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Blog do Desemprego Zero

PIB no campo tem primeira queda após 26 meses

Escrito por lucianasergeiro, postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Publicado em: Gazeta Mercantil 

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro registrou em outubro do ano passado a primeira queda depois de 26 meses. É uma retração pequena, de 0,88%, mas acende o “sinal vermelho” no campo, segundo avalia a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO).

A última vez em que houve queda do PIB do agronegócio foi em junho de 2006, quando a retração foi de 0,148%. Com o fim da tendência de altas, o PIB consolidado do agronegócio deverá atingir, para todo o ano de 2008, R$ 685 bilhões, avanço de 6,7% na comparação com os R$ 642,6 bilhões de 2007.

O PIB projetado para 2008 é exatamente o resultado acumulado até outubro. A CNA não calcula qualquer expansão nos dois últimos meses do ano. Considera, inclusive, possibilidade de novas retrações. Segundo Kátia Abreu, até o final de 2008 apenas 18% da nova safra já tinha sido comercializada, o índice esperado seria de pelo menos 50%. Já em 2009 o percentual de comercialização pouco avançou, atingindo 20%. Diante da retração dos negócios no campo, a CNA defende a adoção rápida de medidas de apoio à comercialização para evitar a queda dos preços pagos ao produtor.

Taxativa, a senadora não fala sobre perspectivas de evolução do PIB do agronegócio em 2009. Ela destaca que as perspectivas de mercado quanto ao crescimento do PIB para o conjunto da economia caíram de 5% para 2,5%. A CNA estima uma queda de 10% na produção da nova safra, mais que a retração de 5% projetada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Quanto ao resultado das exportações, a CNA considera certa a retração das receitas em dólar, sem possibilidade de que 2009 repita os US$ 72 bilhões obtidos em vendas externas do agronegócio em 2008. A queda pode variar entre 6,8% e 34,7%. Na melhor hipótese, o saldo será de USR 67,1 bilhões e, no pior cenário, atingirá US$ 47 bilhões.

Uma medida esperada é a liberação de R$ 3 bilhões para as cooperativas, as quais teriam papel decisivo na negociação da nova safra. O dinheiro ainda não foi liberado pelo Governo. “Não acredito que haverá a liberação dos R$ 3 bilhões de uma só vez, será a conta-gotas”, lamentou a senadora, ao mesmo tempo defendeu que a equipe econômica intensifique a sintonia com o Ministério da Agricultura. “As tradings sinalizam com possibilidade de redução de até 50% nos empréstimos para a próxima safra, e o crédito oficial supre apenas 26% do total de financiamento”, afirmou, ao defender novos apoios na comercialização.

Kátia Abreu defendeu a elaboração de uma política agrícola de longo prazo para garantir elementos como sustentação de preços ao produtor e a regularidade de créditos. Segundo ela, essa nova política deve entrar em vigor dentro de duas novas safras. Enquanto isso, durante esse período “intermediário”, medidas pontuais deveriam ser adotadas, mas sem renegociações gerais das dívidas. “Para cada ano de prorrogação, a dívida aumenta em 25%. É empurrar com a barriga.”, disse.



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