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Blog do Desemprego Zero

Archive for fevereiro, 2009

Chefe da delegação brasileira na OMC denuncia protecionismo sofisticado: “O nacionalismo está a um passo da xenofobia. Isso só aprofunda a crise”

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo
Por Eliane Oliveira

BRASÍLIA. Com um histórico de vitórias na Organização Mundial do Comércio (OMC), casos do algodão (Estados Unidos) e do açúcar (União Europeia), o chefe da delegação brasileira junto ao organismo, embaixador Roberto Azevêdo, faz um alerta: o protecionismo está a um passo da xenofobia. Em sua visão, há um toque de “nacionalismo exacerbado” nos gigantescos pacotes de apoio e de proteção que vêm sendo anunciados pelos países desenvolvidos. O protecionismo, diz, está diferente e mais sofisticado. “A experiência mostra que passamos facilmente da defesa do produto nacional para o ataque a tudo que é estrangeiro: o que vem de fora é ruim, prejudica, rouba empregos”, diz.

O mundo assiste a uma nova onda de protecionismo?

ROBERTO AZEVÊDO: Sim, não há dúvida de que a atual crise deu início a uma onda de protecionismo de proporção global, um protecionismo diferente e mais sofisticado. Nos anos 30 e em ocasiões posteriores, uma reação natural era a elevação das tarifas de importação. Apesar de as medidas de proteção seguirem a mesma lógica, hoje a OMC impõe disciplinas sobre os vários aspectos do comércio internacional. Os países desenvolvidos não têm espaço para elevar legalmente suas tarifas e são obrigados a apelar para métodos mais sofisticados para ajudar suas empresas. Os subsídios tendem a ser a alternativa preferida, com pagamentos diretos, empréstimos generosos, injeções de capital e outros estímulos. Também há espaço para outras barreiras não tarifárias, como medidas de antidumping, restrições sanitárias, barreiras técnicas.

O senhor mencionou que a onda de protecionismo vem com um “nacionalismo exacerbado”. Está se referindo aos pacotes de ajuda ao setor produtivo?

AZEVÊDO: O arsenal protecionista se tornou mais sofisticado, em grande medida para se adaptar às novas disciplinas impostas pela OMC. O protecionismo não se resume a aumento de tarifas ou controle de importações. Ele inclui qualquer tipo de intervenção governamental que afete artificialmente o mercado em favor de empresas domésticas. Os pacotes de estímulo e os vultosos empréstimos governamentais são também medidas de proteção. Eles melhoram condições de competição das empresas beneficiadas, tanto no mercado doméstico quanto em terceiros mercados. Quanto mais forte o Tesouro, maior será o impacto comercial.

Esse nacionalismo exacerbado pode se expandir para outras áreas? Leia o resto do artigo »

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Vítimas da recessão

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Colapso econômico mundial atinge em cheio a vida dos brasileiros. Trabalhadores perdem empregos, ficam inadimplentes e têm que arrochar gastos. Empresários demitem e restringem os investimentos

Fonte: Correio Braziliense 

Por Vicente Nunes

Aos 31 anos, o agente financeiro Adaílson Gomes de Oliveira já passou por nove recessões no país. Apesar de o termo – com o qual os especialistas definem pelo menos dois trimestres consecutivos em que a economia anda para trás – lhe parecer estranho, ele está sentindo na pele todo o seu peso. No último dia de 2008, a loja da financeira em que trabalhava fechou as portas. “Simplesmente, da noite para o dia fiquei sem meu ganha-pão”, conta. Oliveira foi vitimado pela crise mundial, que fez o crédito secar, a produção desabar e o consumo minguar. Ainda desempregado e sem perspectiva, está assistindo, atônito, ao Brasil ser tragado pela décima recessão em três décadas – é como se, a cada três anos, o país botasse o pé no freio.

Nem mesmo o otimista ministro da Fazenda, Guido Mantega, descarta mais que o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu nos últimos três meses de 2008 e vai cair nos três primeiros deste ano, o que, tecnicamente, coloca o Brasil na mesma situação vivida pelos países mais ricos do mundo – a de recessão. Mantega não se arrisca a fazer projeções. Mas, nas contas do mercado, a economia registrou retração de até 4% no quatro trimestre de 2008 e deve recuar até 1% entre janeiro e março. “Os números são cruéis. Basta ver o que ocorreu no fim do ano passado”, diz o economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa. A produção industrial caiu quase 20% entre outubro e dezembro, voltando aos níveis de 2004, e as demissões não param de crescer. “O pior é que a recuperação será lenta e com muito sofrimento. O desemprego deixará muitas famílias à margem do mercado”, avisa. Leia o resto do artigo »

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Comitê do Porto de Santos discute sucateamento de caminhões

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por José Augusto Valente

A criação de um projeto, com linha de crédito, para incentivar a troca de caminhões e consequentemente evitar o sucateamento destes veículos que circulam pelo Porto de Santos.

Este foi um dos principais assuntos discutidos ontem na reunião do Comitê de Infra-estrutura e Logística do Porto de Santos, que acontece todas terças-feiras na sede da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindissan), Marcelo Marques da Rocha, o Governo precisa incentivar a troca de caminhões sucateados. “Estão incentivando até mesmo a troca de geladeiras”, argumentou.

Para o superintendente de Fiscalização de Operações da Codesp, Osvaldo Freitas Vale Barbosa, o Governo precisa criar uma linha de crédito por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Vai beneficiar os caminhoneiros e também as indústrias”, disse Barbosa. Leia o resto do artigo »

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Pobres Banqueiros…

Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

 CARTA ABERTA A UM BANCO COMERCIAL QUALQUER

 Senhores Diretores,

 Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

 Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.

 Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal? Leia o resto do artigo »

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Reeleições boas e ruins

Postado em 14 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

 Por Atilio A. Boron

O expressivo triunfo de Evo Morales, o terceiro consecutivo desde 2005, dificilmente servirá para calar as críticas de quem viu neste referendo constitucional apenas um estratagema do líder boliviano para se perpetuar no poder. Omite-se a densa articulação da nova Constituição boliviana que, em seus 411 artigos, estabelece um marco normativo protetor das grandes maiorias populares, por séculos oprimidas pelos distintos governos locais, ao passo que reafirma os direitos dos povos indígenas, garante o controle público sobre os principais recursos naturais e aperfeiçoa a qualidade das instituições republicanas. Apesar dos cerca de 350 observadores internacionais, de organismos como a OEA, a Unasul, a União Européia e o Centro Carter terem declarado que as eleições se desenvolveram de maneira irretocável, o líder da direita fascista de Santa Cruz, Branco Marinkovic, manifestou sua impotência lançando uma ridícula acusação de fraude, preparando o terreno para uma nova ofensiva insidiosa contra a nova Constituição. Leia o resto do artigo »

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BC contribui para a falta de crédito

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de São Paulo

Ao anunciar que os bancos estão ampliando as operações de crédito, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, não levou em conta a forte redução dos prazos dos créditos, como também não reconheceu que o grande concorrente das pessoas jurídicas e físicas é o próprio BC, com as operações de open market, que dão aos bancos a opção de aplicar a curtíssimo prazo, sem risco e com boa remuneração (pela Selic).

Os bancos e fundos têm mais de R$ 340 bilhões aplicados em operações de curtíssimo prazo, um excesso de liquidez que poderia ser dirigido a operações de crédito de maior prazo, o que certamente contribuiria para impulsionar as atividades empresariais. Leia o resto do artigo »

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Debate sobre uso de FGTS e flexibilização irrita Lula

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Lu Aiko Otta, Tânia Monteiro e Gerusa Marques

A iniciativa de um grupo de ministros de discutir a possibilidade de redução de jornada de trabalho e salários com possível uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o trabalhador complementar sua renda causou curto-circuito no governo. O debate, ainda em estágio inicial, “vazou” para a imprensa e irritou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Fico chateado quando as pessoas começam a falar pela imprensa antes de me falar”, desabafou o presidente. “Fico chateado porque pode não acontecer.” Ele acrescentou que não é o momento de sua equipe entrar em desespero. “Cada um acha que tem uma solução no bolso do colete”, criticou. Leia o resto do artigo »

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A Cia. Vale do Rio Doce, a CUT e o Governo Lula

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho 

A CUT promoveu em 11 de fevereiro último, em várias capitais, um Dia Nacional de Lutas, em defesa do emprego e dos salários. No Rio de Janeiro, em ato que contou com o apoio do Conlutas, e a presença do próprio presidente da Central, Artur Henrique, a manifestação ocorreu em frente à sede da Vale do Rio Doce.

Nada mais justo e simbólico para a escolha do local da manifestação. Afinal, a Vale do Rio Doce, a segunda maior mineradora do mundo, está no centro de uma disputa judicial que já se arrasta há mais de onze anos na justiça – por força das gritantes irregularidades observadas por ocasião da transferência do seu controle acionário, em 1997. Além disso, em meio à atual crise econômica, pontificou a sua ação com cerca de 12.000 demissões de trabalhadores diretos e terceirizados, de acordo com denúncias da própria CUT. Roger Agnelli, seu atual presidente – e executivo com acesso direto a Lula – defende abertamente a flexibilização da legislação trabalhista, como forma de facilitar a demissão de trabalhadores. Leia o resto do artigo »

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