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Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2009

Arquivo com a bombática entrevista do delegado Protógenes

Postado em 31 dUTC março dUTC 2009

O delegado Protógenes Queiroz nos deu uma entrevista de seis horas, de 14h30 a 20h30, e saiu lamentando que faltou contar mais coisas, por exemplo a máfia russa e o magnata Boris Berezovsky. Por meia hora, ainda conversou conosco enquanto esperava o táxi. Discorreu que Daniel Dantas, o banqueiro, pode mandar muito, mas é apenas um “braço” de algo mais poderoso – quem sabe o Citigroup? Gravado mesmo, contou histórias arrepiantes. Algumas frases dele ao acaso colhidas dão ideia: “É muita picaretagem!”, “A mentira perdura pouco, a verdade é eterna.”, “Você vai investigando, vai dar nas construtoras, na concorrência pública, e nos políticos”. E sobre um dos casos cabulosos que investigou ficou este diálogo bastante sugestivo:

 PROTÓGENES: QUEREM ESSA HISTÓRIA?

TODOS: SIM!

PROTÓGENES: VOCÊS NÃO VÃO DORMIR DIREITO.

Entrevista Protógenes – Clique aqui para ver na íntegra

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Brasil perde a dianteira:Renda por habitante cresceu 59% desde 95, enquanto a de emergentes subiu 123%, diz estudo

Postado em 31 dUTC março dUTC 2009

Fonte: O Globo

RIO – Apesar do crescimento recente da economia e dos programas do governo de transferência de renda, o Brasil andou para trás nos últimos 13 anos. Entre 1995 e 2008, a renda per capita (ganho anual por habitante) do brasileiro avançou 59,41%, número menor que o crescimento de 68,50% dos países da América Latina e bem inferior ao aumento de 123,31% registrado pelas nações em desenvolvimento. A conclusão é de estudo preparado pelo economista Reinaldo Gonçalves, professor titular em economia internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a partir de dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). Este ano, com a piora do cenário internacional, o ganho individual no Brasil terá um dos maiores recuos. É o que mostra a reportagem de Bruno Rosa publicada na edição de segunda-feira do GLOBO.

Segundo economistas, a política de juros altos nos últimos anos, a forte desvalorização cambial e falta de uma política de comércio internacional pró-ativa foram determinantes para o desempenho dos últimos anos. Segundo Gonçalves, os erros na política macroeconômica colocam o Brasil na lanterna do crescimento da renda per capita durante os governos Fernando Henrique Cardoso e Lula. Por outro lado, ressalta Claudio Dedecca, do Instituto de Economia da Unicamp, as nações em desenvolvimento e da América Latina promoveram cortes de juros ao longo da última década, reduzindo os custos de investimentos e, assim, gerando emprego e distribuindo renda.

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O esquema Ponzi

Postado em 31 dUTC março dUTC 2009

Por Nouriel Roubini

Um jornalista entrou em contato comigo com a seguinte pergunta: “Sou repórter e escrevo uma matéria sobre a vida de Bernard Madoff, depois de ter se confessado culpado. Gostaria de saber se você poderia avaliar qual significado ele terá na história. Ele representará mais do que um velhaco que roubou muito dinheiro dos clientes? Como Bernie Ebbers e Ken Lay foram os símbolos de fraude e avareza, o que Madoff vai representar?”

Minha resposta detalhada a seguir.

Os americanos viveram por uma década ou mais em um mercado escapista, com base na bolha Ponzi. Madoff é o espelho da economia dos Estados Unidos e de seus agentes superalavancados. Somos um castelo de cartas de alavancagem sobre alavancagem dos mutuários, de empresas financeiras e de corporações, que hoje quebram.

A relação entre a dívida e a renda dos mutuários saltou de 65% há quinze anos para 100%, em 2000, e 135% hoje. Todos jogaram o esquema Ponzi. A relação da dívida total, de mutuários, empresas financeiras e corporações, é agora de 350%. Os preços dos imóveis caíram 20% e recuarão outros 20%, antes que atinjam o fundo do poço, e as ações despencaram mais de 50% (e devem cair mais). Não funciona mais usar os imóveis como caixas eletrônicos para financiar o consumo Ponzi. A festa acabou para mutuários, bancos e corporações altamente alavancados.

O estouro da bolha imobiliária, acionária, dos fundos hedge e das operações de private equity mostrou que muito da “riqueza” que sustentou a maciça alavancagem e os supergastos dos agentes era falso. É cristalino que o rei está nu e nós somos o imperador sem roupas. A onda da bolha escondia o fato de que os americanos e seus bancos estavam nadando nus. O estouro apenas revelou o fato, com a maré baixa.

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A falta de um projeto de desenvolvimento

Postado em 30 dUTC março dUTC 2009

Por Luís Nassif

O Globo descobriu o óbvio: que o modelo econômico implantado por Fernando Henrique Cardoso e continuado por Lula matou a maior chance de crescimento da história.A matéria “Brasil perde a dianteira”, mostra os efeitos de 15 anos de semi-estagnação econômica.

Nem parece ser o jornal que propagou o discurso de que a melhor coisa do governo Lula foi a herança bendita do Banco Central de FHC. Nesses anos todos, seus colunistas esmeraram-se em defender a tal fórmula da “lição de casa” para crescer, cortes em gastos sociais, equilíbrio orçamento (por si), todas as benesses para o grande capital, que o desenvolvimento viria por si só.

Agora, o raio-x do fracasso desse modelo vem do estudo é de Reinaldo Gonçalves, da UFRJ. Mostra que de 1995 a 2008, a relação de renda per capita entre Brasil e América Latina caiu de 1,02 para 0,95. Os economistas que prepararam o trabalho atribuíram aos juros altos, à desvalorização cambial e à falta de um projeto de desenvolvimento.

Com isso, O Globo consegue, pela primeira vez, identificar um dos pontos de vulnerabilidade do governo Lula: a falta de um projeto de desenvolvimento. Se esquecer tudo o que o Jabor, a Mirian, o Merval, o Kamel e os editoriais escreveram ao longo dos últimos 15 anos, até daria para transformar a descoberta em uma bandeira eficiente de oposição. Leia o resto do artigo »

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Berlusconi, Míriam e o PiG (*), os últimos defensores do neoliberalismo

Postado em 30 dUTC março dUTC 2009

Paulo Henrique AmorimPH Amorim

As redes de televisão de Silvio Berlusconi, também conhecido como o Gilmar Dantas (segundo Ricardo Noblat) da Itália, repetem sem  interrupção o discurso do “Cavaliere” no ato de fundação do Partido da Liberdade (também conhecido como o “partido dele”).

. É a reunião dos partidos da maioria em torno de Silvio Berlusconi.

. Somados, esses partidos têm 47% do Congresso, contra 38% da oposição de esquerda.

. Berlusconi pregou um “reformismo liberal, burguês, popular, moderado, tradicional e inter-classista”.

. Ou seja, o Consenso de Washington com uma roupagem de demagogia.

. Interessante é que numa entrevista à CNN Europa, antes de ir ao Brasil e antes de receber os países do G20 em Londres, o primeiro ministro inglês Gordon Brown disse textualmente que “o Consenso de Washington morreu”.

. Ou seja, hoje no mundo dito civilizado existem três grupos que ainda  defendem o neoliberalismo do Consenso de Washington, tal qual Fernando Henrique Cardoso adotou no Brasil.

. São a Miriam Leitão, como símbolo e representacao máxima de pensamento neoliberal do PiG (*); os tucanos de Fernando Henrique; e provavelmente ainda alguns economistas que se reúnem ou se reuniram em torno do Banco Central.

. Quer dizer, ser neoliberal hoje é como visitar as ruínas de Pompéia…

. Mas, sabe como é, caro amigo navegante, no Brasil tudo pode …

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

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Futuro do FGTS preocupa

Postado em 30 dUTC março dUTC 2009

SINAL DE ALERTA

Patrimônio dos trabalhadores pode sofrer sérias baixas por causa da forte ampliação das despesas com obras e das demissões provocadas pela crise econômica mundial

Fonte: Correio Braziliense

Por Vânia Cristino
 

O uso intensivo, pelo governo, dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para bancar projetos sociais na área da habitação e saneamento já é motivo de preocupação entre os conselheiros responsáveis pela administração do patrimônio dos trabalhadores. Só de 2008 para cá o FGTS elevou em R$ 17 bilhões o desembolso para projetos de infraestrutura com a implantação do FI-FGTS, um fundo de investimento destinado a apoiar projetos de longo prazo nessa área. Na semana passada mais um desembolso extra foi autorizado, dessa vez para bancar o pacote habitacional de um milhão de casas. Ao todo, ao longo de três anos, a previsão é de um investimento de R$ 69 bilhões, sendo R$ 12 bilhões a fundo perdido, num momento em que a situação econômica se mostra adversa, com perspectiva de aumento dos saques por conta do desemprego e diminuição da rentabilidade, por conta de uma taxa de juros menor.

“Nossa preocupação é com a saúde financeira do fundo a longo prazo”, alertou um conselheiro, que se disse seguro da situação a curto prazo. Ele conta que nos últimos anos foi feito um imenso trabalho de gestão dos recursos do fundo, em parte responsável pela robustez que o patrimônio, acumulado pelos trabalhadores durante décadas, apresenta hoje. Somam-se a isso os bons ventos da economia, responsável pela incorporação, aos recursos do Fundo de Garantia, de uma arrecadação líquida positiva a cada ano. Agora, no entanto, pela primeira vez desde agosto de 2007, quando os saques superaram os depósitos em R$ 55 milhões, o FGTS está correndo o risco de ficar novamente no vermelho. Leia o resto do artigo »

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Inadimplência

Postado em 30 dUTC março dUTC 2009

A inadimplência dos consumidores aumentou 8,6% nos dois primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta quinta-feira. Em fevereiro, houve recuo de 8,9% em relação ao mês anterior e alta de 4,5% em ante o mesmo mês de 2008 na inadimplência das pessoas físicas.

“Os efeitos da crise financeira internacional, no que diz respeito ao desemprego, têm sido determinante para a inadimplência do consumidor”, afirmam. 

Já a diminuição da inadimplência de fevereiro em relação a janeiro, segundo os técnicos, corresponde ao menor número de dias úteis no segundo mês do ano.  Leia o resto do artigo »

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Primeiros sinais de recuperação

Postado em 30 dUTC março dUTC 2009

O fim da crise econômica está longe de se transformar em realidade, mas produção brasileira mostra que fundo do poço pode ter passado. Momento atual deve marcar o início da retomada de fôlego

Fonte: Correio Braziliense

Por Vicente Nunes  

Em meio ao pessimismo que vem dando o tom da economia brasileira, começa a surgir um grupo de economistas com um discurso bem mais promissor. Mesmo que ninguém seja capaz de cravar que os sinais emitidos pela produção e pelo consumo já representam uma clara retomada da atividade, já se ouve vozes confiáveis de que o pior da crise internacional já passou para o Brasil.

“Não há nenhum dado para euforia, mas podemos ver que, depois de atingir o fundo do poço no último trimestre de 2008, particularmente em dezembro, a economia começa a recuperar o fôlego. São dados ainda incipientes, mas disseminados por vários setores”, diz Zeina Latif, economista-chefe do Banco ING, que prevê crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) de 1,1% neste ano contra um mercado que fala em expansão zero e até em contração da economia.

Para endossar o que ela reconhece como “otimismo”, Zeina está se baseando nos indicadores antecedentes, usados pelo Banco Central (BC) para montar suas projeções. “Todos mostram um ritmo de atividade bem melhor do que o verificado no fim do ano passado”, afirma. No caso do consumo de energia, por exemplo, houve um crescimento de 2,2% no acumulado de janeiro e fevereiro ante dezembro último. Ou seja, um sinal de que a indústria, mesmo estocada, está mantendo o maquinário funcionando. Leia o resto do artigo »

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