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Blog do Desemprego Zero

Archive for fevereiro, 2009

Angra 2 registra maior nível de produção de energia desde 2001

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil 

Por Roberta Scrivano

 A usina nuclear Angra 2, instalada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, registrou em 2008 a segunda maior geração de energia elétrica da história, só perdendo para 2001, ano em que a central entrou em operação. Foram gerados no ano passado 10.488.289 megawatts-hora (MWh), enquanto em 2001 a geração atingiu 10.498.432 MWh.

A produção de energia de Angra 2 ficou bem próxima do volume recorde mesmo após ter ficado parada por 35 dias, para a reposição de combustível, uma operação considerada normal para este tipo de usina (em 2001, porém, não houve paralisação).

O montante de eletricidade produzido pela central nuclear no ano passado é suficiente para abastecer Brasília e Belo Horizonte durante um ano. “O desempenho de Angra 2 representa uma garantia de disponibilidade e confiabilidade no fornecimento de energia elétrica ao sistema interligado nacional (SIN)”, disse, por meio de comunicado, Antônio Carlos Mazzaro, superintendente de central Angra 2. “O aumento da produção deve-se à experiência operacional adquirida, à troca de experiência com a indústria mundial, às modificações de projeto realizadas ao longo dos anos, aos investimentos feitos em equipamentos e treinamento de pessoal e ao comprometimento de seu corpo técnico”, acrescentou. Leia o resto do artigo »

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Gestão do Transporte Colaborativo: uma nova ferramenta de auxílio à logística

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Logística e Transportes 

Por Vanina Macowski Durski Silva – Mestre Eng. de Produção e doutoranda em Engª de Produção na área de Logística e Transporte pela UFSC

A gestão da cadeia de suprimentos (GCS) atua na gestão das múltiplas relações ocorrentes na cadeia de suprimentos, isto é, nas redes de organizações envolvidas em criar serviços e produtos ao consumidor final. Quando se fala em cadeia de suprimento, se pensa imediatamente no fluxo de materiais formado por insumos, componentes e produtos acabados. Deste modo, considerando os diversos elos existentes na composição da cadeia logística, pode-se dizer que a atividade do transporte é uma das mais significativas da cadeia, pois é através do transporte que é possível sincronizar a disponibilidade de matéria prima no local certo para a produção, dos produtos finais nos centros de distribuição e posteriormente ao cliente final. A função do transporte, portanto, é buscar o equilíbrio nos processos de disponibilização dos produtos, procurando atender as datas e locais de entrega da melhor maneira possível. Leia o resto do artigo »

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A crise financeira sem mistérios: convergência dos dramas econômicos, sociais e ambientais

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

*Por Ladislau Dowbor

O caos sistêmico gerado e a clara perda de governança econômica, frente ao desespero de uma imensa massa de pessoas prejudicadas, estão gerando um novo clima político. Estão se abrindo possibilidades de se colocar na mesa propostas mais amplas no sentido de um desenvolvimento que tenha pé e cabeça. Mais precisamente, gera-se um espaço para que surjam alternativas de desenvolvimento, e para que – não parece um objetivo exorbitante – o nosso próprio dinheiro sirva para fins úteis.

O presente artigo visa apresentar os principais encadeamentos da crise financeira. Partindo dos mecanismos imediatos que a desencadearam, analisa em seguida a deterioração dos mecanismos e das instituições de regulação, e o papel chave que os Estados Unidos desempenham. Na linha da avaliação dos impactos, busca delinear quem deverá em última instância pagar pela bancarrota do cassino, analisando como a especulação financeira contribui para a concentração de renda, e como os mecanismos se dão de maneira diferenciada no Brasil. Na parte final, o artigo apresenta dois grupos de propostas, dos que querem manter o sistema, mas melhorar a sua regulação; e dos que vêem a crise como oportunidade para se colocar de maneira mais ampla os problemas da alocação racional de recursos em função dos dramas sociais e ambientais: é a crise no seu contexto mais amplo, na sua dimensão de oportunidade de resgate do desenvolvimento sustentável.

*Ladislau Dowbor é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, professor titular da PUC de São Paulo e consultor de diversas agências das Nações Unidas. É autor de “Democracia Econômica” (Vozes), “O que é poder local” (Brasiliense) e de numerosos estudos sobre desenvolvimento. Os seus trabalhos estão disponíveis na íntegra, em regime copyleft, em http://dowbor.org

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Delfim, os novos-keynesianos de segunda geração e os erros do BCB

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por José Luis Oureiro

Excelente a coluna do prof. Delfim Netto hoje no Valor Econômico. O prof. Delfim chama atenção para uma questão de tem sido negligenciada pelos economistas: o papel desempenhado pelos modelos macroeconômicos da “moda” no agravamento da crise no Brasil.

O modelo macroeconômico padrão utilizado pelos formuladores de política monetária atualmente é o modelo DSGE (dynamic stochatic general equilibrium) com rigidez nominal, que é o “core analítico” do “novo-keynesianismo de segunda geração” (uma exposição completa desses modelos por ser obitda em Galí, J. (2008). Monetary policy, inflation and the business cycles: an introduction to the new keynesian framework. Princeton University Press).  Nesses modelos assume-se a existência de mercados contingentes completos (a la Arrow-Debreu) de maneira que, parafraseando Frank Hahn, um dos maiores teóricos de equilíbrio geral do sécuclo XX, existe “um preço cotado hoje para um guarda-chuva a ser entrege em Cambridge no Natal de 2150, se chover”. Esses modelos não tem espaço para “falhas de informação” como as enfatizadas pelos “novos-keynesianos” da primeira geração, como Stiglitz e Weiss. A informação é simétrica, os agentes tem expectativas racionais  e, por conseguinte, os mercados finaneiros são eficientes no sentido de Fama. A única ”falha de mercado” que esses modelos consideram é a que resulta da existência – um tanto arbitrária, para se dizer o mínimo - de rigidez nominal (resultado da existência de menu-costs) . Nesse arcabouço, o policy-maker fixa a taxa básica de juros com base em alguma regra que seja capaz de minimizar a função perda social, definida em termos de dois objetivos: o desvio da inflação com respeito a alguma meta de inflação de longo-prazo e o desvio do produto com respeito ao “produto potencial” ou de “pleno-emprego”. A depender dos pesos que o policy-maker atribua para esses dois objetivos, os quais refletem, em tese, a “aversão social a inflação”, a trajetória da taxa de juros básica e do nível de produto será mais ou menos volátil, face a choques de demanda e/ou de oferta.

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Argentina, Brasil, México, face à crise internacional

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Pierre Salama[1]

Desde que a crise dos créditos hipotecários explodiu e que a recessão começou a se precisar com maior clareza nas economias desenvolvidas, muitos economistas consideraram que as economias emergentes não seriam ou seriam pouco afetadas. A melhora da maior parte dos indicadores de vulnerabilidade, bem como o bom nível dos fundamentos (excedentes da balança comercial, retomada do crescimento e manutenção de uma taxa de inflação em nível pouco elevado, diminuição mais ou menos pronunciada da pobreza) deveria preservar as economias latino-americanas dos efeitos nocivos de um possível contágio. Alguns economistas consideraram que as economias emergentes de uma maneira geral, a China e a Índia mais particularmente, poderiam constituir uma “oportunidade” para as economias desenvolvidas e as ajudar a sair de suas respectivas crises. Tal era, por exemplo, a posição defendida pelos economistas da Goldman Sachs: a China, a Índia, “motores” do crescimento mundial, ofereciam mercados suficientes para compensar os efeitos negativos da crise financeira sobre a rentabilidade das empresas dos países desenvolvidos.

Para ler o artigo na íntegra clique aqui 


[1] Professor universitário, CNRS UMR 7115. Agradeço aos comentários de: Fabio Erber, Sonia Rocha, Carlos Nelson dos Reis, Fernando Francis, Emilio Taddéi, Marcelo Antinori, Jaime Marques Pereira e Thierry Deffarges. Versão revisada no final de dezembro de 2008.

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Segunda chance

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Folha de São Paulo

 *Por RUBENS RICUPERO   

O desafio de Obama não é só vencer a crise, mas fazê-lo de  modo a reconstruir modelo econômico diferente

TANTO O livro de Brzezinsky de mesmo título  deste artigo como recente editorial da “New Left Review” concordam num  ponto: os EUA terão uma segunda chance para reconstruir sua abalada  liderança global. A razão de ambos é parecida. Do ponto de vista militar,  tardarão décadas para que algum país se aproxime do nível americano. Na  economia, os chineses, que poderiam, muito parcialmente, aspirar ao menos  a um segundo lugar mais afirmativo, seguem absorvidos pelos desafios  internos, sem apetite para contestar por enquanto a liderança de  Washington. Leia o resto do artigo »

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Lula e as demissões

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Para Lula, empresas têm caixa cheio e não precisam demitir

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que os empresários exageraram nas demissões após o início da crise financeira. Ele argumentou que as empresas estão capitalizadas e por isso poderiam evitar o corte de pessoal. “Eu acho que exageraram nas demissões e disse isso na reunião com os empresários. Disse para  a indústria automobilística. Quase todas as empresas brasileiras estão muito capitalizadas”, disse Lula a jornalistas, em visita a um projeto de cultivo de peixes em Recife. 

Indústria paulista fecha 32,5 mil empregos em janeiro Para Mantega, pior dos efeitos da crise para o País já passou Pacote habitacional será anunciado após o carnaval, diz Lula. Leia o resto do artigo »

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O Duplo movimento: Onde começa o caminho da invenção política e intelectual de um novo projeto para o Brasil?

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

 Fonte: Agência Carta Maior

*José Luís Fiori

“Durante um século a dinâmica da sociedade moderna foi governada por um duplo movimento: o mercado se expandia continuamente, mas esse movimento era enfrentado por um contra-movimento que cerceava essa expansão.”

“Se a economia de mercado foi uma ameaça para os componentes humano e natural do tecido social, o que mais se poderia esperar senão que uma ampla gama de pessoas exercesse a maior pressão no sentido de obter alguma espécie de proteção?”

Karl Polanyi, A Grande Transformação, 1944

Alguém já disse, com razão, que o governo Lula terá que ser inventado. Quando Salvador Allende governou o Chile, no início da década de 70, intelectuais de vários cantos do mundo discutiam, em Santiago, sobre o que o seu governo deveria ser e fazer, a partir das experiências conhecidas de “transição ao socialismo”, ou dos governos de Frente Popular, da década de 30. Alguns também olhavam para os governos social-democratas da Europa, ainda que fossem poucos os que quisessem imitar, naquele momento, a experiência dos países nórdicos. Tudo isto são águas passadas, não apenas por conta do Muro de Berlim, mas porque o novo governo brasileiro não se propõe construir o socialismo, e ninguém sabe exatamente como se desmonta a bomba de tempo deixada pelos governos neoliberais, sem cair no imobilismo inicial nem na tragédia final do governo De La Rua. Não existem ainda modelos de “transição” que tenham sido experimentados com sucesso, e por isto haverá que navegar por águas desconhecidas, o que deve colocar o Brasil no campo da experimentação e da inovação internacional. Os objetivos do Governo Lula, entretanto, não são novos nem originais e apontam para uma agenda conhecida da maioria dos países europeus: a ampliação e consolidação dos direitos civis e políticos, e a construção de uma democracia e de um estado social capaz de reorientar estrategicamente uma parte do desenvolvimento capitalista brasileiro para o atendimento sustentado das grandes necessidades e direitos básicos da população. Leia o resto do artigo »

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