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Blog do Desemprego Zero

Uso da capacidade instalada da indústria cai a 80,2% em dezembro

Escrito por beatriz, postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Último Segundo 

BRASÍLIA – O nível de utilização da capacidade da indústria brasileira diminuiu para 80,2% em dezembro de 2008, em termos dessazonalizados, em relação aos 81,4% registrados em novembro. Em dezembro de 2007, o percentual também era maior, de 83,2%. Os dados fazem parte da pesquisa Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta terça. O levantamento também indica uma retração de 8% no total de horas trabalhadas no final do ano passado.

  • Produção industrial brasileira recua 12,4% em dezembro
  • Redução de jornada e salário é aceita por 50% das pessoas, informa pesquisa
  • Venda da indústria cresce 5,7% em 2008, maior alta da série da CNI

De acordo com a CNI, a retração no uso da capacidade instalada em decorrência da crise fez com que o nível de uso voltasse ao mesmo patamar de março de 2006, quando o indicador também foi de 80,2%. Esse recuo, segundo a CNI, é explicado pela redução das horas trabalhadas e pelo “aumento dos estoques indesejados”. 

Sem ajustes sazonais, o indicador da CNI apontou uso de 78,5% da capacidade instalada da indústria de transformação nacional em dezembro, abaixo da marca verificada em novembro, de 82,3%. Em dezembro de 2007, estava em 81,4%. 

Na média de todo o ano de 2008, o uso médio da capacidade cresceu de 82,4% para 82,7%.

Em todo o ano passado, a CNI destaca a forte queda de 17,5 pontos percentuais na utilização da capacidade do setor de metalurgia básica, que saiu de 89,5% para 72% (sem ajuste sazonal). Em relatório, a entidade também chama a atenção para o recuo de 5,5 pontos percentuais no setor de veículos em dezembro, comparado com o mesmo mês de 2007, em função das férias coletivas nas montadoras por causa da crise.

Horas trabalhadas

O levantamento da CNI também indica uma queda de 8% nas horas trabalhadas da produção entre os meses de dezembro e novembro de 2008.  Já na comparação entre o último mês de 2008 e o mesmo período de 2007, a queda foi de 4,6%. 

Produção industrial brasileira recua 12,4% em dezembro

 A produção industrial brasileira teve um recuo de 12,4% no mês de dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal. Esta foi a maior queda da série histórica, iniciada em 1991, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o recuo, a produção industrial retornou ao patamar observado em março de 2004, segundo a economista da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes.

“Há um quadro generalizado de queda, como reflexo do agravamento da crise”, disse Isabella. Segundo ela, apesar dos declínios generalizados, os segmentos mais afetados estiveram vinculados ao crédito, como bens duráveis e máquinas e equipamentos e também às exportações de commodities.

Este foi o terceiro resultado negativo seguido no desempenho da indústria nacional, e a perda de setembro a dezembro, período de agravamento da crise financeira internacional, é de 19,8%, segundo informações do IBGE.

Na comparação com dezembro de 2007, o recuo no nível da atividade industrial foi de 14,5%. Este também é o pior resultado da série histórica neste tipo de comparação. Segundo o texto do IBGE, “esse quadro evidencia o aprofundamento do ritmo de queda e um alargamento do conjunto de segmentos com taxas negativas”.

O resultado para o fechamento do ano ficou em 3,1%, bem abaixo do acumulado até setembro (6,4%). A produção no último trimestre de 2008 recuou 9,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior e 6,2% em relação ao quarto trimestre de 2007.

Setores

Com o resultado de dezembro de 2008 para a produção industrial anunciado hoje pelo IBGE, a indústria brasileira cresceu 3,1% no ano passado, porém, com uma dramática reversão nos três meses finais do ano. Tomando setembro como referência, a produção do setor encolheu nada menos do que 19,8% até dezembro. Esse foi o resultado da retração

de 1,4%% apurada em outubro, somada à queda de 7,2% em novembro e 12,4% em dezembro. No último trimestre do ano com relação ao mesmo período de 2007, a indústria teve queda de 6,2% e, em relação ao terceiro trimestre de 2008, na série com ajuste sazonal, a retração chegou a 9,4%.

Seria inevitável um forte revés da indústria brasileira diante da gravidade da crise internacional. Um fator peculiar à fase em que se encontrava o crescimento industrial brasileiro pode ser considerado também como um determinante do maior impacto da crise sobre a indústria nacional. Trata-se da acentuada dependência do crescimento industrial brasileiro a apenas dois setores de um total de 27

segmentos classificados pelo IBGE, quais sejam, indústria automobilística e máquinas e equipamentos. Esses dois setores isoladamente eram responsáveis por quase 40% do crescimento industrial de 6,5% acumulado no período janeiro/setembro de 2008. Tendo a presente crise afetado precisamente os setores automobilístico e bens de capital no Brasil e em todo mundo, era incontornável uma forte retração industrial no país. A queda da produção industrial foi, no entanto, muito mais ampla em razão das políticas de juros e de crédito.

O Banco Central não reagiu à altura da gravidade da crise ao manter por tempo demasiadamente longo a taxa de juros básica muito elevada que vigorava no país (13,75% a.a.) antes da redução finalmente decidida pela autoridade monetária em janeiro último (para 12,75% a.a.). Também não obteve êxito nas medidas que adotou com o objetivo de restaurar o crédito interno. Este sofreu uma dramática retração tão logo teve início a crise internacional e só muito parcialmente, e com taxas de juros extraordinariamente mais elevadas, vem reagindo às medidas adotadas.

Estas consistiram basicamente em ações pontuais e tímidas na área do crédito setorial, como nos casos do financiamento para exportação e crédito agrícola. A observação que se faz pertinente é que em outros países, que em geral dispõem de instrumentos mais limitados do que o Brasil, medidas muito mais fortes foram acionadas. No caso brasileiro, as ações principais consistiram em ampliações significativas na liquidez bancária sob a forma de reduções de recolhimentos compulsórios dos bancos. O montante de recursos liberados alcançou quase R$ 100 bilhões, mas, como não houve qualquer indução para que esta enxurrada de liquidez abastecesse o crédito, não houve recuperação deste e tampouco a maior liquidez serviu para evitar que as taxas de juros dos financiamentos aumentassem vigorosamente. Já é passado o momento de as políticas de juros e de crédito deixarem

de ter a orientação contemplativa que as caracterizaram até o presente para assumirem o foco no objetivo de recuperar o crédito e minimizar o efeito da crise sobre as expectativas dos agentes econômicos. A política econômica deve avaliar ainda a oportunidade de ampliar os investimentos públicos e apoiar com incentivos os investimentos privados e os setores de destacada relevância na geração de emprego, renda e bem estar social, como é o da habitação popular. São medidas para minimizar a recessão industrial e para restringir o impacto da crise da indústria no emprego e em outros segmentos da economia.



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