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Blog do Desemprego Zero

Debate sobre uso de FGTS e flexibilização irrita Lula

Escrito por beatriz, postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Lu Aiko Otta, Tânia Monteiro e Gerusa Marques

A iniciativa de um grupo de ministros de discutir a possibilidade de redução de jornada de trabalho e salários com possível uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o trabalhador complementar sua renda causou curto-circuito no governo. O debate, ainda em estágio inicial, “vazou” para a imprensa e irritou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Fico chateado quando as pessoas começam a falar pela imprensa antes de me falar”, desabafou o presidente. “Fico chateado porque pode não acontecer.” Ele acrescentou que não é o momento de sua equipe entrar em desespero. “Cada um acha que tem uma solução no bolso do colete”, criticou.

A proposta foi discutida anteontem à noite, no Ministério da Fazenda, como uma possível ferramenta na estratégia de manutenção do emprego – a maior preocupação da equipe econômica hoje. Participaram, além do ministro Guido Mantega e de seu assessor especial Bernard Appy, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci.

Porém, técnicos avaliam que as chances de essa proposta avançar são muito pequenas.

Isso porque, politicamente, seria desconfortável ao governo abrir o precedente de permitir a redução do salário do trabalhador – mesmo permitindo que ele saque parte do dinheiro do FGTS para compensar a queda de renda. A reação do presidente confirma essa avaliação.

Presente à reunião, Lupi fez malabarismos ontem para dar sua versão. “Não há possibilidade de ter redução de salário nenhuma”, afirmou o ministro. Ele admitiu, porém, que há estudos para redução da jornada de trabalho e do uso do FGTS, sem dar mais detalhes. Disse também que elabora uma proposta de “seguro ao emprego”, mas tampouco a explicou: “Enquanto o presidente não bater o martelo, não existe proposta nenhuma”.



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