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Blog do Desemprego Zero

Archive for fevereiro, 2009

Mészàros: “Solução neokeynesiana e novo Bretton Woods são fantasias”

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Em entrevista à revista inglesa Socialist Review, István Mészàros, um dos principais pensadores marxistas da atualidade, analisa a crise econômica mundial e critica aqueles que apostam que ela será resolvida trazendo de volta as idéias keynesianas e a regulação. “É uma fantasia que uma solução neo-keynesiana e um novo Bretton Woods resolveriam qualquer dos problemas dos dias atuais”, defende Mészàros. Para ele, estamos vivendo a maior crise na história humana, em todos os sentidos.

Judith Orr e Patrick Ward – Socialist Review

Em 1971 István Mészàros ganhou o Prêmio Deutscher pelo seu livro A Teoria da Alienação em Marx e desde então tem escrito sobre o marxismo. Em janeiro deste ano, ele conversou com Judith Orr e Patrick Ward, da Socialist Review, sobre a atual crise econômica.

Socialist Review: A classe dominante sempre é surpreendida por crises econômicas e fala delas como fossem aberrações. Por que você acha que as crises são inerentes ao capitalismo?

István Mészàros – Eu li recentemente Edmund Phelps, que ganhou o Prêmio Nobel de Economia, em 2006. Phelps é um tipo de neokeynesiano. Ele estava, é claro, glorificando o capitalismo e apresentando os problemas atuais como apenas um contratempo, dizendo que “tudo o que devemos fazer é trazer de volta as idéias keynesianas e a regulação.”

John Maynard Keynes acreditava que o capitalismo era ideal, mas queria regulação. Phelps estava reproduzindo a idéia grotesca de que o sistema é como um compositor musical. Ele pode ter alguns dias de folga nos quais não pode produzir tão bem, mas se você olhar no todo verá que ele é maravilhoso! Pense apenas em Mozart – ele deve ter tido o velho e esquisito dia ruim. Assim é o capitalismo em crise, como dias ruins de Mozart. Quem acredita nisso deveria ter sua cabeça examinada. Mas, no lugar de ter sua cabeça examinada, ele ganhou um prêmio.

Se nossos adversários têm esse nível de pensamento – o qual tem sido demonstrado, agora, ao longo de um período de 50 anos, não é apenas um escorregão acidental de economista vencedor de prêmio – poderíamos dizer, “alegre-se, esse é o nível baixo do nosso adversário”. Mas com esse tipo de concepção você termina no desastre de que temos experiência todos os dias. Nós afundamos numa dívida astronômica. As dívidas reais neste país (Inglaterra) devem ser contadas em trilhões. Leia o resto do artigo »

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Barbosa: preferência do STF pelos ricos é um ato político

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: PH Amorim

Veja a íntegra do voto do ministro Joaquim Barbosa na sessão do STF. Ele argumentou que rico também tem que ir para a cadeia, caso contrário, o sistema penal vira um “faz-de-conta”. O ministro foi voto vencido, pois o tribunal  decidiu, por maioria, que rico não vai mais ser preso no Brasil:

Nós estamos, ministro Peluso, é criando um sistema penal de faz-de-conta. Nós sabemos que, se tivermos que aguardar o esgotamento do recurso especial e recurso extraordinário, o processo jamais chega ao seu fim. Jamais chega. Todos sabemos disso. Nós sabemos muito bem disso. Basta olhar as nossas estatísticas.

Ministro, a discussão está indo aqui por um rumo em que se faz o cotejo, se faz o paralelo entre o processo penal e o processo cível. Acontece que nós estamos nos esquecendo que no processo penal o réu dispõe de outros meios de impugnação que não existem no processo cível. O Brasil é o país com a mais generosa teoria do hábeas corpus. Eu não conheço nenhum outro país que ofereça aos réus tantos meios de recurso como o nosso.

A generosidade com que se admite o hábeas corpus no Brasil faz do Brasil o país em que o acusado criminalmente dispõe do maior número de recursos possíveis. Não há dúvida quanto a isso… Leia o resto do artigo »

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Sair da depressão

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Adriano Benayon*

As emissões do FED, o banco central privado e independente dos EUA, vêm crescendo com incrível aceleração. Só nos últimos seis meses, as novas emissões chegaram a US$ 8 trilhões. Entretanto, qualquer economista dotado de alguma competência, e não condicionado pelas palavras de ordem do sistema, está vendo que mesmo emissões dessa grandeza fantástica são, de longe, insuficientes para deter o colapso financeiro nos EUA. A situação não é diferente no Reino Unido, nos países do euro e na Suíça.

Nos EUA passam de US$ 165 trilhões os derivativos dos quatro bancos com maior exposição.  Em todo o Mundo, segundo o Banco de Liquidações Internacionais (BIS na sigla em inglês), o estoque, em valor nominal, dos derivativos é da ordem de US$ 600 trilhões. Ninguém conhece o valor real, ou de mercado, desse Himalaia de lançamentos eletrônicos, mas quem acompanha a seqüência do colapso financeiro e examina suas causas, sabe que ele é pequena fração do valor nominal deles.

Sabe também que essa fração decresce à medida que a depressão da economia real entra em cena. Com esta, perdem cada vez mais valor os ativos finais sobre os quais os manipuladores do mercado fizeram assentar(?) a montanha de títulos derivados. Leia o resto do artigo »

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PMDB já manda na Polícia Federal

Postado em 9 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

PH Amorim

Eminência parda – Tarso Genro, ministro da Justiça, já está às voltas com a ‘nova’ cara do poder no Senado. Ele foi procurado por juízes e advogados interessados em resolver a situação da Justiça Eleitoral em Alagoas, onde 300 processos se arrastam sem solução. A comissão pediu envio de uma força da Polícia Federal para ajudar a concluir as investigações e Tarso Genro não disse nem sim nem não. Imobilizado, segundo se diz, por um telefonema do senador Renan Calheiros.

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Inflação velha

Postado em 9 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo

Por George Vidor


A inflação do ano passado pesará um pouco nos índices de preços de 2009. Não fosse isso, poderia cair até para o piso (2,5%) das metas estabelecidas pelo governo. A transmissão da inflação de ontem para hoje ocorre pelos mecanismos de indexação que persistem na economia brasileira. Tarifas de serviços públicos, aluguéis, anuidades escolares e salário mínimo são assim reajustados.

E sempre após um período de 12 meses. Embora esse tipo de indexação automática viabilize contratos de longo prazo – quem iria investir na concessão de serviços públicos sem ter como contrapartida essa garantia de correção? – o passado acaba criando uma barreira de resistência à queda da inflação. Para compensar a inevitável alta dos chamados preços administrados, vários bens e serviços cujos valores oscilam de acordo com o mercado precisam então baixar.

Desse modo, a trajetória da inflação durante o ano acaba ficando muito dependente dos preços dos alimentos, pois os serviços raramente recuam (já que têm a maior parte de seus custos atrelados a salários) e os produtos industriais também são pouco flexíveis – com exceção de combustíveis, fertilizantes, metais, minérios. Leia o resto do artigo »

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FGTS: aplicação em infraestrutura tem riscos

Postado em 9 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo

Por Felipe Frisch

Governo deve liberar em maio investimento em fundos para financiar obras do PAC. Incerteza pode ser maior que no mercado de ações

O governo tem acenado com a possibilidade de abrir mais uma oportunidade para trabalhadores aplicarem parte (até 20%) do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em um investimento que pode oferecer rendimentos maiores. O dinheiro que fica no fundo é corrigido pela Taxa Referencial (TR) mais 3% ao ano, o que significa algo em torno de 5% ao ano, menos do que os cerca de 7% da poupança, o investimento mais simples do mercado. A partir de maio, parte do fundo poderia ser aplicada em um fundo que investirá em projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Mas ainda são muitas as dúvidas sobre a proposta – que deve ser enviada, em março, pelo Conselho Curador do FGTS ao presidente Lula -, para saber se valerá a pena. A possível aplicação tem sido comparada aos fundos que permitiram investir parte do fundo de garantia em ações da Petrobras e da Vale, em 2000 e 2002, respectivamente. Mesmo com a crise, os fundos de ações da Petrobras quintuplicaram o valor investido em oito anos. Já os da Vale ganharam quase oito vezes. Leia o resto do artigo »

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O que é moderno hoje?

Postado em 9 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte:Correio da Cidadania 

Por Paulo Metri*

 Foi transmitido à exaustão nos meios de comunicação o conceito errôneo de que, junto com a crise, surgem oportunidades, dando a entender que só neste instante elas surgem. A verdade é que as oportunidades estão sempre surgindo, mas nem sempre são identificadas para serem desfrutadas. O que acontece durante as crises é que saídas são desesperadamente procuradas. No entanto, pensar em saídas com antecipação para crises futuras serem evitadas seria o ideal.

O capital se expandiu no período anterior à crise acumulando rios de dinheiro, ou seja, durante o período de encubação da crise os lucros foram apropriados e quando ela eclodiu já não se sabia onde eles estavam. A exploração pré-crise foi muito apoiada pela mídia do capital que, durante anos, pregou princípios neoliberais e da globalização dos desenvolvidos. Leia o resto do artigo »

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A indústria automobilística teve forte retração

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Último Segundo

O recuo na produção industrial refletiu o comportamento negativo dos 27 ramos pesquisados, exceto de celulose e papel (0,4%) e outros equipamentos de transporte (6,7%), segundo o IBGE.

A indústria de veículos automotores recuou 39,7% e teve o principal impacto negativo no índice global, seguido por máquinas e equipamentos (-19,2%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (-48,8%), metalurgia básica (-18,3%), borracha e plástico (-20,1%), indústria extrativa (-11,8%) e outros produtos químicos (-9,0%). Esse quadro de queda generalizada foi especialmente marcado pelo movimento de setores mais sensíveis à restrição de crédito e a queda das exportações de commodities.  Leia o resto do artigo »

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