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Blog do Desemprego Zero

Archive for janeiro, 2009

A Time to Experiment

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

By Dani Rodrik

Fonte: Project Syndicate  

The world economy enters 2009 with more uncertainty (and anxiety) than at any time in recent memory. Although the financial crisis appears to be contained in the United States and Europe, its full repercussions will not be clear for some time. The advanced countries are in for the worst economic downturn since the Great Depression. But how long and deep will this recession be, and how badly will it affect emerging and developing nations?

We don’t have the answers to these questions, in part because the consequences will depend on what actions policymakers take. The right responses will ensure that the world economy can begin to recover by late 2009. Poor policy choices, on the other hand, will at best delay recovery and at worst do permanent damage. Here is a list of things to watch for.

Will the US response be “bold” enough? Barack Obama has promised that it will be, echoing at least part of Franklin D. Roosevelt’s famous call for “bold, persistent experimentation” at the height of the Great Depression in 1932. Obama has a first-rate group of economists on his side, which ensures that he will not do anything silly. But America’s circumstances are sufficiently exceptional that he will need advisers who are willing to try new, untested ideas – in other words, experimentation à la FDR. Leia o resto do artigo »

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Brasil precisa crescer mais de 4% para manter emprego, diz Ipea

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Instituto analisa a situação do país na crise internacional

Fonte: Ipea  

O Brasil precisa crescer mais de 4% para não interromper a trajetória positiva de 19 trimestres de investimentos acima da produção, aumento do emprego formal, redução do desemprego e da economia informal, conclui o documento “A crise internacional e possíveis repercussões: primeiras análises”, lançado hoje em Brasília pelo Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann.

Elaborado por técnicos do Instituto integrantes de um Grupo de Trabalho (GT) sobre a crise da economia internacional, o documento faz três simulações sobre os efeitos da crise internacional no Brasil e mostra que menos de 4% significa o país interromper toda uma situação positiva de crescimento, com queda da desigualdade e da pobreza.

A participação dos rendimentos do trabalho no PIB vem crescendo desde 2004. Os resultados para a simulação indicam que para a expansão do PIB em 1%, a parcela salarial pode ser reduzida em 3%, assim como pode cair 0,6% se a elevação do PIB em 2009 for de 2,5%. No caso do PIB em 4%, a renda do trabalho na renda nacional pode continuar crescendo (0,2%) e manter a trajetória iniciada em 2004.O GT pretende acompanhar a situação do país e reproduzir informes ao longo deste ano.

O presidente do Ipea destacou que o Brasil tem condições de manter o ritmo de crescimento graças à opção anterior à crise, de investir em infraestrutura. “Além do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) federal, que já foi licitado e as obras estão em andamento, este ano os Estados começarão a executar seus PACs. Trata-se de um investimento importante para manter o ritmo de crescimento”, ressaltou.

O documento foi dividido em três partes: a primeira descreve as manifestações da crise e efeitos sobre o seu epicentro, os EUA; a segunda trata das medidas tomadas pelos governos da China, Índia, África do Sul e Brasil, no sentido de redefinirem suas posições relativas à geopolítica mundial, bem como de reestruturarem suas instituições e cadeias produtivas e ocupacionais; a terceira faz simulações dos efeitos da crise em relação ao emprego, renda, câmbio e inflação no Brasil.

“Esta é a primeira grande crise da economia globalizada, com todos os países submetidos à lógica da economia de mercado. Afeta, portanto, um mundo fundado com profundas desigualdades, tendo como epicentro os bancos desregulados”, observou Pochmann ao lembrar que estudos sobre homogeneização da economia de mercado já alertaram sobre a geração dessas desigualdades.

Nas três partes do documento o papel do Estado é destacado. Os bancos centrais dos EUA(FED), da área da Euro(BCE) e do Japão(BoJ), por exemplo, fizeram intervenções no período de agosto de 2007 a janeiro de 2009, todas com o propósito de evitar uma deterioração do Estado de confiança.

“As políticas anticrise dos anos 80 e 90 passavam pela elevação das taxas de juros, desregulamentação e corte de gastos. Hoje, a produção e o emprego estão no centro das atenções, acompanhadas pela convergência de ações espontâneas dos países, todas voltadas para políticas de defesa do Estado” explicou Pochmann.

A China, segundo o documento, revela uma postura agressiva e proativa. Considerada a economia mais dinâmica das últimas décadas, parece estar sujeita a grandes mudanças, em razão da importância do comércio exterior e da maior valorização do mercado interno. Adotou medidas importantes de combate à crise, tanto interna como externamente. Elaborou proposta para que os países emergentes desempenhem um papel maior na supervisão de organizações financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (Bird).

O documento não mostra a atuação dos organismos internacionais diante da crise. “Não identificamos uma coordenação das instituições internacionais”, justificou o presidente do Ipea. Ele aposta, no entanto, numa reorganização mundial, tanto em termo de regulação do sistema financeiro como em termo das relações internacionais e institucionais entre países. “É difícil acreditar que possamos voltar à situação anterior”, preconiza.

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Donde?

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Por José Saramago

Fonte: Caderno Saramago

Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.

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Votorantim espera ganhar R$ 4,5 bi com a aquisição

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fintte: Folha de S. Paulo  

NEGÓCIO SE CONCRETIZA 6 MESES APÓS 1ª OFERTA PELOS PAPÉIS DA ARAPAR NA ARACRUZ

Desde então, preço da celulose cai 35%, valor das ações cede e perdas com derivativos marcam trajetórias de empresas 

Seis meses após a primeira oferta de R$ 2,7 bilhões pelos papéis da Arapar na Aracruz, o grupo Votorantim irá pagar a mesma quantia pela empresa. No período, o preço da celulose caiu 35%. As ações da Aracruz recuaram mais de 70% desde setembro, quando foi fechada a venda à VCP pela primeira vez.
“A Votorantim não olha a aquisição do ponto de vista de investimento em carteira, mas estratégico, de olho no longo prazo”, diz Pércio de Souza, sócio da consultoria Estáter, que assessorou a transação. “A geração futura de fluxo de caixa da empresa não mudou.”
A expectativa da Votorantim é gerar ganhos de sinergia de R$ 4,5 bilhões com a formação da nova empresa. Ela também terá os mais baixos custos de produção de celulose do mundo, que ficarão entre US$ 150 a US$ 250 por tonelada. Leia o resto do artigo »

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Oportunidade e ofertas de emprego, estágios e concursos públicos – 21 de Janeiro

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego, estágios e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.

***

ANALISTA DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO SENIOR

- 3º grau completo em psicologia ou administração

- Mínimo de 5 anos atuando na área de Recrutamento e Seleção em grandes empresas

- Inglês fluente (será testado com prova escrita e verbal)

- Experiência com grande volume de vagas

- Local de trabalho Rio de Janeiro

Os interessados deverão encaminhar o currículo com pretensão salarial, para o e-mail info_vagasrj@yahoo.com.br   colocando o título da vaga no campo assunto. Leia o resto do artigo »

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Grupo Votorantim compra a Aracruz com ajuda do BNDES

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo  

NEGOCIAÇÃO, QUE PODE CHEGAR A R$ 5,6 BI, FOI SUSPENSA DEVIDO À CRISE GLOBAL; RECURSOS DO BANCO OFICIAL PODERÃO SOMAR R$ 2,4 BI

Operação cria maior empresa do mundo em celulose; Votorantim se capitalizou após negócios como a venda de parte de banco ao B

Por CRISTIANE BARBIERI
                                                                                                                                      

O grupo Votorantim anunciou ontem a compra da Aracruz, por um valor que pode chegar a R$ 5,6 bilhões. O negócio consolidará as operações da VCP (Votorantim Celulose e Papel) com as da Aracruz e criará a maior empresa de celulose do mundo. Para fechar a operação, a VCP contará com recursos do BNDES que poderão chegar a R$ 2,4 bilhões.
A VCP tinha anunciado o fechamento do negócio em setembro. Poucas semanas depois, no entanto, com o acirramento da crise financeira e perdas de R$ 1,9 bilhão por parte da Aracruz com operações financeiras atreladas ao câmbio, a negociação foi suspensa.
O próprio grupo Votorantim também teve perdas (de cerca de R$ 2,2 bilhões) com operações de derivativos. Conseguiu se recapitalizar, nos últimos meses, com a venda de ativos. O principal negócio foi a venda de metade da participação do Banco Votorantim ao Banco do Brasil, por R$ 4,2 bilhões.
Anteontem, a Aracruz chegou a um acordo com bancos credores para renegociar suas perdas com derivativos, o que abriu o caminho para a retomada das discussões com a VCP.
Ontem a VID (Votorantim Industrial), que engloba a VCP e outras unidades industriais do grupo, informou ao mercado o fechamento do negócio. Caso desistisse, a VCP teria de pagar multa de R$ 1 bilhão.
Nessa retomada do negócio, a Votorantim pagará R$ 2,710 bilhões por 28% das ações da Aracruz pertencentes à Arapar, que estavam nas mãos das famílias Lorentzen, Almeida Braga e Moreira Salles. Leia o resto do artigo »

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Proposta de reforma busca evitar nova grande crise

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

 

Publicado em: Valor Econômico

Por: Claudia Safatle, Cristiano Romero e Alex Ribeiro

Mais regulação, mais supervisão, maior exigência de capital e limites à concentração bancária. Estes são alguns dos ingredientes da receita para consertar o sistema financeiro mundial, imerso na maior crise desde a Grande Depressão, conforme relatório do Grupo dos 30, organização privada que reúne alguns dos mais renomados economistas do mundo. O grupo é presidido por Paul Volcker, indicado para presidente do Conselho de Recuperação Econômica Presidencial do governo de Barack Obama.

Intitulado “Reforma Financeira – Um Sistema para Estabilização Financeira” o texto de 77 páginas foi escrito por Volcker, Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil, e Tommaso Padoa-Schioppa, ex-ministro das Finanças da Itália, ambos vice-presidentes da organização, que conta com nomes como Timothy Geithner e Larry Summer (respectivamente escolhidos secretário do Tesouro e assessor econômico de Obama).

Não se trata de um documento pronto e acabado. A idéia, segundo Fraga, é que ele seja usado como partida na discussão sobre a reconstrução do sistema. Resultado de seis meses de trabalho, o documento apresenta 18 instigantes propostas que vão desde a adoção de uma política de requerimento de capital pró-cíclica (com maior exigência de capital dos bancos nos períodos de expansão da economia e do crédito) à imposição de limites nacionais sobre concentração de depósitos, para evitar uma excessiva concentração no sistema bancário, que dificulta uma supervisão efetiva. Esta, por sua vez, deverá ser estendida também às atividades não-bancárias (hedge-funds, private equities), que foram de grande relevância para a eclosão da crise e terão que ser reguladas. Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal do blog Desemprego Zero

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

n.31, ano 2  -01/12/2009 a 21/12/2008

Destaques da Semana no Blog

Economia

Balança tem o menor superávit em seis anos

Juros futuros apontam corte maior da Selic

Não houve inflação de demanda, houve inflação de juros

Política

José Alencar: Brasil vai bem, apesar da política monetária

Lula criticou as recomendações para cortar gastos. Será que vai tomar alguma decisão relevante?

Exclusões no Bolsa Família

Internacional

Nada será como antes

2009: crise do capitalismo generalizará e aprofundará a barbárie

Obama, Lula e Sarkozy são modelos do século XXI, diz especialista

Desenvolvimento

No contexto atual, só o sistema público pode expandir o crédito

País deve elevar investimento público e cortar juros agora, afirma Cardim

Na crise, classes D e E terão o maior ganho real na renda

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