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Blog do Desemprego Zero

Archive for fevereiro, 2009

A corrupção, a informalidade e o futuro do Brasil

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Ricardo Young

Fonte: CartaCapital

Como já ressaltei nos meus comentários, aqui mesmo em CartaCapital, o Fórum Econômico de Davos não encontrou a saída da encruzilhada para onde a crise do sistema financeiro e o aquecimento global conduziram a humanidade. Não havia otimismo na maioria dos depoimentos. Só Al Gore monstrou sua fé inabalável de os EUA, sob Barack Obama, dar a volta por cima, indicando ao mundo o caminho para a superação da crise e da matriz energética baseada em combustível fóssil. Não estive em Belém, mas, pelos relatos de Oded Grajew, a esperança de “um outro mundo possível” continua em construção.

Houve ao menos um ponto em comum entre estes dois eventos: o estabelecimento de estratégias para combate à corrupção.

Uma iniciativa do Fórum Mundial Econômico, financiada por algumas multinacionais, vai fazer do Brasil o alvo do combate à corrupção nos próximos anos. Também participam do projeto a Transparência Internacional, o Banco Mundial e o Pacto Anticorrupção das Nações Unidas. E do Fórum Social Mundial saíram a Articulação Brasileira de Combate à Corrupção e a Rede Mundial de Combate à Corrupção. A primeira congrega diversas entidades que já trabalham com temas relativos à corrupção para que troquem idéias, experiências e promovam atividades comuns. A segunda reúne ongs de seis países para também trocar experiências e estabelecer ações conjuntas em favor da integridade. Os países com ongs nesta Rede são Brasil, França, Itália, México, Quênia e Índia. Leia o resto do artigo »

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Gilmar: farinha pouca meu pirão primeiro

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Paulo Henrique Amorim

Saiu na primeira página do Estadão:

“STF pressiona Congresso por aumento salarial de 13% – Gilmar Mendes pede a Michel Temer aprovação do reajuste para ministros – O Supremo Tribunal Federal está pressionando o Congresso para garantir a aprovação salarial de 13,1%. Considerado o teto do funcionalismo brasileiro, o salário dos ministros do STF subiria de R$ 24.500 para R$ 27.716. Isso provocaria a correção dos vencimentos de toda a magistratura federal.”

Isso é que é espírito público. Leia o resto do artigo »

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Brasil teve quase 22 mil casos de trabalho escravo em 5 anos, diz ONU

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Online

O Brasil teve 21.850 casos de trabalho escravo descobertos no período entre 2003 e 2007, segundo dados do estudo global sobre o tráfico de pessoas divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês).

O estudo, que considerou dados fornecidos por 155 países, se considera a primeira avaliação global do fenômeno do tráfico de pessoas e das medidas que foram adotadas para combatê-lo.

Os 21.850 casos são apenas de brasileiros. O relatório aponta que vítimas de países da América do Sul que trabalham como escravos no Brasil, como bolivianos, peruanos, paraguaios e equatorianos, não foram disponibilizados para o período de pesquisa. Do total, 2007 foi o ano em que mais ocorrências foram descobertas: 5.975. A fonte da pesquisa para este item foi o Ministério do Trabalho.

O estudo revela ainda que de 2004 até fevereiro de 2008, 41 pessoas foram condenadas por tráfico humano no Brasil. Destes, 18 foram mulheres. Leia o resto do artigo »

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Davos Man’s Depression

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

by Joseph E. Stiglitz

Fonte: Project Syndicate

NEW YORK – For 15 years, I have attended the World Economic Forum in Davos. Typically, the leaders gathered there share their optimism about how globalization, technology, and markets are transforming the world for the better. Even during the recession of 2001, those assembled in Davos believed that the downturn would be short-lived.

But this time, as business leaders shared their experiences, one could almost feel the clouds darkening. The spirit was captured by one participant who suggested that we had gone from “boom and bust” to “boom and Armageddon.” The emerging consensus was that the IMF forecast for 2009, issued as the meeting convened, of global stagnation – the lowest growth in the post-war period – was optimistic. The only upbeat note was struck by someone who remarked that Davos consensus forecasts are almost always wrong, so perhaps this time it would prove excessively pessimistic.

Equally striking was the loss of faith in markets. In a widely attended brainstorming session at which participants were asked what single failure accounted for the crisis, there was a resounding answer: the belief that markets were self-correcting.

The so-called “efficient markets” model, which holds that prices fully and efficiently reflect all available information, also came in for a trashing. So did inflation targeting: the excessive focus on inflation had diverted attention from the more fundamental question of financial stability. Central bankers’ belief that controlling inflation was necessary and almost sufficient for growth and prosperity had never been based on sound economic theory; now, the crisis provided further skepticism. Leia o resto do artigo »

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Governo injetou R$ 393 bi na economia para conter a crise

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil

Por Bruno De Vizia

Para compensar a retração do crédito privado iniciada com a crise financeira internacional, o governo está aumentando a participação do setor público na concessão de crédito para a economia. A fatia dos bancos públicos no crédito total subiu de 34,2% em setembro para 36,3% em dezembro. Medidas recentes, como o reforço de caixa no valor de R$ 100 bilhões para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apontam que essa participação deve se ampliar, podendo chegar a 38% ou 40% do crédito total nos próximos meses, avalia Bruno Rocha, economista da Tendências Consultoria Integrada. Para combater os efeitos da crise, o governo já injetou R$ 393,2 bilhões no mercado.

No entanto, os benefícios originados desse aumento não são unanimidade entre economistas consultados pela Gazeta Mercantil. Apesar de a maioria considerar que era inevitável que o governo compensasse a retração do crédito privado, muitos veem risco para a eficiência do sistema bancário nacional. Segundo Joe Yoshino, professor de Finanças da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), o Brasil pagará um preço muito alto no futuro, porque essas medidas concedem “poder de fogo para quem é menos habilitado para gerenciar crédito, que é o governo”.

Ele considera que o ideal seria adotar mecanismo semelhante ao utilizado pelo BNDES, em algumas modalidades de fomento à produção, em que há um banco privado de segunda linha para avaliar o risco. “Nem precisa ser um banco privado. Pode ser uma cooperativa, desde que mostre desempenho. O governo não tem tradição em avaliar risco”, afirma Yoshino. Leia o resto do artigo »

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PLS – PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007

Fonte: Senado Federal

Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.

Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.

Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.

JUSTIFICAÇÃO

No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.

Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.

Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos. Leia o resto do artigo »

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PNB Jr: BC atrasa o Brasil. Lula tem que demitir Meirelles

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Saiu na Folha (*), pág. B2, artigo de Paulo Nogueira Batista jr, diretor executivo do FMI (que seria um excelente sucessor de Henrique Meirelles no Banco Central):

Fonte: PH Amorim

“Não à recessão e ao desemprego. É preciso tentar conter a retração da demanda, por meio de cortes no compulsório e no juro e no estímulo fiscal. O Banco Central pode, por exemplo, diminuir a taxa básica de juros, que continua a ser a mais alta do mundo em termos reais, mesmo após o corte de um ponto percentual determinado pelo Copom na sua última reunião. O BC também pode diminuir os ainda elevados depósitos compulsórios sobre passivos bancários, o que injetaria liquidez na economia e contribuiria em princípio para reduzir os ‘spreads’ bancários.”

A culpa é do presidente Lula, o presidente que tem medo. Não há nenhuma razão que justifique o Brasil ter a maior taxa de juros do mundo. Não há astrólogo ou astrônomo que seja capaz de explicar isso.

É pura ideologia (do século passado) travestida de ciência. Leia o resto do artigo »

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Antes da luz, as trevas

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif  

Não adianta. Por mais que se decrete o fim da história, os ciclos econômicos e políticos se repetem.

Nos anos 20, o fim do sonho do liberalismo exacerbado levou, ainda durante a Segunda Guerra, à formação da estrutura de governança mundial que, com todos seus defeitos, conduziu o mundo por caminhos mais justos nos trinta anos seguintes. Mas, antes, houve o nacionalismo exacerbado, o nazismo, o fascismo.

O novo mundo que emergirá da crise será melhor. Haverá a volta do trabalho solidário, a afirmação da defesa do meio ambiente, o combate ao consumismo desvariado, o controle das grandes jogadas financeiras.

Mas antes, agora, estamos no meio do terremoto e das sombras. Ataques xenófobos contra a brasileira na Suiça, manifestações contra imigrantes na Europa, manobras protecionistas se disseminando.

Um dos desafios será impedir que essa loucura coletiva contamine as próximas eleições presidenciais. Se bem que há muito esgoto apostando na barbárie.

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