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Blog do Desemprego Zero

Archive for janeiro, 2009

Obama, Lula e Sarkozy são modelos do século XXI, diz especialista

Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Notícias Terra

Vice-Presidente do think-thank Public Agenda e autor de Forgive Us Our Debts: The Intergenerational Dangers of Fiscal Irresponsibility, publicado nos Estados Unidos pela editora da Universidade de Yale, Andrew L. Yarrow defendeu, em artigo publicado na página de opinião do The Baltimore Sun, que a apologia da impossibilidade funcional dos governos está com os dias contados. E que um trio de líderes – formado pelo recém-eleito Barack Obama, o presidente francês Nicolas Sarkozy e o brasileiro Luiz Ignácio Lula da Silva – representam a ascendência, no mundo ocidental, do idealismo, do ativismo e da cooperação supra-partidária sobre o unilateralismo, a política mais convencional e o apadrinhamento de aliados característico da administração Bush.

Professor da American University e consultor do centrista Brookings Institution, Yarrow vai além e propõe o estabelecimento de uma nova era, calcada na imagem dos presidentes de Brasil, França e EUA. “Prestando atenção no simbolismo político dos três estadistas, vê-se que o mundo democrático está entrando em um novo período, tão definitivo e transformador quanto o pacto social-democrático de Franklin Delano Roosevelt após a Segunda Guerra Mundial, o chamado Consenso Liberal, ou a Ascensão Conservadora das últimas três décadas, marcadas pelas políticas de Ronald Reagan e Maragareth Thatcher”, escreve.

Para o historiador, que deixou a reportagem do The New York Times para investir na vida acadêmica, completando a pós-graduação Universidade de Harvard e trabalhando no governo Bill Clinton, o comprometimento com a Justiça Social dos três líderes está um passo à frente da Terceira Via de Clinton e Tony Blair, representada no Brasil pelo governo de Fernando Henrique Cardoso. O cerne do sucesso dos três líderes, diz Yarrow, está na idéia de compaixão social condicionada à responsabilidade pessoal – no Brasil, com as contrapartidas exigidas pelo Bolsa Família, nos EUA, com o discurso de Obama voltado para o ativismo social dos mais abastados e a necessidade de a comunidade afro-americana voltar a investir nos valores de fortalecimento familiar – e em uma visão internacionalista comprovada pela movimentação de Paris e Brasília durante a mais recente crise no Oriente Médio, trabalhando ativamente por uma trégua entre Israel e os palestinos.

O Terra conversou com o professor da American University sobre sua previsão de que os próximos anos no mundo ocidental serão moldados pela ação de Lula, Obama e Sarkozy. Yarrow só não quis emitir opinião sobre a sucessão presidencial no Brasil, tema que acompanha de longe e com enorme atenção – a se julgar por seus questionamentos sobre a possível candidatura da ministra Dilma Roussef em 2010.

O senhor diz que o Lula, Obama e Sarkozy desafiam, cada um a seu modo, a política convencional. Pode explicar melhor esta sua observação?

Lula, Obama e Sarkozy são, os três, líderes políticos pós-partidários. Eles combinam um comprometimento com a inclusão e a justiça social com um crescimento econômico que beneficie ao mesmo tempo trabalhadores e empresários. Eles refutam os moribundos modelos advindos do “Consenso de Washington”, o capitalismo neo-liberal pós-Reagan e Thatcher, calcado na desregulamentação dos mercados. Mas também não são estatizantes per se, não se aproximam de modelos socialistas tal qual os conhecemos. Lula com o PT, Obama com os Democratas, e Sarkozy com os gaullistas e os democrata-cristãos, estabeleceram rupturas com as culturas políticas mais características de seus grupos partidários. Leia o resto do artigo »

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Blog do Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada está fora do ar!

Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

SERÁ QUE TEM ALGO HAVER COM ISSO:

TENTATIVA DE ASSASSINATO DE PROTÓGENES É FRUSTADA! ATENTADO FOI QUINTA, DIA 15 DE JANEIRO

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TENTATIVA DE ASSASSINATO DE PROTÓGENES É FRUSTADA! ATENTADO FOI QUINTA, DIA 15 DE JANEIRO

Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Saiu no blog do Nassif

Do Blog do Protógenes

ATENTADO AO PROTÓGENES

janeiro 17th 2009 Posted to Sem categoria

Comunico ao povo brasileiro e aos internautas que no dia 15 de janeiro de 2009, por volta das 15:00hs. sofri o primeiro atentado quando dirigia um automóvel deslocando do Jardim Botânico com destino a Niterói, ato contínuo ainda no JB o radiador de água quente explodiu causando uma nuvem de fumaça muito grande e explosão do painel do veículo. Resultado sofri queimaduras de primeiro grau nos pés e lesões pelo corpo. Sai imediatamente do Rio de Janeiro com destino a São Paulo onde fui imediatamente socorrido, por medida de segurança. No momento estou em casa me recuperando do trauma. Tenho como testemunha do ocorrido a fraterna amiga Silvia Calmon ( pisicanalista) , os populares que me socorreram e meus padrinhos Jose Zelman e Nelia Maria Zelman.

Comentário

Assim como nesse caso do pen-drive (vazado pelo corregedor da PF para o Estadão), é melhor aguardar mais informações sobre o episódio.

Blog do Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada está fora do ar!

Será mais uma do Daniel Dantas ? ?

Por C. Brayton

Foi a minha conclusão tambem: aguardemos mais informações de fontes confiáveis.

Esse episódio do suposto relatório aparentemente vazado primeiro ao ConJur e depois ao Estadão, como o senor disse: “se baseou em uma informação vazada de um relatório sigiloso, de um inquérito em andamento, obtida graças à quebra do sigilo funcional.”

Houve uma curiosa falta de repercussão além desses dois vehículos, até agora. E a suposta convocação de cinegrafistas da Globo para produzir a prova central no caso da propina? A rede de Ali Kamel não comenta. Na Folha de hoje:

“O advogado do banqueiro Daniel Dantas, Nélio Machado, decidiu pedir para que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) requisite acesso ao inquérito que investiga o vazamento de informações na Operação Satiagraha.

“Machado já havia feito três pedidos semelhantes à Justiça, todos negados. Ele tomou a decisão de pedir a interferência da OAB por se considerar vítima de investigação ilegal que teria sido comandada pelo delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, responsável pela Satiagraha até 14 de julho, quando foi afastado.”

Veja tambem:

http://www.conjur.com.br/2009-jan-16/oab_inaceitavel_espionagem_advogado_daniel_dantas

Este Toron do OAB, citado no ConJur como dirigente da Commissão de Prerrogativas, foi aquele que inocentou Machado num processo sobre suposto mal-conduto, apesar de manter laços pessoais e profissionais com Machado, lembre-se.

Segundo reportagem da Carta Capital, Toron é “também defensor de um dos acusados na Satiagraha (e) atua como advogado de defesa de Nélio Machado, a pedido da OAB.” Quer dizer, advogou para quem julgou.

Que história, hein?<–>

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Bye, bye, Meirelles

Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: CartaCapital

Henrique Meirelles já comunicou ao presidente Lula que deixará o comando do Banco Central em breve, depois de seis anos no cargo. O goiano de Anápolis, de 62 anos, passará um curto período de quarentena e muito provavelmente disputará o governo de seu estado nas eleições de 2010. Seu sonho é um dia subir a rampa do Planalto e tornar-se presidente da República.

A conferir. Um fato é inegável: a capacidade de sobrevivência de Meirelles no governo. É o único integrante da equipe econômica intocado desde o início da gestão de Lula, em 2003. Uma espécie de estranho no ninho, uma vez que o aliado Antonio Palocci foi forçado a deixar o Ministério da Fazenda, em março de 2006, chamuscado por denúncias.

Quem aspira sentar-se na cadeira de Meirelles? O que seria melhor para o País? Talvez o presidente finalmente crave um nome mais afinado com a ala desenvolvimentista do governo, hoje majoritária. Os amantes do crescimento têm esperança de que o futuro titular se alinhe a um projeto nacional e não sistematicamente sabote a economia brasileira a qualquer sinal de sopro de vida.

Para a sucessão, o mercado discute uma “solução interna”. Trata-se mais de um wishful thinking. Os candidatos naturais ao cargo seriam o diretor de Normas do BC, Alexandre Tombini, e o diretor de Política Econômica do banco, Mário Mesquita. Não representariam ruptura alguma. Os economistas críticos da atuação do BC preferem colocar as fichas em Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para o qual os executivos financeiros torcem o nariz. Seria um sinal de que os tempos de ultraortodoxia viraram passado.

Meirelles foi alçado ao BC por falta de alternativa do presidente. Os nomes cogitados no fim de 2002 não aceitaram a empreitada. O presidente teria preferido Fabio Barbosa, então executivo máximo do Banco Real e eleitor do PT. Mas ele declinou do convite. Em um ato de desespero, Lula chegou a sondar o então titular da pasta, Arminio Fraga, para permanecer alguns meses no cargo e realizar uma transição suave. O ex-operador de George Soros optou por voo próprio, ao fundar a Gávea Investimentos e partir para aquisições de empresas. Leia o resto do artigo »

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Os Juros e a intervenção do BC

Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Segundo a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa média de juros caiu de 7,61% ao mês, em novembro, para 7,49% em dezembro. Uma redução que pouco contribuirá para reanimar a demanda.

Os juros alcançaram o teto em novembro, diante das dificuldades das instituições financeiras em captar recursos externos e pelo receio de aumento da inadimplência, embora diversas medidas do Banco Central (BC) devessem ter induzido uma redução muito maior.

É importante notar que uma taxa anual média de 141,12% é escandalosa para um país cuja inflação anual é estimada em torno de 6,5% para o IPCA. A redução dos juros que se verificou em dezembro certamente não reflete as mudanças que beneficiaram os bancos: redução do compulsório e ligeira melhora na captação de recursos, mas apenas a menor procura por crédito. Pode-se considerar como certo que o Comitê de Política Monetária optará, em 21 de janeiro, por uma redução da taxa Selic de pelo menos 0,50 ponto porcentual. Leia o resto do artigo »

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Câmbio favorece negócio com os árabes

Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil

Por Roberto Tenório

A valorização do dólar nos últimos meses deverá impulsionar o volume dos negócios com produtos agropecuários entre o Brasil e os países árabes em 2009. Mesmo após o agravamento da crise, no segundo semestre de 2008, as exportações para os países árabes continuaram em expansão e fecharam acima das expectativas. O crescimento no terceiro trimestre também pode ser atribuído ao direcionamento dos produtos que deixaram de ser consumidos nos mercados europeu e americano, os que mais foram prejudicados com a crise. Nesse período, por exemplo, a receita com cafés cresceu 55,8% e a de carnes subiu 8% na comparação com 2007, segundo informações da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB).

“O problema de liquidez que afeta o mundo inteiro não é problema para os países árabes. A queda nas cotações do petróleo foram compensadas em parte pela valorização do dólar e isso poderá criar muitas oportunidades para os empresários brasileiros em 2009″, avalia Antônio Sarkis Júnior, presidente da CCAB. Ele acredita que ainda existem muitos mercados para serem explorados. “Sempre que fizemos projeções de crescimento das exportações elas foram superadas”, ressaltou. Ele disse ainda que o fluxo comercial entre Brasil e os países do bloco sempre foi equilibrado. “Em 2007, o Brasil foi superavitário na balança comercial e no ano passado foi a vez do Brasil”, conta. Leia o resto do artigo »

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Desemprego ainda é visto como “marolinha”

Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil

O presidente Lula disse que a crise financeira é motivo de preocupação, mas não pode ser desculpa para atitudes precipitadas “nem do governo, nem dos empresários”. A razão das declarações do presidente foram tanto os novos números sobre o desemprego, inclusive na indústria automobilística, como o fato de a Força Sindical ter suspendido negociações com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A preocupação de Lula tem razão de ser. Anteontem, com a presença de 17 das maiores empresas brasileiras, foi fechada na Fiesp a proposta de redução dos salários e da jornada de trabalho para evitar grandes demissões na indústria, comércio e setor financeiro. A iniciativa imediatamente dividiu o meio sindical. Há uma semana os empresários obtiveram o apoio para essa iniciativa da Força Sindical, com quase cinco milhões de trabalhadores na base, com 612 sindicatos filiados. A reação foi diferente por parte da Central Única dos Trabalhadores (CUT) que rejeitou o acordo afirmando que há “outros meios de negociação e diálogo”. A liderança da Fiesp, por sua vez, considera o momento como “atípico” e que ficar contra a redução de salário e de jornada significa “estar a favor do desemprego”.

A rigor, a questão toda está mal posta. Há uma semana, quando parcela do sindicalismo concordou com os termos dessa proposta, as demissões não tinham começado. Desde o início desta semana, no entanto, indústrias de vários setores, de papel e celulose a têxtil, do setor químico ao metalúrgico, anunciaram cortes especialmente volumosos. O quadro ganhou dimensão muito preocupante com a decisão de uma grande montadora de demitir funcionários temporários antes do final do contrato. Ato contínuo, os sindicalistas reavaliaram os termos das propostas. O clima de desconfiança se instalou a ponto de Lula garantir ontem que pediu ao ministro da Fazenda que solicitasse à montadora o pagamento dos salários devidos aos trabalhadores até o final do contrato. O presidente assegurou que os empregados demitidos teriam contratos até março. Leia o resto do artigo »

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Crise de confiança mina investimentos

Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Monitor Mercantil

A crise internacional está derrubando os investimentos industriais no país e provocará uma brusca reversão nos resultados da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) no produto interno bruto (PIB) já a partir do quarto trimestre de 2008, cujos dados serão apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março.

Segundo economistas, a falta de confiança dos empresários é a principal explicação para que as turbulências tenham chegado tão rápido aos investimentos. A restrição de crédito também é citada como justificativa importante para a mudança.

Para Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, o desempenho da FBCF no quarto trimestre vai mostrar a maior queda, ante o trimestre imediatamente anterior, já apurada pelo IBGE. Ele projeta um recuo de 10,9% nos investimentos ante o terceiro trimestre de 2008 e um aumento de apenas 1,6% ante igual trimestre de 2007. Leia o resto do artigo »

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