Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Gabriel Brito
No último domingo, 15, Hugo Chávez venceu o referendo que colocava em questão a emenda que permite reeleições ilimitadas. Para analisar o impacto do resultado, o Correio da Cidadania conversou com o jornalista Gilberto Maringoni, para quem Chávez não representa perigo para a democracia, pois, apesar de seus desejos de continuísmo, aumentou consideravelmente a participação popular nas eleições, sendo que se mantêm os direitos civis e a liberdade de imprensa intactos.
O autor do livro “A Venezuela que se inventa” afirma que a qualidade de uma democracia não depende do tempo no poder de um governante, mas sim de como se conduz a sociedade em seu dia-a-dia. Como paralelo, cita governos parlamentaristas europeus cujos líderes também ficaram longo período no poder.
Maringoni, no entanto, alerta para o perigo que se avizinha das economias dos países de governos progressistas da região, muito dependentes das, agora, desvalorizadas commodities. Para ele, o cenário com o qual nos depararemos na Venezuela e em toda a região é uma grande incógnita. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009
*Por Marcio Pochman
A crise mundial torna mais evidente o conjunto de equívocos que resulta da recente experiência neoliberal. Os países que mais longe avançaram o princípio da autorregulação das forças de mercado e da desregulamentação do Estado encontram-se entre os mais frágeis e vulneráveis no contexto atual de turbulências e incertezas globais.
Fácil imaginar como a economia brasileira estaria débil e à deriva se a trajetória privatista e de inserção externa subordinada aos interesses dos países ricos dos anos 90 não tivesse sido interrompida. Sem bancos públicos (BB, CEF, BNB e BNDES) e empresas estatais, como Petrobras e Eletrobrás, por exemplo, o Brasil não teria a mínima condição de responder imediata e positivamente à crise do crédito e do investimento privado. Países que se desfizeram de bancos e empresas públicas, como o caso argentino, convivem hoje com maiores dificuldades para enfrentar afirmativamente a crise. No Brasil, a fase da privatização implicou reduzir a participação dos bancos públicos de mais de 50% para quase um terço da disponibilidade total do crédito doméstico, enquanto a transferência para o setor privado de empresas estatais respondeu por 15% do PIB e pela destruição de mais de 500 mil postos de trabalho. Em valor, o processo de privatização brasileiro somente conseguiu ser inferior à experiência soviética, com parte significativa do setor produtivo estatal sendo capturado pelo capital estrangeiro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009
Fonte: PH Amorim
Deu no Huffington Post:
. O maior banco da Suíça, o UBS, concordou em identificar os americanos milionários suspeitos de lavar dinheiro em contas secretas.
. O UBS confessou participar de conspiração para fraudar a Receita Federal americana.
. Acredita-se que 19 mil contas venham a ser identificadas.
. Elas teriam sido instrumento de uma fraude de US$ 20 bilhões.
. Será esse o fim das contas secretas na Suíça?, pergunta-se o Huffington Post. (*)
Aqui no Brasil, o corajoso Juiz Dr Fausto De Sanctis mandou para a cadeia um funcionário de um banco suíço, porque ele ajudava brasileiros a lavar dinheiro.
É aquele suíço que disse: não vou ficar muito tempo na cadeia, porque no Brasil rico não fica na cadeia.
De fato, ele não ficou.
Um outro juiz soltou o suíço.
Mas, com a condição de ele voltar para prestar depoimento.
Um dia, o advogado dele chegou para o Juiz De Sanctis e falou:
O meu cliente não pode vir depor, porque ele está com síndrome de pânico.
Pânico de quê?
Pânico do Brasil.
E nunca mais pisou os pés aqui …
(*) Os que investiram com o bandido condenado – como diz o ínclito delegado Protógenes Queiroz – os clientes de Daniel Dantas não precisam se preocupar. Dantas opera em Cayman…
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Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009
Fonte: Gazeta Online
O lucro da Vale do Rio Doce cresceu em 2008 e atingiu R$ 21,279 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (19). De acordo com o balanço, o resultado líquido superou em 6,36% o apresentado em 2007, de R$ 20,006 bilhões.
De acordo com a assessoria de imprensa da mineradora, o resultado de R$ 21,279 bilhões do ano passado é um novo recorde para a empresa, uma vez que o lucro de 2007 era a máxima anterior atingida pela empresa.
A Vale do Rio Doce informou, em comunicado ao mercado, que o resultado de R$ 21,279 bilhões exclui a variação cambial sobre investimentos no exterior. Segundo o balanço da empresa, o lucro líquido da empresa vem crescendo desde 2004, quando o resultado positivo foi de US$ 6,46 bilhões.
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