Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Por Lu Aiko Otta e Vera Rosa, BRASÍLIA
Às vésperas do lançamento do pacote da habitação, surgiu uma preocupação no governo: a capacidade de a Caixa Econômica Federal dar vazão aos novos pedidos de financiamento. O temor é que o banco se transforme num “gargalo” que atrase o início das obras e dê munição à oposição para criticar a lentidão do programa. Nesse caso, seria um tiro no pé da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que pretende colher os dividendos políticos da casa própria barata em sua campanha à Presidência da República.
Problemas operacionais da Caixa ocuparam quase todo tempo da reunião de Dilma com empresários da construção civil na terça-feira. O vice-presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC), José Carlos Martins, observou que o banco precisa avaliar os imóveis um a um para conceder o empréstimo. Cada análise demora cerca de 180 dias. É um ritmo muito lento diante do objetivo do governo, que é contratar a construção de 1 milhão de moradias até 2010. A CBIC propôs avaliações conjuntas dos imóveis.
Os governadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, que se reuniram com Dilma esta semana, também questionaram se a Caixa será capaz de operacionalizar o pacote. A avaliação é que o banco atua de forma burocrática, como o antigo Banco Nacional da Habitação (BNH).
Para auxiliar a Caixa na tarefa de atender à demanda por novos financiamentos, o governo quer que o Banco do Brasil passe a atuar nesse segmento. O governo deverá contar também com a atuação da Nossa Caixa, recém-adquirida pelo Banco do Brasil.
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Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Desse total, cerca de R$ 40 bilhões serão subsídios a famílias pobres
Por Lu Aiko Otta, Vera Rosa e Adriana Fernandes
O pacote da habitação custará R$ 70 bilhões, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, segundo relatou um dos participantes da reunião com os empresários que fazem parte do Grupo de Acompanhamento da Crise (GAC). Ele acrescentou que o valor é suficiente para 1,2 milhão de casas e que as medidas deverão ser anunciadas entre 17 e 18 de março.
Desse montante, cerca de R$ 40 bilhões deverão ser subsídios, segundo informaram técnicos. Com esse dinheiro, o governo quitará parte do valor do imóvel, o que permitirá ao mutuário pagar uma prestação mais barata. O dinheiro, a ser desembolsado ao longo do contrato de financiamento, que será de 20 ou 30 anos, sairá dos cofres do Tesouro e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Apesar da decisão, ministro Nelson Jobim admite que concessões de Viracopos e Galeão possam sair este ano
Por Tânia Monteiro Isabel Sobral
O governo abandonou a promessa de privatização da Infraero e dos aeroportos brasileiros. Sinais da mudança de rumo foram dados ontem na cerimônia de anúncio de contratação de uma consultoria, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para realizar estudos técnicos para reestruturação da Infraero – Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária. Porém, horas antes, em entrevista, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ainda admitia a possibilidade de que possa haver concessão de aeroportos para a iniciativa privada.
Há dois anos, a abertura de capital da Infraero vem sendo discutida. A previsão de conclusão dos estudos e maio do próximo ano, quando a campanha pela sucessão no Planalto estará nas ruas -período em que dificilmente um assunto como privatização iria adiante. Com isso, estaria adiada também a ideia de concessões dos aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Galeão, no Rio, como havia anunciado Jobim e pressionava o governador do Rio, Sérgio Cabral. Também está fora da discussão, por ora, a construção do terceiro aeroporto de São Paulo.
Ao ser indagado ontem se a privatização dos aeroportos vai ocorrer ainda este ano, Jobim respondeu: “Creio que sim, porque as informações que eu tenho é de que a formatação dessas concessões de aeroportos está sendo definida pela Anac (Agência Nacional da Aviação Civil)”. Segundo Jobim, ainda existem problemas jurídicos para as concessões porque alguns dos aeroportos operados pela Infraero, na verdade, não pertencem à empresa. Leia o resto do artigo »
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