Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009
A Universidade do Banco Central realizará, em conjunto com o CEMLA, o curso Estimation, Solution and Policy Analysis using Equilibrium Monetary Models, em Brasília/DF, no período de 23 a 27 de março de 2009, nas dependências da UniBacen.
O objetivo do curso é prover os participantes dos conhecimentos necessários para a construção e uso de modelos DSGE (Dynamic Stochastic General Equilibrium) nas análises de política monetária.
O facilitador será o prof. Lawrence J. Christiano.
Os requisitos necessários são:
Domínio no idioma inglês (nível avançado).
Compatibilidade do conteúdo programático com as atividades do servidor, sendo que no momento da inscrição dever-se-á mencionar o tempo de experiência na área e a sua titulação (mestrado, doutorado, etc…). Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: Monitor Mercantil
Segundo matéria na primeira página do jornal Monitor Mercantil do dia 06 de março, Maria da Conceição Tavares declarou ontem, em Brasília, que ” o Banco Central do governo Lula é “feudo inimigo”. E ainda : “O que atrasa é que no Brasil temos duas nações. Uma amiga que é a Petrobrás, e um feudo inimigo, que é o Banco Central “.
Já Luciano Coutinho foi em contra das opiniões de Lula ( “a crise no Brasil será apenas uma marolinha”) e do ministro da Fazenda Guido Mantega (” a crise não chegará ao Brasil”), declarando : “a afirmação de que a economia mundial poderá começar a se recuparar no começo de 2009 soa como algo ‘irreal’. E completou : “esta é uma crise gravíssima e que se estenderá por três ou quatro anos. Teremos um longo período de estagnação, Não parece crível que poderemos ter uma recuperação no segundo semestre.”
E fulminou, do alto da cátedra : ” Como estudioso da História, acredito que esta crise se prolongará com crescimento negativo mundial, principalmente nas economias desenvolvidas, em 2009 e 2010. Depois, teremos taxas de crescimento muito baixas. Estamos vendo os primeiros capítulos de uma grande e longa crise”.
Acertadíssimo, professor Luciano ! É o que estamos dizendo há pelo menos dois anos ! Benvindos, Conceição e Luciano, ao endosso das teses dos economistas de Oposição !
E que mudança notável nas posições anteriores da área de estudos econômicos do BNDES, para a qual tudo estava candidaneamente no melhor dos mundos, os investimentos bombando, a economia crescendo, a crise longe do Brasil… Nunca é tarde para ajustar as previsões…
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009
Washington pretende poner fin a su dependencia energética de Venezuela
Brasil y EE UU mantienen contactos informales con el objetivo de cerrar un futuro acuerdo comercial que aumente el flujo de petróleo y derivados desde el gigante suramericano hacia su vecino del norte. La recién estrenada Administración de Barack Obama ya ha dejado clara su voluntad de incrementar considerablemente las importaciones de crudo brasileño. De concretarse el pacto comercial, algo que hoy por hoy parece muy probable y que depende únicamente de Brasil, la consecuencia más directa sería el desplazamiento de Venezuela del mercado energético estadounidense, donde actualmente consigue colocar entre el 40% y el 70% de su producción petrolífera.
Si se cumplen las previsiones, Brasil puede ser el octavo productor mundial
Varias fuentes diplomáticas y gubernamentales de Brasilia han confirmado a EL PAÍS el interés del Gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva en aumentar la presencia brasileña en el mercado norteamericano de hidrocarburos, aunque ello implique una colisión frontal con los intereses venezolanos. Todo ello dependerá de la cantidad de crudo que la compañía estatal brasileña Petrobras consiga bombear en los próximos años de los pozos perforados frente a los litorales de los Estados de Río de Janeiro y São Paulo, así como del marco jurídico que Washington y Brasilia suscriban. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: Agência Carta Maior
“Nós entramos muito tarde no delírio neoliberal. O Brasil é um país tardio. Neste caso foi bom”, disse Conceição Tavares. Para a economista, assim o Brasil pôde evitar a destruição completa do estado de bem-estar social e assim dispor, diante da crise, do poder de resistência e enfrentamento. O que nos dá poder são os bancos públicos, afirmou, no primeiro dia do Seminário Internacional sobre Desenvolvimento.
Por Clarissa Pont
BRASÍLIA – Maria da Conceição Tavares contabiliza mais de meio século dedicado a contribuir para a análise do desenvolvimento econômico brasileiro. Talvez por causa disso conquistou algo para poucos: ter o direito de falar tudo o que pensa. Em mesa durante Seminário Internacional sobre Desenvolvimento, Conceição não teve papas na língua ao apontar culpados e resumiu: “O Brasil não é um país hegemônico. Não tem hegemonia na sociedade civil, nem nas burguesias, nem em nada. Então precisa de um poder político. É uma sociedade que depende muito do Estado mesmo quando gosta de dizer que é contra ele”. É contra “de boca”, com ela diz. “Ninguém ganha sem um estado brasileiro forte”, completou.
A ex-deputada federal pelo PT do Rio de Janeiro encerra grande parte das suas conclusões com uma enfática pergunta: “Está claro?”. Na mesma platéia, para quem a economista perguntava se estava sendo direta o suficiente, alguns foram por ela distinguidos como protagonistas dos que podem ser cruéis efeitos da crise no Brasil caso não sejam combatidos: empresários que praticam demissões em massa, neoliberais arrependidos e uma classe que ainda mantém ranço contra um Estado forte. Para ela, são justamente as políticas de Estado e as políticas públicas de proteção social que vão garantir um horizonte de diferença frente aos métodos que ficaram petrificados a todo custo durante o largo período neoliberal no Brasil. Leia o resto do artigo »
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