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	<title>Comentários sobre: O Duplo movimento: Onde começa o caminho da invenção política e intelectual de um novo projeto para o Brasil?</title>
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		<title>Por: beatriz</title>
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		<dc:creator>beatriz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 07:16:32 +0000</pubDate>
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		<description>O texto do fiori é recentíssimo, deste mês. 
Acho que você tem uma compreensão da função das políticas neo-mercantilistas diferente do que o Fiori tem. 
O Fiori e todos os economistas desenvolvimentistas consideram essas políticas estritamente necessárias para qualquer país que queira trazer mais qualidade de vida para seus habitantes. Podem também ser usadas para tornar um país cada vez mais rico. O que pode ser prejudicial para países que não se protegem. O sistema é anárquico, quem não se protege é responsável pelos incidentes de que sofre. Para se proteger é simples, basta deixar de ser neoliberal. 
A anarquia do sistema não é incoerente com a cooperação. Um sistema anárquico tende a se reorganizar a partir das partes através da cooperação, pois sempre há diversas vantagens na cooperação. O Brasil só 
O duplo movimento não é um mecanismo mecânico e fechado, mas dialético e aberto. A inventividade não só tem muito espaço, como é o seu próprio instrumento de dinamismo. As lutas dos trabalhadores e o avanço do &quot;fantasma&quot; do socialismo fizeram parte fundamental do que o Polany chamou de  duplo movimento. 
Mas essa é minha interpretação. Polany é apens um autor, não pretende-se ser  totalizante ou dono da verdade. 
Mas que faz sentido isso, faz! 
E em sob alguns temas o livro dele é mais geral do que O Capital, 
pois trata não só das relações de produção e valorização, mas também da relação entre Estados. 
em outros temas, obviamente é menos geral. 
essa é a minha opinião. 
Obrigado pelo comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto do fiori é recentíssimo, deste mês.<br />
Acho que você tem uma compreensão da função das políticas neo-mercantilistas diferente do que o Fiori tem.<br />
O Fiori e todos os economistas desenvolvimentistas consideram essas políticas estritamente necessárias para qualquer país que queira trazer mais qualidade de vida para seus habitantes. Podem também ser usadas para tornar um país cada vez mais rico. O que pode ser prejudicial para países que não se protegem. O sistema é anárquico, quem não se protege é responsável pelos incidentes de que sofre. Para se proteger é simples, basta deixar de ser neoliberal.<br />
A anarquia do sistema não é incoerente com a cooperação. Um sistema anárquico tende a se reorganizar a partir das partes através da cooperação, pois sempre há diversas vantagens na cooperação. O Brasil só<br />
O duplo movimento não é um mecanismo mecânico e fechado, mas dialético e aberto. A inventividade não só tem muito espaço, como é o seu próprio instrumento de dinamismo. As lutas dos trabalhadores e o avanço do &#8220;fantasma&#8221; do socialismo fizeram parte fundamental do que o Polany chamou de  duplo movimento.<br />
Mas essa é minha interpretação. Polany é apens um autor, não pretende-se ser  totalizante ou dono da verdade.<br />
Mas que faz sentido isso, faz!<br />
E em sob alguns temas o livro dele é mais geral do que O Capital,<br />
pois trata não só das relações de produção e valorização, mas também da relação entre Estados.<br />
em outros temas, obviamente é menos geral.<br />
essa é a minha opinião.<br />
Obrigado pelo comentário.</p>
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		<title>Por: Luis F. Novoa</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/02/o-duplo-movimento-onde-comeca-o-caminho-da-invencao-politica-e-intelectual-de-um-novo-projeto-para-o-brasil/comment-page-1/#comment-8282</link>
		<dc:creator>Luis F. Novoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 14:20:27 +0000</pubDate>
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		<description>Em primeiro lugar, a caracterização do duplo movimento do capitalismo de expansão e proteção, dá a entender que esta última surgiria como “solução interna” como anti-corpo re-estabilizador. Onde fica a inventividade política pretendida então? Auto-proteção alguma seria obtida sem o aprofundamento das lutas dos trabalhadores, especialmente na Europa Ocidental, concomitante ao avanço do “espectro” do socialismo real a leste, ou seja além da “competição inter-estatal” havia a competição inter-classes e inter-blocos da Guerra Fria.
Segundo, na aposta de “auto-proteção” da economia brasileira- que dependeria do recurso a estratégias “neo-mercantilistas” desde sempre manejadas pelas potências de plantão- não estaria implícita a defesa da conglomeração das empresas “brasileiras” e de seu transbordamento regional, de caráter assimétrico e sub-imperialista?
Terceiro, o artigo é de 2003, quando ainda podia se prescrustar os últimos laivos da tradição crítica, “nacional-popular” dos “companheiros” alçados ao Governo. Hoje, nem o Fiori acredita que nesse fosso de anulação político-teórica e de auto-domesticação político-administrativa, ao longo de dois mandatos, pode residir a “criatividade histórica” que o momento exige.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, a caracterização do duplo movimento do capitalismo de expansão e proteção, dá a entender que esta última surgiria como “solução interna” como anti-corpo re-estabilizador. Onde fica a inventividade política pretendida então? Auto-proteção alguma seria obtida sem o aprofundamento das lutas dos trabalhadores, especialmente na Europa Ocidental, concomitante ao avanço do “espectro” do socialismo real a leste, ou seja além da “competição inter-estatal” havia a competição inter-classes e inter-blocos da Guerra Fria.<br />
Segundo, na aposta de “auto-proteção” da economia brasileira- que dependeria do recurso a estratégias “neo-mercantilistas” desde sempre manejadas pelas potências de plantão- não estaria implícita a defesa da conglomeração das empresas “brasileiras” e de seu transbordamento regional, de caráter assimétrico e sub-imperialista?<br />
Terceiro, o artigo é de 2003, quando ainda podia se prescrustar os últimos laivos da tradição crítica, “nacional-popular” dos “companheiros” alçados ao Governo. Hoje, nem o Fiori acredita que nesse fosso de anulação político-teórica e de auto-domesticação político-administrativa, ao longo de dois mandatos, pode residir a “criatividade histórica” que o momento exige.</p>
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