Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009
O jornalista Luis Nassif publicou em seu blog, neste final de semana, mais um capítulo sobre o Caso Veja, apontando comportamentos suspeitos da revista semanal da editora Abril. Vale a leitura, abaixo, ou no site de Nassif.
O assassinato do intocável
Na edição de 20 de outubro de 2004, Veja veio com uma capa bombástica: “Os Intocáveis, A guerra do grupo de agentes de elite contra o crime organizado e a corrupção na Polícia Federal”.
No dia 13 de agosto de 2008, a capa “Espiões Fora do Controle”, falando da mesma PF e dos mesmos métodos elogiados anteriormente.
O que mudou, quem mudou nesse período, a PF ou a polícia, Paulo Lacerda ou a Veja? O que levou a revista, nas últimas semanas, a montar uma típica operação de assassinato de reputação contra o delegado enaltecido pouco tempo antes? O que a levou a considerar como atentado aos direitos individuais o que era tratado, pouco antes, como uma guerra inevitável contra a corrupção?
Na última edição (de 3 de setembro de 2008) nova tentativa de assassinato de reputação de Lacerda, inteiramente calcado em um suposto grampo de conversa do Ministro Gilmar Mendes e de um senador da CPI de Pedofilia. Um grampo curioso, aliás, porque a conversa gravada é francamente favorável aos grampeados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: Correio Brasiliense
Por Paloma Oliveto

Censo do MEC mostra que 54% dos alunos com deficiência estão em salas de aula comuns, com os demais estudantes. Há 10 anos, índice era de 13%. Muitos professores, porém, ainda resistem à mudança.
Por ser portador de atrofia muscular, Lucas só conseguiu vaga na escola aos 9 anos. Hoje, é um dos melhores alunos do colégio Polivalente
Lucas Maciel da Rocha é um dos melhores alunos da escola. Aos 15 anos, o estudante da 7ª série é o campeão de xadrez do colégio Polivalente e já ganhou duas medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática, competição nacional entre alunos da rede pública. Mesmo com toda essa capacidade, ele só começou a vida escolar aos 9 anos, porque, segundo conta, a família não conseguia encontrar um colégio que o aceitasse. O motivo: portador de atrofia muscular, ele anda numa cadeira de rodas e não tem habilidade motora para escrever.
O preconceito contra alunos com deficiência, porém, começa a perder força nas salas de aula. Pelo menos é o que mostram os dados mais recentes do censo escolar feito pelo Ministério da Educação (MEC). De 2006 para 2007, o número de matrículas de estudantes deficientes em escolas comuns passou de 46,8% para 54%. Dez anos atrás, esse índice era de apenas 13%.
“Estamos num momento positivo, o do acesso à educação. Nenhuma escola pode negar a matrícula a essas crianças. O acesso é o início de todo um processo de mudança”, afirma a secretária de Educação Especial do MEC, Cláudia Pereira Dutra. Para ela, há duas questões importantes que precisam ser ressaltadas: o país avançou na legislação – ao ratificar, no ano passado, a convenção das Nações Unidas para pessoas com deficiência – e na estratégia de inclusão, a partir do momento em que ampliou a oferta do atendimento educacional especializado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: Correio Brasiliense
Empresários do setor de habitação dizem que, se o projeto de construir 1 milhão de moradias não sair, vai estagnar ou ter queda este ano. Vendas já caíram em janeiro
Por Mariana Flores Vânia Cristino e Karla Mendes
O setor produtivo aguarda com ansiedade o anúncio oficial do projeto do governo federal que prevê a construção de 1 milhão de casas populares até o próximo ano. Após o baque inicial da crise econômica, que derrubou a demanda, o programa do governo é visto como a única saída para evitar uma retração no setor neste ano. E como a desaceleração atingiu a economia real depois de um ano de forte crescimento, as empresas já estavam preparadas para vendas ainda maiores. De acordo com os empresários, não será problema cumprir o programa habitacional.
“O setor investiu muito para atender a demanda de 2008, então temos condição de atender. Se o programa for implantado podemos crescer até 5% em 2009, mas, se não andar, vamos estagnar ou podemos até ter queda”, afirma o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Material de Construção (Abramat), Melvyn Fox. Em janeiro, os fabricantes de materiais sentiram a restrição ao crédito e a insegurança do consumidor. Venderam 15,72% a menos que no mesmo mês de 2008. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2009
Um análise cuidadosa sobre os gastos previstos em iniciativas de pesquisa nos EUA mostra que nunca tanto dinheiro havia sido repassado a cientistas. Na agenda do presidente Barack Obama para revitalizar a economia está a maior aposta em ciência e tecnologia já feita na história de um país. A atual tentativa americana de fazer frente aos problemas do país é um pedido de Orçamento recorde de US$ 3,6 trilhões para 2010. Este número se soma ao pacote de estímulo de US$ 787 bilhões que visa dar uma injeção vital na economia americana. O Orçamento e o pacote estão repletos de verbas para empreendimentos na área de ciência e tecnologia.
Só o pacote de estímulo prevê gastos de mais de US$ 100 bilhões para pesquisa científica em áreas diversas. As verbas deverão ser gastas em dois anos, mas em alguns casos isso pode levar mais tempo.
Em termos de dólares por ano, pode-se afirmar que é o maior volume de dinheiro jamais investido em pesquisas científicas. Esse fluxo de verba é maior que o dos anos do programa Apollo (viagem tripulada à Lua) e do projeto Manhattan (construção da bomba atômica). Essas empreitadas custaram US$ 200 bilhões e US$ 35 bilhões, em valores reajustados, mas foram espalhadas ao longo de 11 anos e 6 anos, respectivamente.
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