bancos estaduais de desenvolvimento estão expandindo neste ano suas operações com o financiamento de empresas em estados limítrofes à sua área de atuação. Essas instituições – BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul), BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais) e Bandes (Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo) – começam a aplicar a Resolução 3.593, editada em julho de 2008 pelo Conselho Monetário Nacional e Banco Central.

A medida autoriza esses bancos a apoiar grupos empresariais fora do território dos governos estaduais que detêm o controle dessas instituições financeiras, criadas exclusivamente com a finalidade de estimular o crescimento econômico. Permite ainda que esses bancos operem no mercado de câmbio para importação e exportação, como Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC) e Adiantamento de Contratos de Exportação (ACE).

O BRDE, por exemplo, que até agora restringia suas linhas de crédito a investimentos localizados no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, vai aplicar neste ano R$ 100 milhões em projetos de empresas desses estados no Mato Grosso do Sul. “O Mato Grosso do Sul é uma extensão da produção paranaense, catarinense e gaúcha, especialmente do agronegócio, segmento onde as cooperativas sulistas apoiadas pelo BRDE também são muito fortes”, afirma o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito da instituição, José Moraes Neto. Essa realidade motivou o governo sul-matogrossense – que já participava do CODESUL (Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul) desde 1992, mas não fazia parte do capital do banco – a pleitear desde aquela época a extensão da abrangência das linhas de crédito.

Fronteiras

Somente agora, 16 anos depois, a atual leva de governadores eleitos em 2006 – Roberto Requião (PMDB) no Paraná, Yeda Crusius (PSDB) no Rio Grande do Sul e Luiz Henrique da Silveira (PMDB) em Santa Catarina – conseguiu convencer a equipe econômica e a medida acabou beneficiando também ao BDMG e ao Bandes. Além dos três estados do Sul e de Mato Grosso do Sul, o BRDE pode atuar ainda em São Paulo, enquanto o BDMG ampliou sua área de influência para São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Bahia e Espírito Santo. O Bandes está autorizado a levar seus programas para o Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais. A ideia é ocupar o espaço nos estados sem a assistência de bancos de desenvolvimento e não concorrer, no caso dos estados onde mais de uma banco pode atuar.

A diferença entre os bancos estaduais de desenvolvimento e as agêncis de fomento dos governos estaduais é que os bancos podem captar recursos no mercado e emprestar, ou seja, não operar apenas com recursos de seus controladores, como é o caso das instituição de fomento.

Segundo o presidente do BDMG, Paulo Paiva, o banco já possui de três a quatro projetos próximos de serem concretizados com grandes grupos privados mineiros que necessitam da atuação do banco em investimentos fora de Minas Gerais. “Nesses empreendimentos, o BDMG vai operar em conjunto com esses grupos em vários estados vizinhos, como é o caso de São Paulo, Rio, Bahia e Goiás”, explica Paiva, que por enquanto não revela o nome das empresas beneficiadas. Uma série de outros projetos está em análise e negociação, mais focados no perfil do alvo principal das linhas de financiamento do BDMG, que são as médias empresas mineiras.

Além de possibilitar o financiamento de plantas industriais conectadas à produção de empresas em Minas Gerais, a extensão dos limites de atuação dos bancos de desenvolvimento também vai incrementar o apoio à exportação dessas empresas, segundo Paiva. Na avaliação dele, a autoridade monetária do País fortaleceu essas instituições financeiras ao reconhecer que elas podem operar no mercado de câmbio. “Isso é muito importante para atravessar esse momento de dificuldades decorrentes da ausência de recursos para os exportadores”, destacou. Não é intenção desenvolver outros tipos de operação de câmbio que não as exclusivamente direcionadas ao comércio exterior.

Meta no MS

Embora os efeitos da crise global na economia doméstica tenham deixado o setor privado mais cauteloso, a meta de destinar neste ano R$ 100 milhões para projetos no estado vizinho foi mantida. Segundo José Moraes Neto, esse valor é ousado porque o BRDE não conta com uma estrutura de agências pulverizadas que trabalhe na conquista de mercados. “As cooperativas têm muito interesse em atuar no setor de montagem de logística, armazenagem e comercialização de produtos agrícolas, levando para lá a experiência acumulada por aqui”, destaca José Moraes Neto. Outras oportunidades de investimentos são o reflorestamento, aquisição de bens de capitais e indústria de cerâmica.

Segundo o diretor do BRDE, esses pedidos surgiram antes mesmo de a instituição divulgar a ampliação de suas fronteiras, o que será feito institucionalmente a partir da primeira quinzena de março. Parcerias estão sendo feitas entre o banco e entidades empresariais e industriais. “Depois dessas ações, a tendência é aumentar muito os pedidos de financiamento voltados não apenas para o Mato Grosso do Sul, mas também em São Paulo”, acrescenta José Moraes Neto.

Apesar de centrar esforços no Mato Grosso do Sul, o banco sulista analisa alguns pedidos de grupos industriais paranaenses interessados em entrar no imenso marcado paulista com apoio do BRDE. “São empresas do ramo do agronegócio que já colocam seus produtos em São Paulo e que pretendem criar uma estrutura de comercialização capaz de dar maior competitividade a elas. Da mesma forma, fabricantes de bens de capital no Sul querem fazer investimentos em São Paulo”, disse o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito da instituição.

O Bandes, o menor dos três, é o mais tímido na expansão de suas fronteiras. “Apesar da autorização do Banco Central, nesse primeiro momento nossa estratégia de atuação é focada nos empreendedores que atuam nos limites do Espírito Santo”, afirmou o diretor-presidente do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo S.A., Waldenor Mariot. Ele disse que nada impede, entretanto, que a instituição venha a ter alguma atuação futura em municípios localizados para além das fronteiras físicas. No caso, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, estados de economia mais fortes que a capixaba.



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