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Blog do Desemprego Zero

Archive for fevereiro 16th, 2009

O Duplo movimento: Onde começa o caminho da invenção política e intelectual de um novo projeto para o Brasil?

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

 Fonte: Agência Carta Maior

*José Luís Fiori

“Durante um século a dinâmica da sociedade moderna foi governada por um duplo movimento: o mercado se expandia continuamente, mas esse movimento era enfrentado por um contra-movimento que cerceava essa expansão.”

“Se a economia de mercado foi uma ameaça para os componentes humano e natural do tecido social, o que mais se poderia esperar senão que uma ampla gama de pessoas exercesse a maior pressão no sentido de obter alguma espécie de proteção?”

Karl Polanyi, A Grande Transformação, 1944

Alguém já disse, com razão, que o governo Lula terá que ser inventado. Quando Salvador Allende governou o Chile, no início da década de 70, intelectuais de vários cantos do mundo discutiam, em Santiago, sobre o que o seu governo deveria ser e fazer, a partir das experiências conhecidas de “transição ao socialismo”, ou dos governos de Frente Popular, da década de 30. Alguns também olhavam para os governos social-democratas da Europa, ainda que fossem poucos os que quisessem imitar, naquele momento, a experiência dos países nórdicos. Tudo isto são águas passadas, não apenas por conta do Muro de Berlim, mas porque o novo governo brasileiro não se propõe construir o socialismo, e ninguém sabe exatamente como se desmonta a bomba de tempo deixada pelos governos neoliberais, sem cair no imobilismo inicial nem na tragédia final do governo De La Rua. Não existem ainda modelos de “transição” que tenham sido experimentados com sucesso, e por isto haverá que navegar por águas desconhecidas, o que deve colocar o Brasil no campo da experimentação e da inovação internacional. Os objetivos do Governo Lula, entretanto, não são novos nem originais e apontam para uma agenda conhecida da maioria dos países europeus: a ampliação e consolidação dos direitos civis e políticos, e a construção de uma democracia e de um estado social capaz de reorientar estrategicamente uma parte do desenvolvimento capitalista brasileiro para o atendimento sustentado das grandes necessidades e direitos básicos da população. Leia o resto do artigo »

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Chefe da delegação brasileira na OMC denuncia protecionismo sofisticado: “O nacionalismo está a um passo da xenofobia. Isso só aprofunda a crise”

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo
Por Eliane Oliveira

BRASÍLIA. Com um histórico de vitórias na Organização Mundial do Comércio (OMC), casos do algodão (Estados Unidos) e do açúcar (União Europeia), o chefe da delegação brasileira junto ao organismo, embaixador Roberto Azevêdo, faz um alerta: o protecionismo está a um passo da xenofobia. Em sua visão, há um toque de “nacionalismo exacerbado” nos gigantescos pacotes de apoio e de proteção que vêm sendo anunciados pelos países desenvolvidos. O protecionismo, diz, está diferente e mais sofisticado. “A experiência mostra que passamos facilmente da defesa do produto nacional para o ataque a tudo que é estrangeiro: o que vem de fora é ruim, prejudica, rouba empregos”, diz.

O mundo assiste a uma nova onda de protecionismo?

ROBERTO AZEVÊDO: Sim, não há dúvida de que a atual crise deu início a uma onda de protecionismo de proporção global, um protecionismo diferente e mais sofisticado. Nos anos 30 e em ocasiões posteriores, uma reação natural era a elevação das tarifas de importação. Apesar de as medidas de proteção seguirem a mesma lógica, hoje a OMC impõe disciplinas sobre os vários aspectos do comércio internacional. Os países desenvolvidos não têm espaço para elevar legalmente suas tarifas e são obrigados a apelar para métodos mais sofisticados para ajudar suas empresas. Os subsídios tendem a ser a alternativa preferida, com pagamentos diretos, empréstimos generosos, injeções de capital e outros estímulos. Também há espaço para outras barreiras não tarifárias, como medidas de antidumping, restrições sanitárias, barreiras técnicas.

O senhor mencionou que a onda de protecionismo vem com um “nacionalismo exacerbado”. Está se referindo aos pacotes de ajuda ao setor produtivo?

AZEVÊDO: O arsenal protecionista se tornou mais sofisticado, em grande medida para se adaptar às novas disciplinas impostas pela OMC. O protecionismo não se resume a aumento de tarifas ou controle de importações. Ele inclui qualquer tipo de intervenção governamental que afete artificialmente o mercado em favor de empresas domésticas. Os pacotes de estímulo e os vultosos empréstimos governamentais são também medidas de proteção. Eles melhoram condições de competição das empresas beneficiadas, tanto no mercado doméstico quanto em terceiros mercados. Quanto mais forte o Tesouro, maior será o impacto comercial.

Esse nacionalismo exacerbado pode se expandir para outras áreas? Leia o resto do artigo »

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Vítimas da recessão

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Colapso econômico mundial atinge em cheio a vida dos brasileiros. Trabalhadores perdem empregos, ficam inadimplentes e têm que arrochar gastos. Empresários demitem e restringem os investimentos

Fonte: Correio Braziliense 

Por Vicente Nunes

Aos 31 anos, o agente financeiro Adaílson Gomes de Oliveira já passou por nove recessões no país. Apesar de o termo – com o qual os especialistas definem pelo menos dois trimestres consecutivos em que a economia anda para trás – lhe parecer estranho, ele está sentindo na pele todo o seu peso. No último dia de 2008, a loja da financeira em que trabalhava fechou as portas. “Simplesmente, da noite para o dia fiquei sem meu ganha-pão”, conta. Oliveira foi vitimado pela crise mundial, que fez o crédito secar, a produção desabar e o consumo minguar. Ainda desempregado e sem perspectiva, está assistindo, atônito, ao Brasil ser tragado pela décima recessão em três décadas – é como se, a cada três anos, o país botasse o pé no freio.

Nem mesmo o otimista ministro da Fazenda, Guido Mantega, descarta mais que o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu nos últimos três meses de 2008 e vai cair nos três primeiros deste ano, o que, tecnicamente, coloca o Brasil na mesma situação vivida pelos países mais ricos do mundo – a de recessão. Mantega não se arrisca a fazer projeções. Mas, nas contas do mercado, a economia registrou retração de até 4% no quatro trimestre de 2008 e deve recuar até 1% entre janeiro e março. “Os números são cruéis. Basta ver o que ocorreu no fim do ano passado”, diz o economista-chefe da Sul América Investimentos, Newton Rosa. A produção industrial caiu quase 20% entre outubro e dezembro, voltando aos níveis de 2004, e as demissões não param de crescer. “O pior é que a recuperação será lenta e com muito sofrimento. O desemprego deixará muitas famílias à margem do mercado”, avisa. Leia o resto do artigo »

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Comitê do Porto de Santos discute sucateamento de caminhões

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por José Augusto Valente

A criação de um projeto, com linha de crédito, para incentivar a troca de caminhões e consequentemente evitar o sucateamento destes veículos que circulam pelo Porto de Santos.

Este foi um dos principais assuntos discutidos ontem na reunião do Comitê de Infra-estrutura e Logística do Porto de Santos, que acontece todas terças-feiras na sede da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindissan), Marcelo Marques da Rocha, o Governo precisa incentivar a troca de caminhões sucateados. “Estão incentivando até mesmo a troca de geladeiras”, argumentou.

Para o superintendente de Fiscalização de Operações da Codesp, Osvaldo Freitas Vale Barbosa, o Governo precisa criar uma linha de crédito por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Vai beneficiar os caminhoneiros e também as indústrias”, disse Barbosa. Leia o resto do artigo »

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