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Blog do Desemprego Zero

Archive for março 1st, 2009

Veja descobre que o Brasil não vai quebrar. Quem vai quebrar é a Veja

Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2009

Paulo Henrique AmorimPH Amorim

A revista Veja, a ultima flor do Fascio, publica uma reportagem de capa com o titulo “Dez razões para otimismo … e uma preocupação”.

As dez razões para o otimismo – a Miriam Leitão vai se estrebuchar … – são: as reservas brasileiras são de US$ 200 bilhões; os bancos são competentes; não há bolhas de crédito; o mercado interno é forte; a matriz energética é verde; a estabilidade política; estabilidade econômica; o Brasil é o maior exportador de alimentos do mundo; mercado externo diversificado; projeções indicam que o Brasil cresce em 2009.

A razão para se preocupar: o gasto é de péssima qualidade.

O gasto público é de péssima qualidade. Com exceção, é claro, da venda de revistas Nova Escola à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Amigo navegante: sabe como é que Robert(o) Civita, dono da Abril, e o Zé Pedágio burlam a regra da concorrência pública para salvar a Abril?

O Zé Pedágio compra as revistas de uma Fundação, a Fundação Victor Civita.

Se compra de Fundação, não precisa fazer concorrência.

Só que a Fundação Victor Civita não se funda em revistas.

E aí ela contrata o Roberto(o) Civita para produzir as revistas que o Zé Pedágio quer desesperadamente comprar para melhorar o nível dos professores do Estado de São Paulo.

Boa, essa, não amigo navegante ?

A edição da Veja que salva o Brasil tem 122 paginas e 34 páginas e meia de anúncios possivelmente pagos.

Muita coisa deve ser carry-over do ano passado.

(Dessas 34 páginas, 4 são do Governo Federal, o Governo Lula, que gosta de apanhar da Veja …)

Isso significa uma relação de 28% de páginas vendidas comercialmente.

É pouco.

Muito pouco.

A Veja sustenta metade das incompetências da Editora Abril.

Ela tem que rodar com, no mínimo, 40% de publicidade.

Por isso, a Veja e a Abril vão para o buraco.

Só não vão se o Zé Pedágio encomendar, toda semana, 800 mil exemplares da Veja à Fundação Roberto Civita, para distribuir a todo o funcionalismo público de São Paulo.

E isso será gasto público de boa qualidade.

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América Latina capta recursos e Brasil é destaque

Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Eduardo Campos 

Os fundos de ações voltados à America Latina seguiram captando recursos, apesar da rodada de notícias negativas que marcou a semana encerrada no dia 18 de fevereiro, como as montadoras dos Estados Unidos pedindo mais dinheiro ao governo e os bancos do Leste Europeu sob suspeita de quebra. 

Segundo a EPFR Global, consultoria que acompanha a movimentação de fundos com mais de US$ 11 trilhões em ativos, a categoria marcou a 7ª semana consecutiva de entrada de recursos. Nesse período, o total destinado aos fundos de ações da região somou US$ 740 milhões. Por país, o Brasil foi destaque, marcando a 4ª semana seguida com entrada de dinheiro. 

Ainda entre os países menos desenvolvidos, os diversificados mercados emergentes globais (GEM, na sigla em inglês) também receberam recursos. Já os fundos de ações da Ásia (sem levar em conta o Japão) foram alvo de saques de US$ 509 milhões. Segundo a EPFR Global, essa saída de recursos é explicada pela realização de lucros nos fundos voltados para a China, que perderam US$ 450 milhões.  Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, Política Econômica | Sem Comentários »

Usinas recompram açúcar de exportação

Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil

Por Fabiana Batista

O mercado interno está pagando mais pelo açúcar e usinas estão cancelando contratos de exportação para recolocar o produto internamente. A estimativa de analistas é de que cerca de 30 mil toneladas do produto tenham sido retiradas da rota externa para serem revendidos no mercado interno. “E difícil precisar esse número. Mas somente a minha corretora fez nas últimas semanas 20 mil toneladas de wash-out (suspensão da entrega física com liquidação financeira da diferença entre os preços do contrato e os atuais)”, diz um trader. Ele conta que a maior parte do volume cancelado se refere a açúcar cristal, cuja demanda está muito aquecida no mercado interno.

Arnaldo Luiz Corrêa, da Archer Consulting, explica que o cancelamento desses contratos é feito de forma consensual com o comprador em troca. Inclui, obviamente uma compensação financeira, geralmente equivalente à diferença entre o preço fixado no contrato e o valor atual de mercado. “As usinas e tradings desfazem o negócio para aplicar o produto em outro mercado mais rentável, nesse caso específico, o interno”, acrescenta Correa, da Archer. Leia o resto do artigo »

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