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Blog do Desemprego Zero

Archive for janeiro, 2009

Anadarko prevê investir mais US$ 100 milhões

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Valor Econômico
Por: Cláudia Schüffner

O pré-sal brasileiro não tem trazido alegrias apenas para a Petrobras e seus sócios no pólo de Tupi, na bacia de Santos. O executivo James Hackett, presidente-executivo e do conselho de administração da Anadarko Petroleum, vê com satisfação as perspectivas da companhia no Brasil. Sozinha ou com parceiros, a empresa dirigida por Hackett tem sete blocos no pré-sal das bacias de Campos e Espírito Santo, com potencial de abrigar um bilhão de barris de petróleo. Nada mal para uma companhia que fechou 2007 com reservas confirmadas de 2,4 bilhões de barris de petróleo e gás.

“Estamos muito animados sobre o nosso futuro aqui, temos cinco a seis poços exploratórios a serem perfurados em sete blocos”, disse na sexta-feira, quando recebeu o Valor na sede da empresa no Rio. Em 2008, a Anadarko, uma das grandes companhias “independentes” de petróleo recebeu da StatoilHydro US$ 1,4 bilhão em receitas líquidas pós-impostos por sua fatia de 50% no campo de Peregrino, na bacia de Campos. A venda afetou os planos de ampliação do quadro de pessoal que estavam em curso e contribuiu para a volta, em breve, do ex-presidente no país, Kurt McCaslin, para os EUA. Ele dá lugar a Roberto Abib, que assumiu o cargo semana passada.

O dinheiro será investido em projetos de águas profundas em Gana, na África, e no golfo do México. Para o Brasil, estão previstos US$ 100 milhões em 2009, mesmo valor investido em 2008, elevando para meio bilhão de dólares os desembolsos da companhia no país em 10 anos. Claudio de Araújo, diretor executivo da Anadarko, ressalta que esse valor não inclui os custos de deslocamento da sonda de perfuração Deepwater Millenium para a costa brasileira. Hackett diz que não se trata de transferência de dinheiro mas uma operação normal na indústria.

“Temos ciclos, colocamos dinheiro e tiramos. No caso do Brasil mesmo que quiséssemos investir US$ 1,4 bilhão aqui não poderíamos. Não temos onde aplicar esse dinheiro pois não temos áreas novas. Ainda precisamos explorar as áreas que temos, perfurar poços que estão em águas profundas e as sondas para esse tipo de atividade são uma dificuldade. O dinheiro que vai para Gana e EUA vai voltar para a empresa e vamos trazê-lo de volta quando começarmos a desenvolver a produção de nossas reservas. À medida que surgirem oportunidades, dinheiro não será problema”, diz Hackett. A Anadarko tem pouco mais de US$ 5 bilhões em caixa. Leia o resto do artigo »

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Contas externas têm o pior resultado desde 1998

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Agência Estado

 O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, disse que o déficit em conta corrente do balanço de pagamentos do País de 2008 (US$ 28,3 bilhões) é o pior resultado desde 1998, quando as transações correntes do País com o exterior amargaram déficit de US$ 33,416 bilhões. Altamir afirmou que, a despeito da crise, as contas externas brasileiras não apresentaram deterioração tão expressiva como em crises anteriores, principalmente porque o Brasil reduziu o seu nível de endividamento externo e passou a ser credor líquido nos últimos meses.

Investimento externo direto bate o recorde de US$ 45,06 bi em 2008 Conta corrente fecha 2008 com déficit de US$ 28,3 bilhões

Ele explicou que, antigamente, as crises aumentaram drasticamente o gasto com juros da dívida externa. Em 2008, mesmo com a crise, o gasto com juros – US$ 7,232 bilhões – foi o menor desde 1994, quando a despesa totalizou US$ 6,337 bilhões. “Hoje, temos receitas maiores e menos despesas”, afirmou.

O chefe do Depec também destacou o recorde no ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2008 – US$ 45,060 bilhões. “A trajetória do IED mostra que a perspectiva das empresas que investem no Brasil é de médio e longo prazos e revelam que há confiança na melhora das condições econômicas do futuro”, afirmou. Leia o resto do artigo »

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A crise ficou mais real

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Por André Siqueira

Fonte: Carta Capital

A geração de empregos com carteira assinada ultrapassou 1,5 milhão de postos em 2008. Mas só em dezembro o equivalente a quase metade desse saldo se perdeu, com a brusca queda de 654 mil vagas, conforme revelou o Ministério do Trabalho na segunda-feira 19. Tudo indica que a crise continua a corroer rapidamente as vagas no mercado de trabalho, a julgar pelos recentes anúncios de cortes em grandes empresas. Serviu de alento o indicador do IBGE, divulgado na quinta-feira 22, dando conta de que o ano terminou com nível de desemprego de 6,8%, inferior ao de dezembro de 2007 (7,4%) e o menor desde o início da série, em 2002.

O cenário sombrio é reforçado pelos indicadores da atividade econômica. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que houve queda de 9,9% no faturamento do setor entre outubro e novembro de 2008, e redução na renda e no número de horas trabalhadas. A luta pela manutenção dos empregos colocou do mesmo lado da mesa representantes do meio empresarial e das maiores centrais sindicais – ainda que não haja consenso sobre como estancar a sangria.
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Ave, Mr. Obama!

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Por Antonio Delfim Netto

Fonte: Carta Capital

O Brasil vive momentos de angústia. Depois de ter reencontrado há três anos o “espírito de desenvolvimento”, com melhor equilíbrio interno e externo, como mostra a tabela, vê a situação ameaçada por uma crise produzida nos centros financeiros mundiais.

É importante reconhecer que o sensível progresso se fez com a redução da taxa de pobreza absoluta e a melhora na distribuição de renda, que tornaram mais saudáveis as relações sociais. Que o progresso se deve à continuidade da política econômica, à responsabilidade fiscal, à forte aceleração da economia mundial e ao formidável aumento do comércio, particularmente depois da entrada da China na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Paradoxalmente, uma das forças que ajudaram a produzir essa aceleração global foi a mesma expansão da liquidez mundial, feita com instrumentos arriscadíssimos que o sistema financeiro inventou sob os olhos complacentes dos seus fiscais (bancos centrais, agências de risco e auditores independentes), e que produziu a crise atual. Hoje sabemos que a lambança dos agentes financeiros foi grande, que seus modelos ignoravam a possibilidade do risco sistêmico, que as autoridades monetárias nunca entenderam o que se passava e, pior, demoraram a descobrir o tamanho do problema que ajudaram a criar. Leia o resto do artigo »

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Empréstimo sairá para quem atingir metas de empregos

Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Jornal do Brasil

Quando questionado se os novos financiamentos terão alguma cláusula contratual que exija, em contrapartida, a manutenção ou a geração de postos de trabalho, Mantega inicialmente tentou esquivar-se de qualquer polêmica. “Investimento é sinônimo de emprego”, foi sua primeira resposta sobre o assunto. “Isso nós não definimos ainda”, disse logo depois. O ministro explicou, entretanto, que foi determinado ao BNDES que explicite nos contratos de concessão de crédito quantos empregos serão gerados em cada projeto financiado.

O cumprimento dessas metas de emprego serão acompanhadas por uma comissão, mas não há, pelo menos por enquanto, previsão de aplicar penalidades sobre empresas que não honrarem o compromisso. ­ Temos que criar as condições para que não haja necessidade de demitir ­ disse. Leia o resto do artigo »

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Papel do BNDES como hospital de empresas divide especialistas

Postado em 24 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: O Globo

Por: Liana Melo

Ex-diretor do BC diz que o governo emite títulos e banco dá taxa subsidiada

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já foi chamado de hospital de empresas, justamente por dar financiamentos, a juros baixos, a companhias com saúde financeira abalada. O dinheiro era farto e barato.

É que, em menos de 48 horas, o BNDES liberou R$2,4 bilhões para viabilizar a maior empresa de celulose de fibra curta do mundo, com a compra da Aracruz Celulose pela Votorantim Papel e Celulose (VCP). Ontem, foi a vez de o banco receber um reforço de R$100 bilhões do Tesouro, sendo que parte desse montante já tem como destino certo a Petrobras. A estatal recorreu recentemente à Caixa Econômica Federal para poder pagar impostos.

Lessa elogia o “hospital” e lembra lógica passada

Ainda que a justificativa para ajudar as empresas seja a sua relevância estratégica, o economista José Júlio Senna, ex-diretor do Banco Central (BC) e hoje sócio da MCM Consultores, não aprova a prática, apesar da crise financeira:

- O país não está num estágio de desenvolvimento econômico em que possa abrir mão de recursos públicos em setores como saúde, educação e segurança pública. Leia o resto do artigo »

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Decisão do governo causa polêmica entre os analistas

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Valor Econômico

Por: Sergio Lamucci

A elevação do orçamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) agradou a economistas heterodoxos, que vêem na medida uma reação importante do governo para combater os efeitos da crise sobre a economia, ao mesmo tempo em que provocou ceticismo e alguma preocupação nos mais ortodoxos. Para estes últimos, incomoda o custo fiscal e a possibilidade de que o banco corra riscos indesejáveis nas operações de empréstimos.

Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), David Kupfer elogiou a medida, considerando positivo que o governo tenha se organizado para levantar “fundos relevantes” destinados a fornecer crédito às empresas num momento em que as fontes privadas de recursos se retraíram. “Demorou um pouco, mas o anúncio veio em boa hora”, afirma ele. Para Kupfer, com os R$ 100 bilhões adicionais para o BNDES em 2009 e 2010, o governo indica que não será por falta de crédito, a um custo atraente, que o investimento vai parar no país.

Professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, José Francisco de Lima Gonçalves também vê com bons olhos a elevação do orçamento do BNDES. Para ele, que também é economista-chefe do Banco Fator, a atuação dos bancos públicos é importante num momento de travamento do crédito como o atual, sendo uma alternativa inteligente para estimular a cambaleante atividade econômica.

Embora o volume de R$ 50 bilhões por ano seja pouco se comparado ao estoque total de crédito no país, de R$ 1,2 trilhão, Gonçalves avalia que se trata de um montante expressivo quando se leva em conta que o dinheiro deve ser destinado a financiar basicamente o investimento. Leia o resto do artigo »

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Estatização, a única saída para os bancos?

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Valor Econômico

Por: Célia de Gouvêa Franco

O que os governos dos países mais duramente afetados pela crise financeira devem fazer com os bancos? Nacionalizar todo o sistema? Estatizar imediatamente os bancos que estão às vias de quebrar? Ou deixar as instituições mal administradas irem à lona porque o custo de intervir seria muito alto para os contribuintes e tiraria dinheiro de prioridades como fazer as economias voltar a se expandir? Ou ainda optar por continuar a fazer o que estão fazendo: injetar dinheiro nos bancos e adicionalmente aumentar a regulamentação.

À parte a questão do emprego (ou, mais apropriadamente, do desemprego), dificilmente haverá tema econômico que atraia no momento mais atenção internacional do que o futuro do sistema bancário e como tirá-lo do emaranhado de problemas que travam a concessão de crédito, com graves implicações para o crescimento dos países. Está claro que a primeira rodada de ajuda governamental aos bancos, anunciada depois de setembro, não foi e não é suficiente para salvar os bancos e resgatar as empresas que dependem de empréstimos para o dia-a-dia dos seus negócios e para investir. Sem uma solução para os bancos, aumenta exponencialmente o risco de uma depressão.

Políticos, economistas, empresários, bancários e banqueiros querem dar sua opinião, defender e criticar o aumento da participação do Estado no setor financeiro, propor alternativas ao controle estatal ou apoiar sua ampliação. Neste ponto, gostaria de abrir um parênteses para uma observação pessoal – passados quatro meses desde a eclosão da fase mais aguda desta crise financeira brutal, continuo surpresa com a rapidez com que a discussão sobre o papel do governo na economia voltou ao centro dos fóruns e embates depois de décadas em que o assunto era considerada carta totalmente fora do baralho do debate econômico. Por ora, o foco é a estatização de bancos, mas há quem creia que existe espaço para uma ampliação do debate para outros segmentos. Leia o resto do artigo »

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